O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o anúncio sobre o início das operações da gigante suíça no Brasil, o banco analisa o impacto para as três maiores representantes do fast fashion brasileiro
Nova modelo na passarela do varejo nacional de moda, a H&M finalmente anunciou para 23 de agosto o início da operação no Brasil.
O desembarque vinha sendo bastante esperado no mercado nacional e já acendia um sinal de alerta para as três principais representantes do fast fashion brasileiro: C&A Brasil (CEAB3), Lojas Renner (LREN3) e Guararapes (GUAR3). As três vivem um bom momento na bolsa de valores e o temor é que a nova rival pudesse ‘acabar com a festa’.
Apesar do burburinho, a avaliação do Santander é que os efeitos da chegada da gigante suíça devem ser limitados. Em relatório, o banco listou alguns motivos para explicar a ‘calma’ — pelo menos por enquanto.
Desde que a empresa anunciou que chegaria ao Brasil, em 2024, a principal dúvida do mercado tem sido a estratégia de precificação da marca: será uma competição direta com a Zara ou uma abordagem mais acessível para enfrentar os três principais concorrentes locais?
Com o desembarque iminente, embora os preços das peças ainda não tenham sido amplamente divulgados, a gestão já revelou valores de referência, que ficam em torno de R$ 199.
Mesmo que ainda seja abaixo do ticket médio cobrado pela Zara, é uma faixa cerca de 40% superior em relação aos players locais, segundo os analistas.
Leia Também
“O lançamento com duas lojas e as informações iniciais sobre preços indicam um risco de lucros mínimo para Lojas Renner, C&A e Guararapes em 2025, mas um aumento bem-sucedido de escala pode remodelar a intensidade competitiva ao longo do tempo”, diz o relatório.
Apesar da intenção da H&M de competir diretamente com as empresas locais, ainda é cedo para concluir que os preços serão tão competitivos quanto o esperado pela empresa, segundo o time de análise.
Além disso, a primeira loja a ser inaugurada no Brasil, no shopping Iguatemi, terá cerca de mil metros quadrados — o equivalente à metade da área de vendas de uma loja padrão da Renner. Isso implica em uma seleção de produtos mais limitada, de acordo com os analistas.
Uma segunda loja, com o dobro do tamanho, está prevista para ser inaugurada no dia 4 de setembro no shopping Anália Franco, da Multiplan.
“As duas primeiras localizações acrescentam menos de 0,1% da área de vendas em relação ao espaço de vendas da Renner e contribuirão com volume negligenciável neste ano, limitando os ventos contrários imediatos para as empresas locais”, diz o banco.
Mas há uma ressalva: a intenção da H&M de buscar fornecedores locais e seu comprovado motor de fast fashion pode permitir uma expansão mais rápida do que as entradas estrangeiras anteriores.
“No geral, vemos a presença da H&M no Brasil como mais um tema que o mercado terá que acompanhar, além do avanço dos concorrentes asiáticos de e-commerce”, destaca o Santander.
O banco tem recomendação de compra para as ações da C&A e Lojas Renner. Para Guararapes, neutra.
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26