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Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Quem já encarou uma reforma sabe: o plano inicial raramente sobrevive ao primeiro quebra-quebra. Você começa querendo apenas trocar o piso da sala e, quando percebe, está discutindo o traço da argamassa, o isolamento do drywall e o cronograma de entrega das telhas. É um exercício de paciência e, acima de tudo, de escolha de prioridades.
No mundo corporativo, a gigante francesa Saint-Gobain acaba de concluir a sua própria "reforma" estratégica no Brasil. E a decisão foi radical: para focar no que realmente sustenta a casa, o grupo decidiu se desfazer do balcão de vendas.
Nesta segunda-feira (4), a companhia anunciou a venda da Telhanorte para a Tauá Partners. O valor do Pix foi mantido em sigilo, mas o recado ao mercado é barulhento: a Saint-Gobain não quer mais saber do varejo de materiais de construção por aqui.
A transação marca a saída definitiva do grupo do segmento de distribuição no País. Se em dezembro de 2025 os franceses já haviam aberto mão da gaúcha Tumelero, agora o ciclo se fecha com a Telhanorte.
Não foi uma obra rápida. A Saint-Gobain tentava passar o ponto da rede varejista há anos. Sem encontrar compradores que topassem o projeto original, a empresa precisou "pintar a fachada" e ajustar o modelo: em 2023, reestruturou a Telhanorte para focar em lojas menores, de bairro, mais próximas do dia a dia do consumidor.
A reforma parece ter surtido efeito para atrair a Tauá Partners. Atualmente, a Telhanorte opera 27 lojas e um centro logístico — com os pés fincados principalmente no Estado de São Paulo —, emprega 1.650 pessoas e fechou 2025 com vendas na casa dos 180 milhões de euros.
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Se você acha que a Saint-Gobain está de malas prontas para deixar o Brasil, se enganou. A estratégia é a "simplificação do portfólio". Em vez de lidar com a complexidade de gerir centenas de itens nas prateleiras para o consumidor final, a gigante quer focar em segmentos nos quais as margens e a liderança são sólidas: a indústria.
A companhia continuará onipresente em qualquer canteiro de obras brasileiro, mas através de suas marcas líderes:
A conclusão da venda está prevista para o fim deste primeiro semestre, dependendo das condições usuais de fechamento de mercado.
Para a Saint-Gobain, é o fim de uma era de distribuição; para a Tauá Partners, é o início de um desafio de gerir uma das marcas mais tradicionais do varejo de construção em São Paulo.
No fim das contas, como em qualquer boa reforma, o objetivo é o mesmo: tirar o que está gerando apenas custo e dor de cabeça para focar no que realmente dá estrutura ao negócio.
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