O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
Quando o petróleo dispara antes mesmo de a segunda-feira (20) engrenar, o mercado já sabe que a geopolítica estará no comando — o que coloca os investidores em modo defensivo na abertura desta semana.
A escalada das tensões no Oriente Médio voltou ao centro do radar após o acordo firmado na última sexta-feira (17) entre Estados Unidos, Israel e Irã mostrar-se mais frágil do que o esperado.
Bastaram poucas horas de fim de semana para que os embates fossem retomados — e, com eles, a volatilidade.
O reflexo veio rápido. O petróleo chegou a saltar mais de 5% pela manhã, reacendendo o temor de interrupções no fornecimento global.
Enquanto isso, os rendimentos das Treasurys — os títulos de dívida do governo norte-americano — também avançavam, em meio à busca por proteção e reprecificação de riscos.
O que parecia um alívio temporário na sexta-feira (17) perdeu força. No fim de semana, os EUA intensificaram sua presença na região ao interceptar e apreender um navio cargueiro de bandeira iraniana no Golfo de Omã.
Leia Também
A ação, segundo o presidente norte-americano Donald Trump, foi uma resposta a uma tentativa de romper o bloqueio naval imposto a portos iranianos.
Do outro lado, o Irã reagiu elevando o tom. Teerã rejeitou uma nova rodada de negociações — que estava prevista para ocorrer no Paquistão —, alegando exigências excessivas por parte dos norte-americanos.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou nesta segunda-feira que Teerã não tem planos, neste momento, de participar de uma nova rodada de negociações. Segundo ele, as declarações contraditórias do governo americano levantam dúvidas sobre a credibilidade das tratativas.
Em paralelo, o comando militar iraniano elevou o tom ao afirmar que está preparado para uma resposta “decisiva” após a apreensão do navio. Ainda assim, indicou que uma ação imediata foi adiada devido ao risco para civis a bordo.
Além disso, autoridades iranianas indicaram a possibilidade de retomar restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o fluxo global de petróleo.
O Estreito de Ormuz não é apenas um ponto no mapa: é uma das principais rotas do comércio global de petróleo. Por isso, qualquer sinal de restrição por ali tende a reverberar rapidamente nos preços da commodity.
Os contratos futuros do Brent, referência internacional, e do WTI, nos Estados Unidos, operavam em forte alta nesta manhã, refletindo o aumento da percepção de risco.
Por volta das 9h15, o barril do Brent para junho saltava 4,98%, cotado a US$ 94,88. No mesmo horário, os contratos do WTI para junho subiam 5,33%, a US$ 86,99.
Apesar do salto, o petróleo ainda permanece abaixo da marca simbólica de US$ 100 — um nível que, quando rompido, tende a intensificar ainda mais as preocupações globais com inflação e juros.
A deterioração do cenário reacende um velho temor: o de que choques de oferta possam pressionar preços e dificultar o trabalho de bancos centrais mundiais, especialmente em um momento em que a trajetória dos juros ainda está em aberto.
A alta do petróleo não veio sozinha. O movimento foi acompanhado pela derrocada nas bolsas globais, avanço do dólar e alta nos rendimentos das Treasurys — um combo típico de aversão ao risco.
Como de costume, em meio à volatilidade, investidores tendem a reduzir exposição a ativos mais sensíveis ao crescimento e a buscar proteção diante das incertezas.
No Brasil, o cenário externo tende a ditar o tom do pregão. Com agenda esvaziada e liquidez reduzida por conta do feriado, a bolsa brasileira deve operar “a reboque” dos movimentos globais.
Ainda assim, há um fator que pode amenizar perdas: o próprio petróleo. A valorização da commodity tende a beneficiar diretamente a Petrobras, que tem peso relevante no Ibovespa.
Os ADRs (recibos de ações) da estatal brasileira já indicavam alta de quase 2% no pré-mercado em Nova York, refletindo esse movimento.
*Com informações de Money Times e Estadão Conteúdo.
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda