O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com alta nas posições vendidas no mercado, setor de saúde desponta como preferido dos analistas em comparação ao de educação
Alguns setores empresariais sofrem mais do que outros com os juros em alta e a desaceleração econômica que costuma acompanhar esse cenário — saúde e educação são dois deles.
Diante dessa perspectiva econômica negativa para os negócios que dependem de os consumidores estarem empregados e com dinheiro na mão para gastar, o BTG Pactual fez uma análise de quais ações de educação e saúde têm, atualmente, mais apostas de queda por parte dos investidores na B3.
No entanto, o objetivo do banco no relatório, assinado pelos analistas Samuel Alves e Yan Cesquim, não era apenas identificar com quais empresas dos setores de saúde e educação o mercado está mais pessimista no momento, mas sim antecipar potenciais movimentos de short squeeze nesses segmentos.
O short squeeze é um fenômeno que ocorre quando o preço de uma ação sobrevendida no mercado (isto é, como muitas apostas de queda) sobe repentinamente e de maneira intensa.
A partir de uma pressão compradora inicial, que impulsiona o preço da ação para cima, os investidores vendidos no papel (portanto, que apostavam na sua desvalorização) se veem obrigados a comprá-lo para cobrir suas posições vendidas, o que impulsiona ainda mais os preços para cima, num círculo vicioso (ou virtuoso? Depende da ponta em que o investidor está).
Essa pressão compradora inicial pode ser, por exemplo, uma notícia positiva sobre a empresa ou mesmo um movimento especulativo provocado intencionalmente por grandes investidores (ou uma grande quantidade de investidores) que desejam provocar um short squeeze para inflar o preço da ação.
Leia Também
Seja como for, identificar as ações que têm muitas posições vendidas (short) na bolsa é indiretamente uma forma de identificar as ações que se encontram em uma posição suscetível a um movimento de short squeeze e, portanto, uma reversão repentina de expectativa e alta intensa de preços.
Para identificar as ações dos setores de educação e saúde nessa posição, o BTG monitorou dois indicadores:
Segundo os analistas, as taxas de short das ações do setor de saúde estão em alta, notadamente as de Hapvida (HAPV3), Rede D'Or (RDOR3) e Hypera (HYPE3). Embora em queda, a taxa de short das ações da Odontoprev (ODPV3) ainda se mantém como a mais elevada do setor. Veja o gráfico:

Já no setor de educação, as ações com mais apostas de queda são a Cogna (CGNA3) e a Yduqs (YDQS3). No entanto, o BTG nota que a taxa de short dos papéis COGN3 caiu forte recentemente (ou seja, o pessimismo com a ação diminuiu), provavelmente devido à melhora das expectativas para o balanço do quarto trimestre de 2024. Veja o gráfico:

Quando analisado o custo dos empréstimos das ações, que consiste nos juros percentuais anuais para alugar os papéis, novamente aparecem os nomes da Hapvida e da Rede D'Or entre as altas. No caso de HAPV3, o aumento foi forte e repentino neste início de ano, sendo que no caso de RDOR3 a alta foi mais modesta. Confira esses movimentos nos gráficos a seguir:

Em contraste, diz o relatório, os custos dos empréstimos dos papéis da Odontoprev, Hypera e Oncoclínicas (ONCO3) diminuíram significativamente.
Já no setor de educação, os analistas destacam os custos elevados dos empréstimos das ações da Yduqs, que superaram a taxa de 13% ao ano.
Apesar do pessimismo elevado do mercado com o setor de saúde — e possivelmente por isso mesmo (lembre-se das chances de short squeeze) — os analistas do BTG têm preferência pelas ações deste segmento em comparação ao de educação.
Eles destacam como motivos o cenário macro desafiador, as taxas de juros em alta e os fundamentos setoriais mais fortes como razões para a preferência.
"À luz do cenário desafiador para o mercado de ações brasileiro, favorecemos 1) companhias de alta qualidade e 2) nomes defensivos que oferecem retornos de dividendos e de fluxo de caixa livre elevados", dizem.
Nesse sentido a melhor aposta do BTG no setor para comprar e segurar (de olho numa valorização no longo prazo) é a Rede D'Or. Fleury (FLRY3) também é um nome defensivo interessante, dizem os analistas.
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos