Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

HASTA LA VISTA, BABY

O juízo final da sua carteira de ações chegou? O que a Kinea ensina sobre a IA e a armadilha das pechinchas na bolsa

Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir

Carolina Gama
19 de março de 2026
6:01 - atualizado às 7:12
Imagem criada por IA traz um homem com metade do rosto de robô do lado direito, e um robô de IA ao fundo
Imagem: ChatGPT

Se a entrada da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001 reconfigurou a manufatura global, 25 anos depois são os agentes de inteligência artificial (IA) que surgem como a nova força produtiva, prometendo redesenhar o caixa das empresas e os investimentos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Kinea Investimentos usa exatamente esse paralelo para descrever o momento atual dos agentes de IA. Para a gestora, o mundo corporativo atravessa seu próprio "Dia do Juízo Final" — emprestando a metáfora do filme Exterminador do Futuro 2, um clássico de ficção científica de James Cameron.  

E, assim como aconteceu com a China, a pergunta para o investidor não é se as máquinas vão avançar. Elas já avançam. A questão é: onde estará o dinheiro quando o sistema estiver plenamente operacional? 

Do chatbot ao agente de IA: uma virada de jogo 

Durante anos, a inteligência artificial generativa ficou restrita ao papel de assistente de conversas, que respondia perguntas, redigia textos e sugeria ideias. Era um copiloto útil, mas limitado. 

O salto para os agentes muda essa lógica de forma radical. Um agente de IA não responde a um prompt isolado. Ele recebe um objetivo, elabora um plano, aciona ferramentas externas — bancos de dados, APIs, sistemas de gestão —, corrige os próprios erros no caminho e só para quando a missão está concluída.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Kinea, os modelos mais avançados de IA já conseguem realizar tarefas equivalentes a dez horas de trabalho de um desenvolvedor de software júnior.  

Leia Também

Vale lembrar que o ChatGPT, quando foi lançado, era capaz de fazer o equivalente a apenas alguns segundos de trabalho. 

Agora, a progressão é vertiginosa: no ritmo atual, em menos de dois anos, os modelos devem ser capazes de entregar o que um analista leva mais de uma semana para produzir. 

Um estudo da própria Anthropic — empresa por trás do Claude — mapeou em quais atividades os agentes permitiriam executar tarefas ao menos duas vezes mais rápido. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em computação e matemática, 94% das tarefas aparecem como teoricamente expostas a esse ganho de produtividade. Em funções administrativas, o índice chega a 90%. 

Leia também:

O mundo corporativo já se mexeu — mas devagar (ainda)

Embora o potencial seja vasto — com funções administrativas e de computação apresentando mais de 90% de tarefas teoricamente expostas a ganhos de produtividade —, a adoção real ainda caminha abaixo dessa capacidade, de acordo com a Kinea.  

Em computação, por exemplo, apenas 33% das tarefas são efetivamente executadas por IA hoje, devido a barreiras regulatórias e limitações técnicas, ante um potencial de 94%.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a gestora crava que o movimento é irreversível: 50% das empresas do S&P 500 mencionaram iniciativas com agentes em suas teleconferências de resultados. 

E os exemplos que surgem desse grupo são reveladores, especialmente para o investidor pessoa física que quer entender quais empresas estão saindo na frente. 

As empresas que já colhem resultados com agentes de IA 

  • UnitedHealth: 3 milhões de ligações por dia, em 18 segundos 

A maior seguradora de saúde dos Estados Unidos está usando agentes de IA para responder mais de 3 milhões de ligações de segurados por dia, o equivalente a 80% da demanda de atendimento.  

O tempo médio de resposta caiu para 18 segundos. Para uma empresa que opera em escala continental com um produto de alto grau de complexidade regulatória, esse número é impressionante. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Block (Square): menos funcionários, mais lucro por cabeça 

A empresa de pagamentos fundada por Jack Dorsey anunciou a redução de cerca de 10 mil para menos de 6 mil funcionários — uma queda de 40% no quadro.  

O CEO foi explícito: agentes de IA permitem uma operação muito mais enxuta.  

Mas o detalhe mais revelador não é o corte em si. É o fato de que o lucro bruto por funcionário da Block atingiu o maior nível da história — e seguia crescendo mesmo antes do anúncio do corte. Isso significa que a produtividade já estava subindo antes de a faca cair. 

Dorsey disse ao mercado que prefere agir de forma decisiva agora, eliminando gordura corporativa via automação, a sofrer rodadas sucessivas de demissões que destruiriam o moral da empresa.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os agentes já gerenciam desde a detecção de fraudes até o suporte ao cliente, permitindo que a receita cresça enquanto os custos fixos recuam. 

  • J.P. Morgan: US$ 2 bilhões em economias anuais 

O maior banco do mundo em valor de mercado — com mais de US$ 4 trilhões em ativos e 300 mil funcionários — investe US$ 20 bilhões por ano em tecnologia e já consegue, segundo o CEO Jamie Dimon, gerar US$ 2 bilhões anuais em economias com inteligência artificial. 

Lançada em 2024, a plataforma interna LLM Suite integra modelos da OpenAI e da Anthropic e já alcançou 200 mil funcionários globalmente.  

Ela cria apresentações para a área de banco de investimento em poucos segundos — o que antes levava horas de analistas júniors.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor de analytics do banco, Derek Waldron, descreveu bem a virada: os profissionais deixarão de ser “criadores” de relatórios para se tornarem “revisores” e gestores de equipes de agentes.  

O banco já projeta redução de pelo menos 10% do quadro de operações nos próximos cinco anos. 

  • C.H. Robinson: 40% mais entregas por funcionário 

Na logística, a C.H. Robinson implementou um sistema de agentes duplos que automatizou praticamente todo o ciclo de entregas.  

O processo que antes envolvia receber e-mails de cotação, calcular preços, agendar coleta, acompanhar transporte e emitir fatura agora é feito inteiramente pela IA.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E em escala: a empresa realiza cerca de 37 milhões de entregas por ano, com mais de 100 mil operações automatizadas por dia.  

O resultado? Produtividade 40% maior por funcionário e redução de 12% nas despesas operacionais. 

  • Amazon: o e-commerce que virou laboratório de IA 

Amazon está embutindo agentes em todas as camadas do negócio ao mesmo tempo.  

O assistente de compras Rufus, alimentado por IA, reduziu o tempo de compra em 4,5 vezes durante o Prime Day.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No marketplace, 1,3 milhão de vendedores já utilizam ferramentas de IA generativa, economizando até 60 horas por semana em tarefas de precificação e gestão de estoque. 

Em janeiro de 2026, a Amazon cortou 16.000 posições. O comunicado oficial não mencionou IA. Mas memorandos anteriores do CEO Andy Jassy já deixavam claro que agentes substituiriam funções inteiras. A mensagem nas entrelinhas era inequívoca. 

Itaúsa, Copel e mais: Franklin Templeton revela as ações favoritas para investir agora na bolsa

O exterminador de valuations: a armadilha das ações baratas 

Se a chegada dos agentes de IA abre oportunidades em algumas frentes, a Kinea alerta que em outras ela funciona como um exterminador silencioso de valuations — e aqui o investidor pessoa física precisa ter atenção redobrada. 

Fevereiro deste ano foi o mês em que Wall Street olhou para a nova realidade nos olhos. A velocidade do lançamento de soluções como o Claude Co-Work, da Anthropic, fez o mercado questionar algo que parecia sólido: as barreiras de entrada das empresas de software.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A dúvida custou caro: retirou cerca de US$ 2 trilhões em valor de mercado do setor de software

O raciocínio do mercado foi simples e brutal: durante vinte anos, cada funcionário novo gerava uma nova licença do Salesforce, do Workday, do HubSpot. Mas, se dez agentes fazem o trabalho de 100 pessoas, a empresa precisa de dez licenças, não de 100.  

O resultado foi o múltiplo de valor da firma sobre receita (EV/receita) do setor cair de 9 vezes em 2021 para menos de 5 vezes hoje. 

Par ao investidor pessoa física, a tentação óbvia é comprar essas ações a múltiplos historicamente baixos. A Kinea alerta para a armadilha.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O paralelo que a gestora faz com as fabricantes de veículos tradicionais após a ascensão da Tesla é revelador: quando o mercado decidiu que o futuro era elétrico, Ford e GM viram seus valuations comprimirem e nunca mais recuperaram os múltiplos anteriores — mesmo com resultados operacionais razoáveis no curto prazo. 

“Não foi o caso de carros a combustão pararam de ser vendidos da noite para o dia. Foi que o mercado passou a projetar fluxos de caixa futuros estruturalmente menores. O mesmo fenômeno se repete agora em software”, diz a Kinea.  

A gestora lembra que empresas como Adobe Salesforce não estão quebrando — seguem gerando caixa e têm bases de clientes fiéis. Mas, quando o mercado olha dez anos à frente e enxerga agentes comprimindo licenças e substituindo categorias inteiras de produto, o valor terminal simplesmente encolhe. 

Múltiplo baixo não é necessariamente barato. Às vezes, é apenas o começo de uma compressão estrutural. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Onde colocar o dinheiro: a lógica da cadeia de fornecimento 

Diante desse quadro, a Kinea adota uma postura clara: em vez de competir com os agentes de IA, o investidor deve estar posicionado para fornecer o que eles precisam para existir e se expandir. 

A gestora mapeia três elos principais dessa cadeia: 

  • Energia: modelos consomem tokens; tokens consomem eletricidade.  

Toda a expansão dos agentes passa por data centers, e data centers precisam de energia em volumes crescentes. Nuclear e gás têm prioridade, com a cadeia de fabricação de turbinas já operando no limite.  

Mais recentemente, as fontes renováveis voltaram ao páreo pela capacidade de escalar rapidamente, apoiadas pelo avanço dos sistemas de bateria. Sem energia abundante, não há multiplicação de agentes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Semicondutores: a infraestrutura de chips é o gargalo estrutural da expansão da IA.  

Empresas de equipamentos para fabricação, a capacidade concentrada em players como a TSMC e designers como Nvidia e Google formam a espinha dorsal do ecossistema. Elas não competem com os agentes, mas tornam sua existência possível. 

  • Líderes setoriais com alavancagem de IA 

Aqui a Kinea gosta especialmente das provedoras de computação em nuvem — Microsoft, Google Amazon —, que ao mesmo tempo viabilizam os agentes e ampliam as próprias vantagens competitivas com eles.  

A gestora acredita que o mercado ainda não precificou adequadamente o retorno dos investimentos massivos que essas empresas fizeram em infraestrutura de IA. 

Além do J.P. Morgan e da Amazon, já citados, a gestora destaca a Snowflake como uma aposta no setor de software — mas com uma tese diferente das incumbentes ameaçadas: a empresa deve acelerar a adoção de IA no mundo corporativo, em vez de ser substituída por ela. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VOLATILIDADE GERAL

Guerra, inflação e eleição nos EUA: por que os mercados globais vivem um “equilíbrio frágil”, segundo a Binance

14 de março de 2026 - 15:58

Segundo o relatório, petróleo, ações e bitcoin estão reagindo quase em sincronia aos choques geopolíticos e às incertezas sobre juros nos EUA

FÁBRICA DE GOLPES

Escritório da Polícia Federal no Camboja? ‘Central do golpe’ do outro lado do mundo era usada para fazer vítimas no Brasil

13 de março de 2026 - 15:30

No cassino abandonado que funcionava como casa de golpes, os golpistas também simularam delegacias de países como Austrália, Índia e Canadá

IL SOGNO ITALIANO

Cidadania italiana: quem pode reivindicar passaporte agora que existe uma decisão irrevogável sobre o tema

13 de março de 2026 - 11:26

Todos aqueles, inclusive brasileiros, que não apresentaram um pedido de reconhecimento da cidadania italiana até 28 de março de 2025 perderam o direito.

JASON'S OUT THERE

Sexta-Feira 13: a franquia de filmes de terror que fez quase US$ 500 milhões e marcou uma geração

13 de março de 2026 - 5:43

O primeiro filme da franquia Sexta-Feira 13 foi lançado em 9 de maio de 1980 e teve um budget de US$ 550 mil

MUNDO EM MOVIMENTO

Estreito de Ormuz: gargalo mais disputado do mundo não existia “até outro dia” — e hoje enfrenta outro desafio além da guerra

12 de março de 2026 - 13:22

Irã promete manter fechada a passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz em meio aos ataques dos EUA e de Israel; pelo menos três navios foram atingidos na quarta-feira (11)

GOD SAVE THE SPURS

Um rombo bilionário: 9º clube mais rico do mundo vive crise sem precedentes e rebaixamento pode decretar nova era

12 de março de 2026 - 12:14

A equipe ainda não venceu nenhuma partida pela Premier League em 2026, acumula cinco derrotas consecutivas na competição e olha para o precipício.

ISSO É MUITO BLACK MIRROR

‘Mas eu já faço isso de graça’: startup oferece US$ 100 por hora para profissional xingar e irritar chatbots de IA

12 de março de 2026 - 11:20

A Memvid afirma ter criado uma camada de memória capaz de permitir que sistemas de IA realmente lembrem do que foi perguntado

O PÍER FLUTUANTE DO POLO SUL

O porto que cruzou os mares: estrutura viaja 17 mil quilômetros e atravessa dois oceanos até chegar a seu destino

11 de março de 2026 - 16:52

A estrutura passou por ondas de quase 10 metros de altura e ventos intensos antes de alcançar a Antártica.

BIG TECHS

De olho na IA, investidores fazem fila por títulos da Amazon e demanda chega a US$ 126 bilhões — o triplo do esperado

11 de março de 2026 - 13:35

Gigante da tecnologia pretendia captar até US$ 42 bilhões, mas interesse massivo pode colocar operação entre as maiores já registradas no mercado de bonds dos EUA

CHEIRINHO DE TAPETÃO

Vem canetada da Fifa aí? Guerra leva Irã a desistir da Copa do Mundo nos EUA — o que acontece agora com essa vaga

11 de março de 2026 - 11:31

Fifa pode tomar qualquer medida que considerar necessária caso uma nação desista ou seja excluída da Copa do Mundo

ESCUDO DOS INVESTIMENTOS

Como proteger sua carteira da guerra: Bank of America aponta as trincheiras da bolsa e as ações que sobrevivem ao Irã e aos EUA 

9 de março de 2026 - 16:03

BofA analisa o impacto do conflito no Oriente Médio e aponta quais empresas brasileiras oferecem o melhor colchão contra a aceleração da inflação e a alta dos juros

FAVORITO DOS CRÍTICOS

Faroeste, cavalos e US$ 50 milhões: Steel Ball Run, arco mais cultuado de JoJo’s Bizarre Adventure, chega à Netflix

9 de março de 2026 - 15:33

Considerada por muitos fãs e críticos como a melhor parte de JoJo’s Bizarre Adventure, a saga Steel Ball Run finalmente ganhará adaptação em anime. A aguardada estreia acontece no dia 19 de março, quando a plataforma de streaming lança o primeiro episódio da história criada por Hirohiko Araki. Publicada originalmente entre 2004 e 2011, a […]

PRÓXIMO PASSO

Irã define sucessor de Khamenei, mas mantém nome do novo líder sob sigilo

8 de março de 2026 - 11:00

Assembleia alcança consenso unânime sobre o novo líder supremo do Irã, sob o critério de ser ‘odiado pelo inimigo’

AMEAÇA DE ATAQUE

‘Irã será duramente atingido hoje’, diz Donald Trump

7 de março de 2026 - 9:45

Presidente dos Estados Unidos fez novas ameaças ao Irã em seu perfil no Truth Social neste sábado (7)

TABULEIRO GEOPOLÍTICO

Petróleo, China e EUA: o que está em jogo nas guerras de Trump, segundo gestor da AZ Quest

6 de março de 2026 - 19:34

Walter Maciel diz que os Estados Unidos têm algo que o Brasil não tem: uma política de Estado que olha para gerações

INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar