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Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Enquanto parte do mercado financeiro parece estar estocando enlatados para um apocalipse provocado pela pela inteligência artificial (IA), Jensen Huang colocou seu traje de mergulho. Em meio a previsões catastróficas, o CEO da Nvidia está nadando contra a correnteza que ameaça afogar o setor de software.
Após a Nvidia pulverizar as estimativas com uma receita de US$ 68,13 bilhões no quarto trimestre fiscal — alta de 73% em base anual —, Huang aproveitou os holofotes para dar um choque de realidade nos pessimistas.
Para ele, o mercado cometeu um erro de cálculo ao prever que a IA generativa iria canibalizar as empresas de software.
A tese de Huang é contraintuitiva para quem vê a IA como uma destruidora de empregos digitais. Ele defende que os agentes de IA não vão substituir ferramentas como SAP, ServiceNow ou Microsoft Excel — eles serão os usuários inteligentes dessas ferramentas.
"Esses agentes de IA serão softwares inteligentes que usam essas ferramentas em nosso nome para nos tornar mais produtivos", afirmou Huang. "Ninguém vai prestar um serviço melhor que a ServiceNow", acrescentou.
Apesar do otimismo do CEO da Nvidia, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amarga uma queda de quase 23% até quarta-feira (25).
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Nesta quinta-feira (26), as ações da Nvidia é que recuam 5% diante das preocupações dos investidores com o boom da infraestrutura de IA diminuindo o entusiasmo pelo desempenho acima do esperado da fabricante de chips nos últimos três meses de 2025.
Nomes como Synopsys e Cadence registraram baixas após o fechamento do mercado de ontem, mostrando que Huang ainda enfrenta o coro dos céticos.
Dan Niles, da Niles Investment Management, está entre eles ao prever que algumas empresas do setor de software "irão a zero".
A profecia é reforça por um relatório recente do UBS, que traça um cenário sombrio para o mercado de crédito privado.
Os estrategistas do banco suíço, liderados por Matthew Mish, elevaram a projeção de inadimplência no setor para 15% — um salto de dois pontos percentuais em menos de um mês.
O gatilho? Justamente uma ruptura agressiva e rápida provocada pela IA nas empresas tomadoras de crédito.
Segundo o UBS, o risco é estrutural: estima-se que gestoras de crédito privado tenham cerca de 40% de empréstimos concentrados no setor de software.
Além disso, os resgates na Blue Owl Capital e a venda de ativos com desconto pela New Mountain Finance Corp colocam a liquidez é colocada em xeque.
Vale lembrar que nomes como Jamie Dimon (JPMorgan) e Danny Moses (famoso por A Grande Aposta) já comparam o momento atual à crise do subprime de 2008, citando o aumento de juros pagos em espécie e o avanço agressivo sobre o varejo.
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Enquanto Huang defende que as empresas de software são sobreviventes capazes de se adaptar e fundir, o UBS alerta que o setor de US$ 1,8 trilhão de crédito privado pode ver "as rodas se soltarem" caso a IA devore o fluxo de caixa das companhias que hoje sustentam esses empréstimos.
O CEO da Nvidia garante que a IA é o motor da próxima era da eficiência. O mercado, no entanto, ainda tenta decidir se está diante de uma nova revolução industrial ou de uma bolha prestes a estourar, levando consigo os balanços dos grandes credores.
*Com informações da Bloomberg e da CNBC
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