O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No segmento hospitalar, a empresa vem conseguindo manter uma alta taxa de ocupação dos leitos, mesmo com expansão
Com mais leitos, pacientes, ocupação e cirurgias, a Rede D'Or (RDOR3) impressionou acionistas com seu resultado do terceiro trimestre --- todos os parâmetros vieram acima do esperado. Analistas também mencionaram que uma possível fusão com o Fleury (FLRY3) pode impulsionar a empresa ainda mais.
Com isso, a ação da empresa de saúde está em disparada na bolsa de valores, com alta de 5,69% por volta das 12h, para R$ 46,27.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 48, alta de 3,7% em relação ao preço de hoje. O Itaú BBA também tem recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 51, potencial de 10,2% de alta.
O lucro líquido foi de R$ 1,54 bilhão entre julho e o final de setembro deste ano, um desempenho quase 32% maior que o resultado obtido no mesmo período de 2024, 20% acima das expectativas do BTG e 16% acima dos números previstos pelo Itaú BBA..
Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 3,23 bilhões, crescimento de 24,6% na comparação com o ano anterior.
No segmento hospitalar, a empresa vem conseguindo manter uma alta taxa de ocupação dos leitos, mesmo com expansão --- a rede adicionou 30 novos leitos, com acumulado de 586 no ano, chegando ao total de 10.443 leitos.
Leia Também
A ocupação chegou a 81,6%, "uma alta impressionante de 3 pontos percentuais ano a ano e 1,6 pontos acima da nossa expectativa, marcando o nível mais alto já registrado para um terceiro trimestre", escreve o BTG em relatório.
A rede tem destaque no segmento de oncologia. A receita dessa divisão cresceu 28% no ano, apoiada por um aumento de 16% no número de infusões e de 10% no ticket médio.
No total, o volume de pacientes subiu 10% em relação ao ano passado e o tíquete médio, 4%. O lucro no segmento hospitalar subiu 16%, 3 pontos percentuais acima das expectativas do Itaú BBA.
Os resultados da SulAmérica S.A. (SULA) também vieram positivos. A receita líquida teve alta de 11%, para R$ 8,5 bilhões, sustentada por maiores preços e crescimento de beneficiários em saúde de 10%, com inclusão de 68 mil novas vidas.
Tanto o BTG Pactual quanto o Itaú BBA mencionaram que a empresa poderia se beneficiar ainda mais com uma potencial fusão e aquisição.
O alvo é o Fleury (FLRY3), que está em negociações com a rede. Em outubro, a rede de laboratórios afirmou que "não há decisão da administração da empresa de suspender ou de seguir com qualquer transação envolvendo a Rede D’Or, nem que há qualquer compromisso ou documento celebrados entre a companhia e rede para uma possível operação".
Para o BTG Pactual, a ação é a mais recomendada no setor de saúde do banco, sustentada por perspectivas robustas de crescimento e melhora de rentabilidade entre os segmentos.
"Os resultados da RDOR se mostraram tão sólidos e consistentes que podem se destacar entre os melhores deste trimestre. Valorizamos a consistência e a resiliência demonstradas ao longo do ano", diz o banco.
Ainda que a ação esteja cara, negociando a um múltiplo de 17 vezes preço sobre lucro, "mantemos nossa visão construtiva para a companhia, com expectativa de alta de 20% no lucro para os próximos anos. Acreditamos que a consistência dos resultados, geração de caixa livre e potenciais consolidações de mercado mais que justificam esse múltiplo", diz o Itaú BBA em relatório.
Com Money Times
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro