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Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
O governo do Irã anunciou neste sábado (18) que fechou totalmente o Estreito de Ormuz, revertendo a decisão de abertura tomada apenas um dia antes. O Comando Militar Central Khatam Al-Anbiya informou à agência iraniana Tasnim que a via marítima retornou ao "estado anterior", ficando sob gestão e controle das forças armadas iranianas.
A marinha iraniana já emitiu alertas via rádio para que nenhuma embarcação mercante tente realizar a travessia sem aprovação prévia.
A medida é uma retaliação direta à manutenção do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos. Segundo as autoridades de Teerã, a reabertura anterior havia sido um gesto de "boa-fé", mas a permanência do cerco norte-americano foi classificada como atos de "banditismo e pirataria", sob o pretexto de "um suporto bloqueio".
O clima de tensão escalou rapidamente, com relatos de que ao menos duas embarcações indianas, transportando 2 milhões de barris de petróleo iraquiano, foram alvos de tiros disparados por lanchas da Guarda Revolucionária enquanto tentavam navegar pela região.
🚨 BREAKING
Iran's Central Military HQ:
Iran agreed to allow a limited number of ships to pass through the Strait of Hormuz according to agreements.#But U.S. did not fulfill their obligations.
🚨 So, the Strait of Hormuz is now #closed again and passage requires IRAN approval.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— IRIB (Islamic Republic of Iran Broadcasting) (@iribnews_irib) April 18, 2026
O novo bloqueio enterra o otimismo de sexta-feira (17), quando o Irã permitiu o trânsito controlado de navios pelo Estreito de Ormuz.
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Também na sexta, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que o bloqueio militar norte-americano, em vigor no Estreito de Ormuz desde segunda-feira (13), iria continuar mesmo após o Irã anunciar a reabertura total da rota marítima.
A situação indica um novo impasse, visto que a reabertura do Estreito de Ormuz é uma das principais reivindicações dos Estados Unidos nas negociações travadas pelas duas partes.
Trump falou nesta semana que uma nova reunião com o Irã pode ocorrer ao longo do fim de semana, reforçando o otimismo por um acordo. Ele acrescentou que não espera precisar estender o cessar-fogo de duas semanas para alcançar um acordo, prevendo uma solução “em breve”, mas acrescentou que, se necessário, o fará.
Além disso, Trump também disse que proibiu Israel de realizar novos bombardeios contra o Líbano. No entanto, ataques no sul do país foram registrados na manhã deste sábado (18), após o acordo de cessar-fogo entre os dois países.
*Com informações do G1 e da CBN.
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
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