🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

UMA ÚLTIMA HERANÇA?

A última “ponta solta”? Quem é o Banco Pleno, que acaba de ser liquidado pelo BC, e como ele caiu nas teias de Daniel Vorcaro

Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda

Camille Lima
Camille Lima
18 de fevereiro de 2026
12:59 - atualizado às 12:39
Banco Pleno, a última ponta solta que restava na teia do Banco Master.
Banco Pleno, a última ponta solta que restava na teia do Banco Master. - Imagem: Copilot

Quando o Banco Central começou a desmontar o conglomerado ligado a Daniel Vorcaro, o Banco Pleno ficou de pé. Ainda no ano passado, trocou de nome e mudou de controle. Parecia fora do alcance da crise que atingiu o universo Banco Master. Mas a trégua era apenas aparente. Agora, o regulador fechou, talvez, a última “ponta solta” que ainda orbitava aquele grupo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na manhã desta quarta-feira (18), o BC decretou a liquidação extrajudicial da instituição — encerrando o ciclo de um banco que, nos últimos anos, acumulou uma pilha de mudanças de nome, de controle e de estratégia. 

Procurado, o banco não retornou o contato da reportagem até o momento de publicação desta matéria. 

Mas afinal quem é, de fato, o Banco Pleno — e como ele caiu nas teias de Daniel Vorcaro? 

De Indusval a Voiter — e depois Banco Pleno 

Banco Pleno é o terceiro nome de uma instituição que já passou por diversas mudanças. Em 2019, tinha sido rebatizado como Banco Voiter. Antes disso, carregava um nome ainda mais antigo no sistema financeiro: Indusval

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundado no fim dos anos 1960 como banco Indusval, a instituição do empresário do agronegócio Roberto de Rezende Barbosa decidiu, décadas depois, reorganizar seus negócios para se posicionar como um banco médio, voltado a empresas. 

Leia Também

Em 2019, promoveu uma cisão societária relevante. Criou a holding NK 031 para separar ativos e operações.  

O antigo Indusval ficou com o chamado “legado” — créditos problemáticos, ativos fiscais, carteira de crédito e imóveis que somavam cerca de R$ 1,5 bilhão.  

Já o Voiter, sob o controle da nova holding, surgiu com a proposta de representar o “novo banco”: mais ágil, focado no atacado e em soluções estruturadas para empresas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta oficial era dar autonomia estratégica a negócios com perfis distintos, permitindo foco exclusivo, orçamento independente e maior visibilidade para cada operação. 

Nos anos seguintes, vieram novas divisões e rearranjos. Em junho de 2023, a cisão parcial da NK 031 separou os ativos que dariam origem a duas frentes distintas: o Voiter e o Letsbank, que quase foi vendido a Maurício Quadrado. 

Houve ainda uma tentativa de parceria estratégica com o Grupo Qual, formalizada em agosto de 2023 por meio de acordos de investimento e originação. Dois meses depois, os contratos foram desfeitos. 

Foi em dezembro de 2023 que o Voiter caiu na mira de Daniel Vorcaro. No fim daquele mês, o Banco Master fechou a compra de 100% da NK 031. Após os avais necessários, a compra foi aprovada em definitivo pelo Banco Central e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em abril de 2024. Barbosa, o fundador, se manteve como presidente do conselho. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Poucos meses antes da liquidação do grupo Master, o Voiter foi vendido a Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e passou a operar sob o nome Banco Pleno em setembro de 2025. 

No LinkedIn, o Pleno se apresenta como "um Banco com a sua alma"; na descrição do perfil, consta apenas que está "em construção". 

Em seu site institucional, a instituição afirma ter surgido “a partir do inconformismo ao perceber que o mercado demandava um banco com visão moderna e consultiva”, assumindo o desafio de desenvolver um “novo conceito de banco de atacado”. 

Em novembro, Lima foi preso no mesmo dia que Vorcaro e passou a ser investigado, no mesmo inquérito relacionado ao conglomerado Master. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Pleno era, portanto, potencialmente a última "ponta solta" da ofensiva do Banco Central contra o grupo de Daniel Vorcaro, já que havia se desprendido dos negócios do conglomerado no ano passado. 

O que o Banco Pleno faz? 

Mesmo após a venda ao Master e, depois, a transferência de controle a Lima, o banco manteve a atuação no segmento Corporate, oferecendo crédito estruturado para empresas, operando também no mercado de crédito consignado. 

A mudança de controle, segundo o próprio banco, ampliou limites operacionais e permitiu crescer a carteira com tickets médios maiores, acessando empresas com faturamento superior a R$ 1 bilhão. 

O Voiter também estruturava e adquiria carteiras pulverizadas de crédito, especialmente consignado público, como forma de ampliar rentabilidade.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2023, decidiu abandonar operações físicas no mercado de commodities, concentrando-se apenas no financiamento ao produtor rural. 

Além disso, administrava uma carteira de créditos fora do “core business”, trabalhando na recuperação de ativos por meio de venda, execução ou cobrança. 

“Com o aumento da capacidade operacional do Voiter, temos expectativas de maiores rentabilidades o que tornará em um Banco lucrativo ampliando seu mercado de atuação”, disse a empresa, no balanço de dezembro de 2024.  

Os CDBs turbinados e o sinal amarelo 

Pouco depois da liquidação do Banco Master, o nome do Banco Pleno passou a aparecer no topo de outro ranking: o dos CDBs mais rentáveis do país

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um levantamento da Quantum Finance mostra que o Pleno oferecia papéis com rentabilidade de 108% do CDI em um CDB com vencimento em três meses — uma taxa alta para o mercado. Além disso, o vencimento em 12 meses recebe a mesma taxa, e o vencimento em três anos é só um pouco maior: 110% do CDI. 

No mercado de renda fixa, a regra é conhecida: normalmente, quanto maior a remuneração, maior o risco do investimento. O risco pode estar em vários fatores: prazo longo demais, menor liquidez ou, como o caso sugere agora, fragilidade financeira da instituição. 

Por tradição, bancos sólidos e já estabelecidos captam pagando menos. Instituições que precisam oferecer prêmios elevados geralmente enfrentam custo de funding mais alto — e, muitas vezes, pressão de liquidez. 

Para Eliézer Francisco Buzatto, especialista em Direito Empresarial e sócio da Oliveira e Olivi Advogados Associados, prêmios persistentes, acima do padrão do mercado, tendem a indicar que investidores exigem taxas maiores para compensar o risco. Isso, segundo o especialista, tem um impacto direto no custo marginal de financiamento dos bancos e na capacidade de rolagem de passivos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quando uma instituição passa a depender de taxas muito superiores ao padrão setorial para sustentar captação, a dinâmica frequentemente se retroalimenta: o funding encarece, a margem financeira é comprimida, e o comportamento dos depositantes e distribuidores torna-se mais sensível a qualquer sinal adicional de estresse”, diz Buzatto. 

Segundo ele, há alguns sinais de risco que, juntos, costumam formar um padrão de alerta. São eles: 

  1. Prêmios persistentemente elevados de captação, especialmente no mercado secundário, o que seria um indicativo de aversão de investidores e distribuidores; 
  1. Encurtamento do funding, com maior participação de captação de prazo curto, sensível a choques de confiança;  
  1. Aumento da dependência de canais de distribuição que operam por precificação agressiva, com competição por taxa; e 
  1. Deterioração da percepção de risco refletida em “haircuts” e descontos em negociações de títulos antes do vencimento. 

“Esses elementos, somados, costumam sinalizar pressões de liquidez e a possibilidade de descasamento entre o perfil de vencimentos do ativo e do passivo, especialmente se a carteira de crédito e investimentos tiver duração mais longa”, afirma. 

Embora cerca de R$ 4,9 bilhões em investimentos do Pleno estejam cobertos pelo FGC, esse montante corresponde apenas à parcela elegível — não necessariamente do passivo total — e pode indicar forte dependência de captação via investidores de varejo e plataformas digitais, mais sensíveis a mudanças de confiança, de acordo com Buzatto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fim esperado: a liquidação do Banco Pleno 

O Banco Central afirmou que a liquidação foi motivada pelo “comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade”. 

Em outras palavras, o banco deixou de reunir condições para operar de forma regular e segura. 

Seu Dinheiro já havia alertado para sinais de maior risco de crédito no Banco Pleno em uma reportagem especial publicada no fim de janeiro. Para especialistas do setor bancário, instituições que orbitavam o conglomerado de Daniel Vorcaro estariam sob escrutínio redobrado. 

“O Pleno apresentou problemas de liquidez e operações pouco ortodoxas, o que levou o Banco Central a optar pela liquidação”, afirma Roberto Luis Troster, sócio da Troster & Associados e ex-economista-chefe da Febraban e da ABBC. “Vale lembrar que bons amigos andam juntos e, às vezes, maus amigos também.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como andavam as finanças do Banco Pleno?  

É difícil encontrar informações públicas atualizadas sobre a situação financeira do Banco Pleno nos últimos trimestres. Os dados disponíveis mais recentes remontam a dezembro de 2024, quando a instituição ainda operava sob o nome Voiter. 

Naquele momento, a carteira de crédito expandida somava R$ 2,1 bilhões, impulsionada pela venda para o Banco Master, com o índice de inadimplência acima de 90 dias correspondendo a 1,23% do portfólio, e um lucro líquido de R$133 milhões.  

Vale notar que, no primeiro semestre de 2023 — o único outro resultado disponível no site do banco —, a inadimplência de longo prazo respondia por apenas 0,09% da carteira, o que sinaliza uma deterioração relevante da saúde do portfólio em um período relativamente curto de tempo e em meio à expansão acelerada do portfólio. 

Segundo o balanço, o saldo de recursos captados chegou a R$ 6,7 bilhões em dezembro de 2024, baseado quase que integralmente em depósito a prazo, equivalentes a 94% do total. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A distribuição de papéis de renda fixa no mercado institucional é feita junto às corretoras e distribuidoras, além da distribuição junto aos nossos clientes Pessoas Jurídicas. O volume de captação segue adequados à necessidade de caixa do Banco", disse o Pleno, em nota. 

Ainda assim, a deterioração de liquidez acabou sendo determinante para a intervenção. 

O Banco Central informou que seguirá apurando responsabilidades dentro de suas competências legais. O resultado das investigações pode levar à aplicação de sanções administrativas e à comunicação às autoridades competentes. 

Procurado pelo Seu Dinheiro, o Banco Pleno não retornou o pedido de posicionamento. O espaço segue aberto.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CONFIANÇA RENOVADA

Embraer (EMBJ3) pode voar ainda mais alto: JP Morgan eleva preço-alvo e vê potencial de alta de 30%

10 de março de 2026 - 13:09

Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves

CRISE FINANCEIRA

Cosan (CSAN3) trava queda de braço com Shell sobre capitalização da Raízen (RAIZ4): “Formato atual não resolve”, diz CEO

10 de março de 2026 - 11:58

Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis

TENTATIVA DE RESPIRO

Após rombo bilionário do Master, Banco de Brasília (BRB) tenta captar R$ 8,9 bilhões para reforçar o caixa

10 de março de 2026 - 11:24

Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações

DÍVIDAS BATENDO À PORTA

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fecha acordo de recuperação extrajudicial com credores para negociar dívidas de R$ 4,5 bilhões; o que deu errado?

10 de março de 2026 - 9:08

A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas

BALANÇO DO 4T25

Conta da crise na Raízen (RAIZ4) chega à Cosan (CSAN3): prejuízo da holding de Ometto vai a R$ 5,8 bilhões no 4T25

10 de março de 2026 - 7:58

Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço

BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar