O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
John Rodgerson garante fluxo de caixa positivo em 2026 e 2027, enquanto reestruturação reduz dívidas em US$ 2,6 bilhões
As ações da Azul (AZUL4) viveram uma verdadeira montanha-russa nesta terça-feira (16). Depois de chegarem a cair quase 12% pela manhã, os papéis reduziram as perdas durante a tarde, impulsionados pela entrevista do CEO da companhia, John Rodgerson, à Bloomberg, na qual reforçou o otimismo com o futuro da aérea.
Segundo Rodgerson, a Azul espera voltar a lucrar nos próximos dois anos. Isso será possível graças à redução da dívida obtida com o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos e à renegociação de contratos de leasing de aeronaves.
“O fluxo de caixa da empresa melhorou significativamente”, afirmou. “Geraremos caixa em 2026. Geraremos caixa em 2027. Esse é o plano.”
De acordo com o CEO, a companhia aérea deve redirecionar seus planos de crescimento para o mercado doméstico. Paralelamente, também pretende ampliar os voos para os EUA, aproveitando a forte demanda esperada para a Copa do Mundo de futebol no próximo ano. Além disso, a Azul seguirá recebendo novas aeronaves da Airbus e da Embraer.
Na sexta-feira (12), a empresa obteve autorização judicial nos EUA para sair do Chapter 11, um dispositivo legal que permite a uma empresa reorganizar suas dívidas e contratos enquanto continua operando, com um acordo que reduz em mais de US$ 2,6 bilhões suas dívidas e obrigações de leasing.
O plano também prevê a captação de até US$ 950 milhões em novos investimentos, incluindo aportes da United Airlines e da American Airlines. Cada uma investiu US$ 100 milhões, o que lhes garantirá 8,5% do novo capital da Azul quando a companhia concluir o processo, segundo a Bloomberg Intelligence.
Leia Também
Com a redução da dívida, a Azul deve economizar cerca de US$ 200 milhões por ano em pagamentos de juros. Para Rodgerson, isso permitirá que a empresa saia mais forte da reestruturação: “Essa companhia aérea vai se fortalecer muito mais na fase final. É um plano de crescimento muito mais moderado.”
Outro ponto destacado pelo CEO é a parceria em voos codeshare com as aéreas norte-americanas, que dará acesso a mais de 100 destinos brasileiros. Ele também afirmou que não espera que o aumento da fiscalização da imigração nos EUA reduza a demanda, já que os brasileiros “adoram viajar ao país”.
Apesar do otimismo da Azul, analistas do Bradesco BBI alertam que os atuais acionistas da companhia devem enfrentar uma diluição significativa. Segundo o banco, a conversão das dívidas deixará os detentores das notas 1L com cerca de 97% da empresa e os de 2L com aproximadamente 3%, enquanto os minoritários terão sua participação bastante reduzida.
Segundo os analistas do BBI, os próximos passos incluem:
Ainda de acordo com o Bradesco BBI, as novas ações serão emitidas com um desconto de 30% sobre o valor patrimonial definido no plano. Isso deve resultar em uma diluição superior a 80% da base atual de acionistas, mudando radicalmente a estrutura de participação da companhia.
*Com informações do Money Times e Bloomberg Línea
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço