Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

REPORTAGEM ESPECIAL

Depois do will bank, outros bancos digitais podem quebrar? Por que nomes como Nubank, Neon e Mercado Pago são diferentes

O Seu Dinheiro consultou especialistas no setor financeiro para entender se há, de fato, um risco real para os bancos digitais no Brasil. Por que a resposta unânime é “não”?

Camille Lima
Camille Lima
27 de janeiro de 2026
10:13 - atualizado às 16:10
will bank, liquidado pelo Banco Central.
will bank, liquidado pelo Banco Central. - Imagem: Reprodução/Instagram

liquidação do will bank, na semana passada, reacendeu um velho fantasma do sistema financeiro: o medo de contágio. Nas redes sociais, comentários sobre a possível quebra de outros bancos digitais se multiplicam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A insegurança já aparece em conversas informais e virou conversa de bar. Ou de restaurante. Quando fui jantar recentemente, em São Paulo, um garçom questionava o cliente da mesa ao lado: “E se o Nubank quebrar? Não é melhor sacar tudo?”. 

O tom vem sendo de pânico — ingrediente clássico de uma corrida bancária, capaz de derrubar até instituições saudáveis quando o temor coletivo se sobrepõe aos fatos. 

Foi diante desse clima que o Seu Dinheiro decidiu ir além do ruído. A pergunta que guiou esta reportagem é simples: há, de fato, um risco real para os bancos digitais no Brasil? E mais: faz sentido migrar todo o dinheiro para os grandes bancos tradicionais neste momento?

Para responder, ouvimos especialistas que acompanham de perto o sistema financeiro: Roberto Luis Troster, sócio da consultoria Troster & Associados e ex-economista-chefe da Febraban e da Associação Brasileira de Bancos (ABBC); Ricardo Hammoud, economista e professor da FGV; Luis Miguel Santacreu, analista da agência de classificação de risco Austin Rating; e Alexandre Jorge Chaia, professor do Insper.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Will bank foi só o primeiro? Qual o risco de outros bancos digitais quebrarem 

Enquanto rolava pelas redes sociais, me deparei com um comentário: “nunca confie em um banco que não tem agência física para jogar uma pedra se precisar”. Era brincadeira, claro. Mas ajudou a fomentar a histeria. 

Leia Também

Antes de tudo, é importante colocar os fatos em perspectiva. Fraudes, má gestão e operações temerárias não são exclusividade de bancos digitais.

O próprio Banco Master, epicentro da crise recente, possuía licença bancária e ponto físico no coração do mercado financeiro paulista.

Além disso, no passado, instituições tradicionais também colapsaram, como os bancos Santos e Econômico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os especialistas ouvidos pela reportagem, isso deixa claro que o modelo digital não é, por si só, mais arriscado. O risco mora na governança e na gestão dos negócios. 

Outro ponto central: não há risco sistêmico. Até o momento, o Banco Central não identificou possibilidade de contágio que ameace o sistema financeiro nacional como um todo. Em outras palavras, o problema não é “espalhável” apenas porque uma instituição é fintech

Na prática, o sistema reagiu bem. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) cumpriu seu papel, os investidores foram protegidos, e não houve uma corrida generalizada aos bancos.  

A sensação de sucessivas quebras vem de outro fator: instituições relacionadas de alguma forma ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro estão sucumbindo, uma a uma.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não se trata de uma quebra em série de vários bancos, mas da queda de um grupo econômico que envolvia não só as próprias empresas ligadas ao mercado mas também as que operavam em sua órbita”, explica Alexandre Chaia, do Insper. “Essa situação não está espalhada pelo mercado; é uma operação restrita a um grupo econômico que cometeu erros e gerou um problema.” 

Segundo Chaia, o Banco Central agiu para impedir qualquer efeito dominó. “O regulador já vinha elevando as exigências mínimas de capital para instituições menores, reforçando a segurança do sistema antes mesmo do caso Master. As que não conseguiram se adequar precisaram se fundir ou encerrar atividades. O BC está hoje muito mais rigoroso.”

Bancos digitais são mais arriscados? A resposta curta é: não necessariamente 

Desde a crise envolvendo o Banco Master e o will bank, uma dúvida passou a dominar as conversas: é arriscado deixar dinheiro ou investir em CDBs de bancos digitais? Como quase tudo no mercado financeiro, a resposta é: depende. 

O simples fato de uma instituição ter nascido no ambiente digital não significa que ela esteja fadada ao fracasso. Nos últimos anos, o Banco Central estimulou a entrada de novos players para aumentar a concorrência — o que trouxe ganhos ao consumidor, como a redução de tarifas e a popularização de serviços gratuitos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, o Brasil conta com mais de 1,7 mil fintechs, a maioria regulada pelo Banco Central.   

Esse processo, porém, exigiu concessões. Para permitir a consolidação desses novos entrantes, o regulador foi, por um período, menos rigoroso com instituições de menor porte. Agora, o cenário mudou.

“Houve um freio de arrumação”, diz Chaia. “Depois de episódios como Master e Reag, o Banco Central mudou para consertar as brechas e voltar a ter controle antes de uma próxima onda de expansão. Se houvesse risco sistêmico, o BC já teria intervido em outras instituições.” 

Na visão de Ricardo Hammoud, da FGV, o que está em curso é uma separação clara entre instituições sérias e modelos criados apenas para práticas ilícitas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos vendo o joio ser separado do trigo. Bancos que inovaram, aproximaram o cliente e reduziram custos — como Nubank e XP — não têm nada a ver com empresas usadas como instrumentos de fraude.”

Para ele, o momento é até positivo: “A fiscalização mostrou que funciona. Não é correto dizer que todas as fintechs vão quebrar ou que o dinheiro dos clientes está ameaçado.”

Então, onde mora o risco? 

Segundo Hammoud, a confusão surge porque muitos bancos digitais são mais jovens e menores do que gigantes como Itaú ou Banco do Brasil, que acumulam décadas de operação. “O risco não vem do fato de serem digitais, mas do porte e da maturidade. É uma correlação, não uma causa.” 

Isso torna ainda mais importante saber avaliar a saúde financeira da instituição antes de colocar dinheiro nela. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bancos digitais: como avaliar o risco antes de colocar meu dinheiro neles? 

O economista Roberto Troster chama atenção para um problema adicional: hoje, o investidor tem menos informações públicas do que no passado. O Banco Central reduziu a divulgação de dados no sistema IF.Data, omitindo dados vitais sobre carteiras de crédito, níveis de risco e perfil dos tomadores. 

No entanto, há alguns indicadores que mostram se um banco digital está saudável — ou não. 

Como analisar os indicadores de saúde financeira? 

  1. Balanço auditado disponível no site da instituição;
  1. Rating de crédito atribuído por agências independentes; 
  1. Patrimônio líquido: Verificar se é positivo; 
  1. Inadimplência: Qual o nível de atrasos na carteira de crédito; 
  1. Ativos líquidos: Se a instituição possui recursos disponíveis para honrar os depósitos; 
  1. Lucratividade: Se a instituição gera lucro ou prejuízo; 
  1. Eficiência operacional: Se as receitas são suficientes para cobrir as despesas; e 
  1. Governança: Quem são os sócios e os donos da instituição. 

É preciso destacar que prejuízo, isoladamente, não é um pecado — especialmente no mundo digital.  

“O Nubank, por exemplo, nasceu com prejuízos planejados. O foco inicial era ganhar escala. Só depois vieram os produtos rentáveis. O prejuízo inicial era um custo necessário para o crescimento”, disse Luis Santacreu, da Austin Rating. O problema surge quando o prejuízo se torna estrutural, sem perspectiva de reversão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Clientes de baixa renda não são o vilão da história 

Nas redes sociais, é comum o paralelo entre will bank e Nubank, já que ambos começaram focados em clientes desbancarizados e de menor renda. Para os especialistas, porém, essa comparação é equivocada. 

“O will bank não quebrou por atender pessoas de baixa renda, mas por estar inserido no grupo econômico do Master”, afirma Chaia. “O BC até tentou vender a operação porque via valor no negócio. O problema é que, no momento, o mercado quer fugir de qualquer coisa relacionada ao grupo.” 

É verdade que atender clientes com menor capacidade de pagamento exige mais cuidado — especialmente em um cenário de juros elevados. Mas, segundo Troster, isso é um desafio de gestão, não um defeito do modelo.

CDBs de 120% do CDI: quando devo me preocupar? 

Não existe um percentual mágico que transforme um CDB em investimento perigoso. Há títulos pagando 120% do CDI que fazem sentido — e outros, abaixo disso, que acendem alertas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lógica é simples: CDB é uma captação para financiamento do próprio banco. Instituições menores precisam pagar mais para atrair mais investidores. O problema surge quando a taxa foge completamente do padrão de instituições semelhantes. 

“Não existe almoço grátis”, resume Hammoud. “O primeiro sinal de alerta é quando uma instituição oferece vantagens excessivamente maiores do que as praticadas pelo mercado. Se algo paga muito mais do que a média por muito tempo, o investidor precisa perguntar o porquê.” 

Outro ponto importante: campanhas pontuais são normais. No mercado, não é incomum ver corretoras com CDBs “turbinados” rendendo 200% do CDI. Porém, elas possuem um teto de investimento relativamente baixo e vencimento em poucos meses — se tanto. 

O alerta surge quando taxas elevadas se tornam regra, com prazos longos. Foi o caso do Banco Master, cujos títulos tinham vencimentos de dois a três anos, com investidores exigindo retornos cada vez mais arriscados para fechar a conta. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se essa taxa alta se perpetua por anos, tanto o investidor quanto o regulador deveriam ficar alertas”, disse Chaia. 

Um dos alvos do pânico dos internautas foi o Mercado Pago, que possui hoje CDBs com rendimentos de 120% do CDI. Contudo, neste caso, o valor do investimento é baixo, limitado a R$ 10 mil, algo que costuma caracterizar as ações promocionais das fintechs que querem atrair novos clientes.

Quem pode estar em risco? 

Há duas instituições, no entanto, que entram no radar dos especialistas como alertas de maior risco: o Banco Pleno, antigo banco Voiter, adquirido em julho de 2025 por Augusto Ferreira Lima, ex-sócio e ex-CEO do Banco Master; e o Digimais, que chegou a entrar na mira de Mauricio Quadrado, também ex-sócio do Master.

“Eles estão na órbita de avaliação do Banco Central. É possível que sofram intervenções ou que o regulador solicite recapitalização aos sócios. Eles não foram liquidados ainda, mas estar na esfera de influência do Master reduz o grau de liberdade dessas instituições”, avaliou o professor do Insper. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que dizem as fintechs? A visão da ABFintechs e de bancos digitais

Em meio aos rumores, o Seu Dinheiro também entrou em contato com os principais bancos digitais do país e com a entidade que representa as fintechs no Brasil para entender suas perspectivas individuais. Você confere abaixo os posicionamentos e argumentos de cada um.

Em nota, a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) reforçou que o sistema financeiro brasileiro é seguro, diverso e regulado. A associação também afirma que, em instituições de pagamento, os recursos dos clientes ficam “segregados e protegidos”, mesmo em casos de liquidação.  

“A diversidade de fintechs fortaleceu o sistema financeiro brasileiro, ampliando a concorrência, a eficiência e a segurança das transações. O debate sobre riscos deve ser conduzido com base em informação, compreensão do arcabouço regulatório e distinção entre modelos de negócio”, afirmou, em nota. 

À reportagem, a Neon afirmou ter estrutura sólida, capital de Nível 1 próximo de 14% o que “reflete um excesso de capital e uma elevada capacidade de absorção de eventuais choques”, e rating A- pela Moody’s, além de investidores globais de peso. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A instituição não se enquadra em situações de fragilidade patrimonial ou de liquidez, mantendo-se distante da volatilidade observada recentemente em outros agentes do mercado", disse a instituição. 

Nubank, por sua vez, não respondeu diretamente à reportagem, mas destacou em comunicado oficial que não há risco de falência.

O banco digital reforçou os resultados recordes do último trimestre, com lucro líquido de US$ 783 milhões no fim de setembro de 2025, e afirmou estar entre as instituições mais bem capitalizadas da América Latina. 

“A notícia de que o Nubank estaria falindo é falsa”, disse, em nota. “Os números de crescimento consistente, a nossa receita consistente, os lançamentos de novos produtos e funcionalidades e a forte expansão da base de clientes no Brasil e em outros países provam a solidez do negócio do Nubank. [...] Em outras palavras, mais do que evidenciar a saúde financeira do Nubank, os números mostram que focar sempre nos consumidores traz, sim, bons resultados.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última semana, o Nubank se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil, com 112 milhões de clientes, o equivalente a 61% da população adulta do país, de acordo com dados do Banco Central. Além disso, a fintech foi eleita uma das ações favoritas dos analistas para investir em 2026.

Enquanto isso, o Inter destacou que “não possui nenhum vínculo acionário com as instituições citadas e reforça que foi fundado há mais de 30 anos, com posições de liquidez e capital robustas”, com patrimônio líquido de R$ 9,8 bilhões e ativos totais de R$ 91,8 bilhões.

“Como companhia de capital aberto, a empresa possui estrutura societária amplamente divulgada para consulta pública em seu site de Relações com Investidores, conforme exigido pelas regras de transparência aplicáveis a instituições financeiras listadas”, disse o banco, em nota. 

Recentemente, o Inter também recebeu aprovação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para abrir uma agência bancária internacional em Miami, Flórida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Mercado Pago destacou que "é uma empresa sólida e segura, com operação fundamentada em um modelo de negócio sustentável e na integração com o Grupo Mercado Livre".

Hoje, a varejista é a empresa mais valiosa da América Latina, com um valor de mercado superior a US$ 112 bilhões, com consecutivos resultados positivos.

"Atendemos aos mais altos padrões de governança, transparência e controle, além de responder às regulações do SEC [Comissão de Valores Mobiliários] dos Estados Unidos, Banco Central do Brasil e auditorias externas independentes", diz a fintech.

Segundo o Mercado Pago, a licença de Instituição Financeira permite a emissão de CDBs lastreados em "instrumentos tradicionais e de alta liquidez", garantidos pelo FGC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, 100% do saldo dos clientes nas contas de pagamento é mantido em títulos públicos federais ou em depósitos no Banco Central, o que garante liquidez imediata aos investidores.

"O Conglomerado Prudencial Mercado Pago segue de forma rigorosa todos os requisitos de requerimento de capital, liquidez e garantias definidos pelo Banco Central, o que reforça a robustez, a sustentabilidade e a segurança da nossa operação e garantindo a inovação tecnológica do Mercado Pago esteja sempre aliada à máxima proteção do patrimônio de nossos clientes", acrescentou.

Enquanto isso, o PagSeguro/PagBank afirmou ao Seu Dinheiro que tem "diversas licenças de funcionamento concedidas pelo BC, incluindo, desde 2019, a de banco múltiplo.

Vale destacar que o conglomerado também tem capital aberto na bolsa norte-americana, o que o deixa sujeito às exigências de governança da SEC, a CVM dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano passado, a ação PAGS34 foi eleita como uma das ações mais recomendadas dos analistas do Goldman Sachs para renda passiva. Outro ponto que ajuda a sustentar a confiança é o fato de a fintech ter recebido nota AAA, a avaliação máxima em escala nacional, das três principais agências internacionais de classificação de risco.

Por fim, o C6 Bank — que, embora tenha nascido no ambiente digital, possui licença como um banco tradicional — reforçou que opera como banco desde o seu lançamento, quando recebeu licença do Banco Central para atuar como banco múltiplo.

"O C6 Bank nunca foi uma fintech. Somos uma instituição financeira completa que adota um modelo de negócio com receitas diversificadas", afirmou o C6.

Vale lembrar que o banco digital possui como sócio estratégico o gigante norte-americano JP Morgan Chase, que comprou participação de 40% no negócio em 2021 e elevou a fatia para 46% dois anos depois.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, em 2024, o C6 conseguiu entregar seu primeiro lucro anual, de R$ 2,3 bilhões, e manteve a operação lucrativa desde então.

Em setembro, o banco digital conquistou uma revisão positiva de nota de crédito pela agência de classificação de risco S&P, que elevou o rating de brA+ para brAA-, mantendo a perspectiva da nota estável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PIZZA FATIADA

O ‘milagre’ da multiplicação na Sabesp (SBSP3): uma ação pode virar cinco; entenda se o acionista ganha mais com isso 

27 de abril de 2026 - 19:44

A empresa de saneamento de São Paulo vota nesta terça-feira (28) o desdobramento de seus papéis, e o Seu Dinheiro conta como funciona o ajuste de preço, as datas de corte e o impacto para quem já tem SBSP3 na carteira

TCHAU, SÓCIOS

A estratégia da Petrobras para dominar o pré-sal de Jubarte por quase US$ 1 bilhão

27 de abril de 2026 - 19:06

Ao tirar Shell, ONGC e Brava do Campo de Argonauta, a estatal elimina as burocracias de negociação, simplifica a gestão e encerra processos de equalização que costumam dar dor de cabeça (e tomar tempo) para as petroleiras

TEM MAIS PELA FRENTE?

O ‘apagão chinês’ que está forjando a virada da Usiminas (USIM5) — ação ainda pode saltar 30%

27 de abril de 2026 - 17:13

Para analistas do UBS BB, tarifas antidumping contra a China e preços mais altos podem destravar valor para USIM5; Morgan Stanley está menos otimista

NEM LUXO, NEM BÁSICO

Santander (SANB11) vai à caça da média alta renda: banco quer levar cliente ‘do meio do caminho’ ao topo — e dobrar o Select até 2028

27 de abril de 2026 - 15:48

Com novo programa de recompensas e benefícios, banco quer fisgar cliente que fica no meio do caminho entre varejo e private, afirmou Thiago Mendonça ao Seu Dinheiro; veja a estratégia

INVESTIR PARA CRESCER

Nubank (ROXO34) anuncia investimentos de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026; para onde irá este dinheiro?

27 de abril de 2026 - 13:15

Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos

ALTA RENDA NO RADAR

Na rota do luxo entre Brasil e Miami: JHSF (JHSF3) compra operação de aviação executiva nos EUA e reforça ambições internacionais

27 de abril de 2026 - 12:01

A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia

AÇÕES COMO GARANTIA

Do grupo Mover ao Bradesco BBI: acionistas da Motiva (MOTV3) vendem participação para pagar dívida bilionária

27 de abril de 2026 - 10:57

A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover

NEGOCIAÇÕES ACALORADAS

O nó da Raízen (RAIZ4): empresa faz nova proposta aos credores, mas bate o pé para manter Ometto no comando, diz jornal

27 de abril de 2026 - 10:01

A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária

SAI LATACHE, ENTRA MAK

Oncoclínicas (ONCO3): sócio da Latache renuncia aos cargos de vice-presidente, CFO e diretor de RI

27 de abril de 2026 - 9:28

A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino

PRÉVIA DOS BALANÇOS

Itaú (ITUB4) vai ser o grande destaque da safra do 1T26 ou o Bradesco (BBDC4) encosta? O que esperar dos balanços dos bancos

27 de abril de 2026 - 6:11

Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos

DE OLHO NA AGENDA

Temporada de balanços ganha força: Vale (VALE3), Santander (SANB11) e WEG (WEGE3) divulgam resultados; veja o calendário da semana

26 de abril de 2026 - 16:42

Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade

REGRAS DO MERCADO

Por que a Ecopetrol não precisa fechar o capital da Brava Energia (BRAV3)?

25 de abril de 2026 - 16:02

As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle

FUSÕES

Sabesp (SBSP3) avalia transformar a EMAE em uma subsidiária integral

25 de abril de 2026 - 14:25

A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca

COMPRA OU VENDA?

Rali do Bradesco (BBDC4) impressiona, mas XP mantém pé no freio e prefere ficar de fora

25 de abril de 2026 - 12:45

Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4

FIM DA NOVELA?

Petrobras (PETR4) e IG4 selam acordo pela Braskem (BRKM5); XP diz que movimento pode “destravar” reestruturação

24 de abril de 2026 - 19:50

Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem

A CERVEJA ESQUENTOU

Nem a Copa do Mundo salva a Ambev (ABEV3): Safra rebaixa ação e aumenta preço-alvo

24 de abril de 2026 - 16:15

Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo

VALE A PENA?

Brava (BRAV3) pode ter novo dono: colombiana compra 26% da junior oil e propõe OPA; o que muda para o investidor?

24 de abril de 2026 - 9:54

A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%

O ÚLTIMO A SAIR...

Sem CEO e sem CFO? Alliança Saúde (AALR3) vive onda de renúncias no comando; presidente sai após menos de um ano no cargo

24 de abril de 2026 - 9:26

Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa

SINAL AMARELO

Adeus, compra: JP Morgan rebaixa Klabin (KLBN11) e elege única favorita em papel e celulose; veja qual

23 de abril de 2026 - 19:45

Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente

PONTO DE VIRADA

Depois de cortar 80% da dívida, Ocyan mira novos contratos da Petrobras (PETR4); estratégia pode até gerar dividendos

23 de abril de 2026 - 16:32

Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia