O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alta das ações em 2025 não encerrou a tese: analistas revelam por que ainda vale a pena comprar PINE4 na bolsa
Depois de quase triplicar de valor na bolsa em 2025, com uma alta próxima de 170%, o Banco Pine (PINE4) voltou definitivamente ao radar dos analistas. O movimento chamou a atenção do BTG Pactual, que decidiu retomar a cobertura do papel e iniciar recomendação de compra.
O banco fixou um preço-alvo de R$ 15 por ação para o fim de 2026, o que implica um retorno total de cerca de 30%, já considerando o pagamento de dividendos.
Na leitura do BTG, apesar da performance expressiva no último ano e de um valuation que, à primeira vista, parece esticado — cerca de 2,2 vezes o valor patrimonial (P/VP) —, as ações ainda negociam a múltiplos atrativos quando observado o potencial de crescimento projetado para 2026 e 2027.
Para entender por que o BTG vê espaço para mais valorização das ações, é preciso voltar alguns anos no tempo.
Quando o investidor olhava para o Banco Pine há uma década, o retrato era bem menos animador. Entre 2015 e 2017, a instituição conviveu com níveis elevados de inadimplência em sua carteira de crédito corporativo, o que pressionou resultados.
A virada começou a ganhar forma em 2021, quando o banco voltou a registrar lucro. No ano seguinte, em 2022, o Pine aprofundou a reestruturação, apostando na qualificação da equipe, na expansão do crédito de varejo com garantias e na diversificação das fontes de funding.
Leia Também
Aos poucos, a instituição deixou para trás o perfil excessivamente concentrado em crédito corporativo e passou a operar com uma estrutura mais diversificada, equilibrada e rentável.
Na avaliação do BTG, um dos pilares dessa transformação foi a decisão de entrar cedo em um mercado que ainda engatinhava: o crédito consignado privado. Hoje, o Pine detém cerca de 6% de participação de mercado nesse segmento, com uma carteira de R$ 3,5 bilhões.
Segundo os analistas, o consignado privado tem sido o principal motor da rentabilidade elevada que o banco vem entregando nos últimos trimestres, com retornos sobre o patrimônio líquido (ROE) acima de 30%.
É esse desempenho que sustenta as projeções mais otimistas. O BTG estima um ROE anualizado de cerca de 32% em 2025, impulsionado pelo quarto trimestre, que deve fechar o ano com uma rentabilidade superior a 40%.
A expectativa é que o banco consiga manter retornos elevados ao longo dos próximos trimestres, ainda que em patamares gradualmente mais moderados.
“Embora ROEs acima de 30% não devam ser sustentáveis no longo prazo, acreditamos que os retornos podem permanecer elevados por mais tempo do que o atualmente precificado”, afirmam os analistas.
Nas contas do BTG, a rentabilidade deve recuar para 31% em 2026, 29,5% em 2027 e 26,5% em 2028 — níveis ainda bastante robustos para o setor.
Apesar do cenário construtivo, o BTG não ignora os riscos envolvidos na tese de investimento do Banco Pine.
Entre os principais pontos de atenção estão uma concorrência mais agressiva no consignado privado, a possibilidade de tetos regulatórios para as taxas de juros, desafios na execução do cross-selling de produtos e uma eventual deterioração mais rápida do que o esperado na qualidade dos ativos.
Outro fator acompanhado de perto é o capital. O banco encerrou os nove primeiros meses do ano com um capital nível 1 de 10,1%, patamar considerado relativamente apertado em comparação aos pares.
Ainda assim, esse risco pode se dissipar nos próximos meses, na leitura do BTG.
Isso porque a administração do Pine já sinalizou a possibilidade de realizar uma oferta subsequente de ações no primeiro trimestre, o que ajudaria a reforçar o capital, ampliar os colchões de segurança e melhorar a liquidez dos papéis no mercado, segundo os analistas.
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição