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Crise econômica, racha no MAS e ausência de Evo Morales transformam a eleição deste domingo em uma disputa aberta e histórica

A Bolívia volta às urnas neste domingo (17) em um pleito que pode redesenhar o futuro político do país. Mais de 7,9 milhões de eleitores escolhem o novo presidente e renovam todo o Congresso em meio a uma crise econômica que corrói os bolsos da população.
A inflação disparou para 24,9% em julho, os combustíveis sumiram dos postos e os supermercados apresentam prateleiras vazias. As reservas internacionais também estão em queda livre.
O descontentamento abriu espaço para uma disputa política que ameaça encerrar quase duas décadas de hegemonia da esquerda no poder.
O atual presidente, Luis Arce, decidiu não disputar a reeleição após romper com o Movimento ao Socialismo (MAS). Já Evo Morales, líder histórico do partido, foi barrado pela Justiça e agora pede votos nulos como forma de protesto.
O resultado é um campo progressista fragmentado entre duas candidaturas frágeis: o senador Andrónico Rodríguez, pela oposição, e o ex-ministro de Governo Eduardo del Castillo.
Do outro lado, a direita aparece fortalecida.
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O empresário Samuel Doria Medina, dono das franquias Burger King e Subway na Bolívia, lidera algumas pesquisas. Já o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga, que comandou o país entre 2001 e 2002, surge em empate técnico com Medina em outros levantamentos. Ambos prometem estabilizar a economia e reverter a escassez de dólares e combustíveis.
A eleição, no entanto, não deve ser resolvida já neste domingo. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa superar 50% dos votos válidos ou obter 40% com dez pontos de vantagem sobre o segundo colocado.
Como nenhum nome chega perto desses números — nenhum deles passa de 25% nas pesquisas —, a disputa deve ir para o segundo turno.
Além da presidência, o pleito também renova 130 cadeiras da Câmara dos Deputados e 36 do Senado.
A composição do Legislativo será decisiva para a governabilidade, já que o próximo presidente herdará um país mergulhado em inflação alta, reservas em queda e insatisfação popular.
O mandato presidencial e legislativo na Bolívia é de cinco anos, com posse marcada para 8 de novembro.
*Com informações do Money Times.
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