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Segundo o FGC, cerca de 160 mil credores poderão ser ressarcidos após a liquidação do Banco Pleno; veja os próximos passos

O rombo no caixa do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) continua a crescer desde o início da crise no conglomerado do Banco Master. Com a liquidação do Banco Pleno, o fundo prevê o desembolso de quase R$ 5 bilhões em pagamentos de garantias a investidores da instituição.
Segundo o FGC, há uma base de cerca de 160 mil credores que poderão ser ressarcidos após a liquidação do Pleno, no montante de quase R$ 4,9 bilhões.
A instituição financeira, que há pouco tempo ainda era ligada ao Banco Master e passou a liderar a lista de CDBs mais rentáveis do Brasil em janeiro, teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (18).
Com mais esta liquidação, o rombo no fundo garantidor já beira os R$ 55 bilhões desde o começo da derrocada do conglomerado de Daniel Vorcaro.
Os pagamentos aos credores do Pleno terão início assim que o levantamento de dados dos credores for concluído e enviado ao FGC.
O Banco Pleno já foi conhecido como Banco Voiter e tem ligação com o Master. De acordo com o site da instituição, ele nasceu em 2019 “a partir do inconformismo ao perceber que o mercado demandava um banco com uma visão moderna e consultiva”.
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Antes da liquidação do conglomerado Master, o Pleno foi vendido a Augusto Lima, empresário que foi sócio do banqueiro Daniel Vorcaro no Master. Lima chegou a ser preso no mesmo dia em que Vorcaro foi detido e é investigado no mesmo inquérito.
Apesar disso, por não fazer mais parte do mesmo conglomerado prudencial, os valores a receber não se somam ao Master no limite de R$ 250 mil por instituição, como ocorreu com o will bank.
Contudo, os investidores devem se atentar ao teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos, que é estipulado pelo FGC no caso de múltiplas quebras de instituições no mesmo período.
Enquanto o Fundo passa pelo processo de receber a relação dos beneficiários e devidos valores, os credores já podem realizar o cadastro básico no aplicativo do FGC. A partir disso, as etapas são as seguintes:
Nesse período inicial, depositantes e investidores podem realizar o cadastro básico no aplicativo do FGC e aguardar as notificações sobre as próximas etapas.
O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, para o total de depósitos e créditos contemplados nele em cada instituição ou conglomerado prudencial associado. Além disso, há um teto de R$ 1 milhão por período de quatro anos.
Os instrumentos garantidos incluem, entre outros, conta corrente, poupança, Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), conforme regulamento.
*Com informações do Money Times.
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