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GIGANTE DAS CARNES

JBS (JBSS3) pode subir 40% na bolsa, na visão de Santander e BofA; bancos elevam preço-alvo para ação

Companhia surpreendeu o mercado com balanço positivo e alegrou acionistas com anúncio de dividendos bilionários e possível dupla listagem em NY

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27 de março de 2025
15:58
JBS (JBSS3)
JBS - Imagem: Divulgação

Depois de divulgar um balanço forte no quarto trimestre de 2024 e resolver imbróglio com o BNDES que possibilitará a listagem das suas ações também em Nova York, a JBS (JBSS3) recebeu mais uma boa notícia nesta quinta-feira (27).

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Tanto o Santander quanto o Bank of America (BofA) elevaram o preço-alvo das ações do frigorífico, e agora veem um potencial de valorização para os papéis de 40% ou mais.

O Santander aumentou seu preço-alvo para JBSS3 de R$ 53 para R$ 58, um potencial de alta de 46% ante o fechamento de ontem; já o BofA elevou sua projeção de R$ 48 para R$ 55, vendo agora um potencial de valorização de quase 39% ante o fechamento de ontem.

Nesta quinta, as ações da JBS brilham na bolsa. Perto das 15h15, avançavam 5,83%, a R$ 41,95.

Em relatório sobre o balanço do quarto trimestre, o Santander destacou "desempenho sólido" da companhia no Brasil no período, compensando os baixos resultados das operações na Europa e Austrália. A expectativa de alta da inflação no Brasil, porém, também pesou positivamente na projeção de crescimento da JBS.

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"No futuro, continuamos a ver um momento positivo nos lucros impulsionado pela inflação dos alimentos e saudamos o processo de listagem dupla da empresa que deve permitir que a JBS busque novas oportunidades de crescimento", enfatizou o Santander.

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O Bank of America também destacou o bom desempenho da companhia no trimestre e enfatizou identificar possibilidade de maior crescimento.

"Reiteramos nossa recomendação de compra, pois a empresa tem um sólido momento de lucros, espaço para mais reclassificações e tem um carry atraente, sendo negociada a um dividend yield de 7,3%", apontou o relatório.

Resultado robusto e dividendos bilionários

A JBS começou a semana surpreendendo o mercado ao apresentar um balanço robusto no quarto trimestre de 2024. Atrelado a isso, anunciou novos dividendos bilionários aos acionistas.

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“Nós estamos muito satisfeitos com o que estamos entregando, que é valor, crescimento, investimentos em diferenciação que vai levar aumentos de margem. Estamos demonstrando nossa capacidade de entregar o que prometemos”, disse o CEO Global da companhia, Gilberto Tomazoni, ao apresentar os resultados.

Ante o resultado operacional, a companhia propôs pagamento adicional de R$ 4,4 bilhões em proventos aos seus acionistas.

A cifra equivale a R$ 2 por ação JBSS3, elevando o total de proventos para R$ 11 bilhões em apenas seis meses — um rendimento com dividendos (dividend yield) de dois dígitos.

A pergunta que fica é: é hora de comprar JBSS3?

O consenso no mercado é que a JBS (JBSS3) é uma boa adição para a carteira de ações em 2025, com todas as 11 recomendações compiladas pelo TradeMap sugerindo compra.

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O BTG Pactual acredita que a JBS não repetirá os feitos de 2024, quando as ações JBSS3 escalaram 57% em meio a impressionantes revisões de lucros, mas deverá permanecer sólida em 2025.

Os analistas apontam que o valor patrimonial da JBS representa apenas metade do seu valor de empresa (EV), e que a escalada das ações desde o anúncio do acordo com o BNDES teve um incremento tímido ao múltiplo de valuation, que ainda marca apenas 5,5 vezes o EV/Ebitda, bem abaixo dos 8 vezes da rival Tyson Foods.

"O que está impulsionando as ações agora não é apenas o momentum dos lucros. É a perspectiva de uma listagem nos EUA, que poderia desencadear uma reavaliação significativa", disse o banco, que manteve a recomendação de compra para as ações JBSS3. "Em nossa visão, ainda há espaço para crescer."

O Itaú BBA também ressalta o significativo desconto da JBS em relação à PCC e à Tyson, que deverá oferecer alguma proteção para o valuation da brasileira nos próximos meses.

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O Goldman Sachs manteve a classificação de compra para as ações da JBS, centrando sua tese na abundante geração de fluxo de caixa livre da empresa.

Também com recomendação de compra, o BB Investimentos avalia que a estratégia de diversificação global da JBS permitirá que os resultados se mantenham resilientes ao longo de 2025.

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