O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa também acelerou as perdas, chegando a perder os 126 mil pontos observados durante a manhã desta sexta-feira (7)
O Dow Jones perdeu 400 pontos nesta sexta-feira (7), enquanto o Nasdaq recuou 1,4% em um oferecimento de Donald Trump — mais uma medida do republicano envolvendo tarifas desestabilizou Wall Street.
Os principais índices de ações da bolsa de Nova York passaram a cair depois que a Reuters informou que Trump estava planejando tarifas recíprocas sobre parceiros comerciais.
Se implementada, a medida pode significar o aumento dos níveis de tarifas em todos os níveis para taxas iguais cobradas nos EUA.
Com isso, o Dow Jones caiu 444,23 pontos, ou 0,99%. O S&P 500 recuou 0,95%, e o Nasdaq Composite baixou 1,4% — as perdas de hoje eliminam os ganhos da semana desses índices.
O Ibovespa também acelerou as perdas para fechar o dia com queda de 1,27%, aos 124.691,40 pontos.
Já o dólar à vista ganhou mais de tração, depois de renovar mínimas da sessão mais cedo, e encerrou o dia com alta de 0,52%, cotado a R$ 5,7936.
Leia Também
Além dos ganhos da moeda norte-americana no exterior, operadores citaram desconforto com uma declaração do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, à Deutsche Welle.
O ministro admitiu que está em discussão no governo um reajuste do Bolsa Família, em decisão que pode ser tomada até o fim de março
Wall Street já estava nervosa antes da notícia das tarifas de Trump, na esteira de alguns dados sobre a confiança do consumidor e de empregos que apontaram para uma recuperação da inflação e elevaram o yield (rendimento) dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos acima de 5%.
A confiança do consumidor norte-americano caiu em fevereiro para 67,8, de acordo com uma leitura preliminar do índice da Universidade de Michigan. Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam 71,3.
Mas talvez mais preocupante foi que os entrevistados da pesquisa preveem que a taxa de inflação de um ano atingirá 4,3%, marcando uma aceleração de um ponto percentual em relação ao mês anterior e o nível mais alto desde novembro de 2023.
Também divulgado nesta sexta-feira, o payroll — principal relatório do mercado de trabalho dos EUA — mostrou que a taxa de desemprego nos EUA caiu de 4,1% em dezembro para 4% em janeiro e que os salários foram maiores do que o esperado.
Para ajudar no mau humor do mercado, algumas das gigantes da tecnologia operaram em queda na sessão de hoje.
As ações da Amazon recuam 4% após a orientação da varejista eletrônica decepcionar os investidores. A empresa previu um crescimento de receita de 5% a 9% no primeiro trimestre — a expansão mais fraca já registrada.
Acompanhando o movimento de queda, a Alphabet — holding que controla o Google — seguiu em trajetória de perdas (-3,19%) após resultados um tanto decepcionantes no início da semana.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu