O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
A semana começou pesada para a Raízen (RAIZ4) — e não foi por falta de aviso do mercado. Nesta segunda-feira (9), as duas principais agências de classificação de risco, Fitch Ratings e S&P Global, rebaixaram a nota de crédito da companhia para o chamado nível especulativo, o que significa, na prática, a perda do grau de investimento.
O movimento foi especialmente duro no caso da Fitch. Em cerca de sete horas, a agência fez dois rebaixamentos em sequência. Pela manhã, a nota caiu de BBB- para B, ainda sob observação negativa. No fim do dia, veio um novo corte: de B para CCC, agora sem a observação.
Traduzindo do “economês”: as agências passaram a enxergar um risco bem maior de a empresa não conseguir honrar suas dívidas no futuro.
Vale lembrar que, em novembro do ano passado, a Moody’s atribuiu rating de crédito corporativo familiar (CFR) Ba1 à Raízen e retirou os ratings de emissor de longo prazo Baa3 da Raízen S.A. e da Raízen Energia.
A perda do grau de investimento costuma ter efeitos colaterais importantes. Muitos fundos e investidores institucionais só podem aplicar recursos em empresas com o selo de “bom pagador”. Quando esse selo cai, é comum haver saída de capital tanto dos títulos de dívida quanto das ações.
De fato, os títulos de dívida da Raízen, tanto no Brasil quanto no exterior, têm visto uma queda acentuada nos últimos dias, devido a uma grande força vendedora no mercado secundário de renda fixa.
Leia Também
O gatilho para a decisão foi o anúncio de que a Raízen contratou assessores financeiros e jurídicos para estudar alternativas de reforçar o caixa e reorganizar suas dívidas — um sinal de alerta para o mercado.
Em comunicado, a Fitch explicou que o novo corte para ‘CCC’ veio depois dessa informação, que não havia sido considerada no rebaixamento feito horas antes, quando a nota tinha ido de BBB- para B.
Segundo a agência, as incertezas sobre os próximos passos da companhia e sobre a disposição dos acionistas — Cosan e Shell — em oferecer suporte financeiro já pesavam sobre a avaliação.
Agora, com a classificação em ‘CCC’, a Fitch afirma que o risco de crédito é substancial e que um calote ou algum processo semelhante à inadimplência passou a ser uma possibilidade real, a depender das medidas que a empresa e seus controladores venham a adotar.
O pano de fundo é um nível elevado de endividamento. A dívida líquida da companhia chegou a R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, um salto de 48,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, a empresa atravessa mudanças relevantes no conselho de administração. No fim de janeiro, a Raízen informou a renúncia de Brian Paul Eggleston. Em seu lugar, a acionista Shell indicou Jorrit Jan Witte Van Der Togt.
Menos de uma semana depois, a companhia comunicou também a saída de Sonat Burman-Olsson, e disse que ainda informará ao mercado sobre a nova nomeação.
Em nota, a Raízen afirmou que reforça “seu compromisso com a continuidade regular de suas atividades”, destacando a importância da relação com clientes, fornecedores e parceiros de negócios para a operação.
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira
O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)
Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre
Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade
O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%
Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros
Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário
A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025
Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour
Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso