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Levantamento da Robert Half revela que 58% dos recrutadores já eliminaram candidatos por inconsistências – e mostra quais são as cinco mentiras mais comuns
Usar inteligência artificial (IA) para montar o currículo pode até ajudar a organizar melhor as informações e deixar o candidato mais atraente para uma vaga de emprego. Mas o excesso da tecnologia joga contra os profissionais. Currículos “perfeitos demais” já estão levantando suspeitas entre recrutadores — e podem custar a vaga.
É o que aponta um levantamento da Robert Half, feito com 774 profissionais, divididos entre recrutadores e trabalhadores empregados.
Segundo a consultoria, informações exageradas ou desalinhadas com a experiência real estão entre os principais problemas identificados nos processos seletivos.
E não é só no papel que isso aparece. Durante as entrevistas, alguns comportamentos têm denunciado o uso excessivo de IA na preparação dos candidatos. Entre os sinais mais comuns estão:
Para Marcela Esteves, diretora da consultoria, a tecnologia pode ser uma aliada.
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“Há diversos recursos que auxiliam na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta”, afirma.
“Quando o documento se distancia demais da trajetória de um candidato, isso se torna evidente rapidamente durante as entrevistas e, por fim, prejudica sua reputação.”
Entre as inconsistências mais comuns encontradas pelos recrutadores, cinco pontos se destacam:
Apesar do resultado, a maioria dos candidatos diz jogar limpo: 74% afirmam nunca ter omitido ou distorcido informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, e 10% dizem que chegaram a considerar essa possibilidade.
Entre os recrutadores, o impacto é direto: 58% afirmam já ter eliminado candidatos ao identificar inconsistências ou informações falsas.
Para quem admite ter alterado — ou pensado em alterar — o currículo, os principais motivos são:
O cenário reforça um ponto central: dá para usar IA, mas sem perder a autenticidade.
“Os processos de seleção continuam baseados em consistência, experiência e transparência, o que reforça o cuidado necessário por parte do recrutador ao revisar currículos e entrevistar candidatos individualmente”, diz Esteves. “O fator humano segue como peça-chave nessa equação."
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