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Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Quem olha para o fluxo de dinheiro estrangeiro que está entrando no Ibovespa pode achar que o Brasil virou o grande protagonista dos mercados emergentes em 2026. Considerando as bolsas da América Latina no acumulado do ano, isso é verdade. Mas quando se olha para os emergentes globais, o Brasil está no top 3, mas não é o número um.
De um lado, o investidor estrangeiro despeja bilhões de reais no mercado acionário brasileiro, mês após mês, como não se via há anos. Mas o maior volume financeiro dos fundos globais está indo para o outro lado do mundo — mais especificamente, para a Coreia do Sul.
A bolsa coreana disparou mais de 55,1% desde janeiro, com altos e baixos bastante intensos.
No início da guerra entre Irã e Estados Unidos, o Kospi chegou a acionar o circuit breaker e interromper temporariamente as negociações diante de um movimento de saída muito forte. Neste dia, o principal índice da bolsa do país derreteu 12,1%.
Ainda assim, o saldo da bolsa coreana é extraordinário em um período de 12 meses: alta de 191,5%, segundo dados do relatório Market Data Monitor, do Itaú BBA.
Em 2026, o Brasil voltou ao radar dos fundos estrangeiros e passou a fazer das carteiras globais. Desde janeiro, os investidores estrangeiros já colocaram R$ 68 bilhões em ações brasileiras.
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Segundo o relatório do BBA, considerando abril, foram quatro meses consecutivos com entradas acima de R$ 10 bilhões — uma sequência que não é trivial nem mesmo em ciclos historicamente positivos para o Ibovespa.
Só nos primeiros quinze dias de abril já entraram R$ 14,7 bilhões, sendo R$ 11,5 bilhões concentrados em apenas cinco pregões.
Esse fluxo colocou o Brasil na primeira posição de captação estrangeira na América Latina, à frente de mercados como México, Chile e Colômbia.
O protagonismo do Brasil não é por acaso. O país combina três fatores que os gestores globais gostam de ver, segundo o BBA: preços ainda considerados relativamente baratos, empresas grandes e líquidas e uma melhora gradual na percepção de risco.
O resultado é um fluxo consistente, menos especulativo e mais estrutural, com tendência a se prolongar ao longo do tempo.

Apesar do forte apetite estrangeiro pelo Brasil, o desempenho do Ibovespa está bastante abaixo do líder dos emergentes.
Quem ocupa o topo do ranking é a Coreia do Sul, com uma valorização de 55,1%. Taiwan vem logo atrás, com 29,7%, seguido de perto pelo Brasil e seus 28,9%.
A preferência dos fundos globais pela Coreia do Sul e pelo índice Kospi está no tipo de bolsa que cada país oferece.
A Coreia do Sul é um mercado altamente exposto a tecnologia, especialmente às empresas ligadas a semicondutores, setor em alta nas teses de investimento em inteligência artificial, hardware e digitalização.
Além disso, os países asiáticos têm uma posição maior nos fundos de índice (ETF) de mercados emergentes — principal instrumento de alocação dos fundos globais.
O MSCI Emerging Markets, por exemplo, tinha 15,4% de posição na Coreia do Sul no final de março, três vezes mais do que os 5,15% de posição em Brasil.
Taiwan — segundo lugar no ranking de performance emergente — tem uma posição ainda maior que a dos dois países no MSCI EM, de 22,53%. Porém, é uma posição muito concentrada em uma empresa específica, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), que tem 13% da alocação do índice.
Em contraponto ao otimismo estrangeiro com o Brasil está o pessimismo do investidor local.
Os dados do relatório do Itaú BBA mostram que os investidores institucionais brasileiros — como fundos de pensão e grandes gestores locais — vêm reduzindo exposição a ações.
Enquanto os estrangeiros registram R$ 68 bilhões de entrada líquida, os fundos de ações registram R$ 7,14 bilhões de saída no acumulado do ano.
Por outro lado, os fundos de renda fixa tiveram R$ 154 bilhões de entrada no mesmo período.
Na prática, isso deixa claro que o rali do Ibovespa em 2026 é financiado quase exclusivamente pelo dinheiro estrangeiro. O investidor local, continua concentrado na renda fixa.
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