O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O C6 Bank oferece novas opções de investimento em CDB com resgates mais longos. A rentabilidade pode chegar a 124% do CDI
Você conhece a história: com a Selic em níveis cada vez mais baixos, a rentabilidade dos investimentos em renda fixa — como CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA, entre outros — está minguando. Aquele dinheiro fácil de épocas passadas, quando a taxa básica de juros estava acima dos dois dígitos, é coisa do passado.
Assim, quem quer manter retornos atraentes, precisa buscar alternativas mais arriscadas. Mas e se você realmente não for adepto ao risco, não suportar o pensamento de ver seu dinheiro exposto às oscilações da bolsa?
Nesse caso, é preciso procurar investimentos em renda fixa que consigam oferecer taxas mais atraentes — e o C6 Bank acaba de lançar um produto que pode se encaixar nesse perfil.
A instituição está inaugurando novas modalidades de investimento em Certificados de Depósito Bancário (CDB), com rendimentos que podem chegar a até 124% do CDI. O pulo do gato é o prazo de retirada: essas opções estreantes podem ser resgatadas em quatro ou cinco anos — e, quanto maior for o prazo, maior a rentabilidade.
Caso você não esteja muito familiarizado com esse universo, o CDB funciona como um empréstimo ao banco. Você disponibiliza uma quantia para a instituição financeira, que depois irá devolver esse montante acrescido de juros — esse tipo de investimento está associado ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Até agora, o C6 Bank disponibilizava opções de investimento em CDB com resgate em até três anos. Os retornos oscilavam de 100% (liquidez diária) a 121% (três anos) do CDI.
Leia Também
As novas opções, assim, oferecem rentabilidades maiores: o CDB pós-fixado com resgate em quatro anos oferece retorno de 121% do CDI; o de cinco anos é o mais rentável: 124% do CDI.
Fazendo uma conta rápida: um investimento de R$ 5 mil num CDB pós-fixado de cinco anos geraria um resultado bruto de R$ 6.699,42. Descontando 15% de Imposto de Renda — equivalente a R$ 254,91 — chegamos num resultado líquido de R$ 6.444,51. Ou seja: um ganho de R$ 1.444,51.
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira