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O petróleo avança nesta tarde com a notícia de que os EUA poderiam se meter no conflito; postagens de Trump adicionam temor
A notícia de que o presidente norte-americano, Donald Trump, estaria cogitando “seriamente” se envolver no conflito entre Israel e Irã fez o petróleo acelerar os ganhos nesta terça-feira (17). Os contratos futuros do Brent, referência internacional de negociações, terminaram o dia com avanço de 4,40%, a US$ 76,45 o barril.
Já os futuros do petróleo WTI, referência nos EUA, subiram 4,38%, a US$ 74,84 o barril. A commodity já vinha se valorizando desde o começo do pregão — com alta na casa dos 3% —, mas a notícia envolvendo o presidente dos EUA deu um empurrão extra.
Mais cedo, a Axios noticiou que Trump está “considerando seriamente” juntar-se à guerra contra o Irã. Segundo o portal, o presidente dos Estados Unidos pode ordenar um ataque contra as instalações nucleares iranianas.
Em uma publicação em sua conta na Truth Social, Trump alertou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, que ele é um “alvo fácil” e que a paciência dos EUA está se esgotando: “mas não queremos mísseis disparados contra civis ou soldados americanos”.
Trump também afirmou que conhece a localização de Khamenei, mas que, por ora, não pretende eliminá-lo.
Em outro post, o chefe da Casa Branca afirmou que os Estados Unidos agora possuem controle total e completo dos céus do Irã, destacando que as defesas de Teerã não se comparam aos "objetos" fabricados, concebidos e produzidos pelos EUA. "Ninguém faz isso melhor do que os bons e velhos EUA", acrescentou Trump.
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Além disso, o presidente dos Estados Unidos exigiu a rendição imediata do Irã.
Já a Reuters informou que o país está mandando mais aviões de combate para o Oriente Médio e ampliando o envio de outros aviões de guerra, reforçando suas forças militares na região.
Além do petróleo, as bolsas globais também responderam aos últimos capítulos do conflito entre Israel e Irã e o possível envolvimento dos EUA.
Lá fora, as bolsas de Nova York fecharam todas no vermelho. O S&P 500 caiu 0,84%, aos 5.982 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,91%, aos 19.521 pontos. Já o Dow Jones perdeu quase 300 pontos, com queda de 0,70%, aos 42.215 pontos.
Por aqui, o Ibovespa caiu 0,30%, aos 138.840,02 pontos.
Na Europa, as bolsas fecharam em queda. O Stoxx 600 (índice que compila as maiores empresas da Europa) recuou 0,85%, aos 542,26 pontos, enquanto o DAX (índice da Alemanha) caiu 1,12%, a 23.434 pontos. O FTSE 100, do Reino Unido, também registrou queda de 0,46%, a 8.834 pontos, e o CAC 40, da França, recuou 0,76%, aos 7.683 pontos.
O dólar avançou 0,13% em relação ao real, cotado a R$ 5,4982
No cenário global, a moeda americana ganha força contra uma cesta de outras divisas fortes, com o índice DXY, que mede seu desempenho ante os pares, com alta de 0,89%.
Isso motivou o desempenho fraco do ouro na sessão desta terça-feira (17), mesmo com a escalada das tensões geopolíticas, fator que costuma impulsionar os preços do metal — o que, de fato, vinha ocorrendo. O ouro fechou o dia em queda, estendendo as perdas da véspera.
O contrato mais líquido da commodity, com vencimento em agosto, recuou 0,30%, a US$ 3.406,90 por onça-troy.
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
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