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Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Em um início de ano marcado por uma enxurrada de recursos estrangeiros no país, o Ibovespa registrou recorde atrás de recorde, marcando um dos melhores bimestres das últimas décadas. Os fundos imobiliários, porém, ficaram para trás.
Esse movimento pode ser explicado por fatores técnicos e setoriais, mas que pode abrir espaço para oportunidades à medida que o mercado passa a discutir o início de um ciclo de cortes da Selic.
“Diferentemente do mercado de ações, os fundos imobiliários tiveram uma performance mais modesta em 2026, com alta próxima de 3% para o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix)”, afirma Caio Araújo, analista da Empiricus Research.
Segundo ele, um dos fatores por trás desse descompasso é a forte presença de capital estrangeiro nas empresas listadas na bolsa — fluxo que impulsiona o mercado acionário, mas tem impacto limitado no universo dos FIIs.
Esse cenário deixa muitos investidores com uma dúvida inevitável: afinal, o que fazer agora com os fundos imobiliários?
No ranking deste mês dos FIIs mais recomendados pelas corretoras e casas de análise, um nome dominou sozinho os holofotes: o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11).
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Com quatro recomendações, o fundo é focado em ativos de renda fixa imobiliária, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).
| Ativa | Kinea Índices de Preços (KNIP11) | Kinea Hedge Fund (KNHF11) | HSI Malls (HSML11) |
| Daycoval | XP Logística (XPLG11) | Guardian Logística (GARE11) | Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) 🥇 |
| Santander | Tellus Properties (TEPP11) | Pátria Recebíveis Imobiliários (HGCR11) | Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) 🥇 |
| Empiricus | Bresco Logística (BRCO11) | Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) | Kinea Securities (KNSC11) |
| EQI | Hedge Top FOFII 3 FII (HFOF11) | Maua Capital Real Estate (MCRE11) | Vectis Juros Real (VCJR11) |
| Monte Bravo | Bradesco Carteira Imobiliária Ativa (BCIA11) | BTG Pactual Logistica (BTLG11) | JS Real Estate (JSRE11) |
| RB Capital | Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) 🥇 | Kinea Índices de Preços (KNIP11) | RBR High Grade (RBRR11) |
| Terra Investimentos | Capitania Securities II (CPTS11) | JS Real Estate (JSRE11) | Vectis Juros Real (VCJR11) |
| XP Investimentos | Mauá Capital Recebíveis (MCCI11) | RBR High Grade (RBRR11) | Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) 🥇 |
| Rico | XP Crédito Imobiliário FII (XPCI11) | RBR Plus Multiestratégia (RBRX11) | Tellus Properties (TEPP11) |
*Entendendo o FII do Mês: Todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 fundos imobiliários, os analistas indicam os seus três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com mais indicações.
Com um patrimônio líquido de R$ 10,97 bilhões, o KNCR11 é visto como uma alternativa defensiva em um ambiente de juros elevados no Brasil.
A estratégia tende a preservar a geração de renda em cenários de Selic alta e a reduzir a volatilidade em momentos de estresse no mercado de fundos de tijolo.
“Pela ótica quantitativa, o KNCR11 apresenta histórico consistente de distribuição [de dividendos], risco de crédito controlado, elevada liquidez de mercado e um perfil de renda ajustado à taxa básica de juros — o que garante correlação positiva com a Selic e reduz impactos de mudanças no ciclo monetário”, afirma Gabriel Augusto Mollo, analista do Daycoval.
“Mesmo em um ambiente de queda gradual dos juros, o fundo segue competitivo frente a alternativas de crédito privado e tende a preservar atratividade, beneficiando-se de spreads saudáveis, renegociações seletivas e potencial de manutenção de dividendos acima da média dos FIIs de papel”, acrescenta.
Para o banco, o KNCR11 permanece bem posicionado como uma opção defensiva para investidores que buscam renda estável, preservação de capital e menor volatilidade no curto e médio prazo.
A XP Investimentos também recomenda o fundo com base em alguns pilares: equipe de gestão experiente, carteira de crédito pulverizada e de baixo risco, estrutura robusta de garantias e um carrego ainda atrativo diante da perspectiva de juros elevados — além de menor volatilidade em relação a outros fundos do segmento.
Segundo a XP, o destaque do último mês ficou com os fundos de tijolo, que avançaram 1,65%, puxados principalmente pelos fundos de shoppings (+2,20%) e de logística (+2,16%).
Os fundos de fundos (FoFs) também tiveram desempenho positivo, com alta de 1,73%, enquanto os fundos multiestratégia subiram 0,54%.
Já os fundos de papel avançaram 1,22%, mesmo em um período historicamente pressionado pela sazonalidade mais baixa da inflação — que costuma reduzir as distribuições nos primeiros meses do ano.
Apesar disso, muitos desses fundos ainda negociam com desconto em relação ao valor patrimonial e oferecem rentabilidades implícitas consideradas atrativas.
Os fundos de lajes corporativas, como o TEPP11, tiveram desempenho mais moderado em fevereiro, com alta de 0,43%. Ainda assim, os fundamentos do segmento seguem positivos, impulsionados pela retomada gradual do trabalho presencial.
“O que reforça nossa preferência aqui é a combinação de preço de negociação atrativo, dividend yield convidativo, perspectiva de aumento dos rendimentos em 2026 e uma gestão ativa eficiente”, afirma Maria Giulia Figueiredo, analista de research da Rico.
O Santander também aumentou sua exposição ao TEPP11 em março. Segundo o banco, o fundo reúne um dos portfólios mais relevantes de escritórios corporativos dentro do universo de FIIs.
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