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O banco atualizou a tese de investimentos para a companhia, reiterando a recomendação de compra e elevando o preço-alvo para os papéis de R$ 14 para R$ 21,50
A alta de quase 140% na bolsa ao longo de 2025 não significa que a Vitru (VTRU3) chegou atingiu o auge, muito pelo contrário: para o BTG Pactual, essa é a small cap favorita no setor, com potencial de subir ainda mais em 2026.
O banco atualizou a tese de investimentos para a companhia, reiterando a recomendação de compra e elevando o preço-alvo para os papéis de R$ 14 para R$ 21,50 para o ano que vem, o que representa um potencial de valorização de 50% em relação ao fechamento da última sexta-feira (12).
“Nossa revisão é majoritariamente impulsionada por resultados recentes melhores do que o esperado, pela inclusão de benefícios fiscais relacionados ao goodwill [ágio por expectativa de rentabilidade futura] e por impactos mais suaves do novo arcabouço regulatório”, escrevem os analistas do BTG em relatório.
De acordo com o relatório, a alta fervorosa na bolsa ainda não é o bastante para que os papéis deixem de ficar baratos, sendo negociados a cerca de 4 vezes o lucro com base nas estimativas para o próximo ano.
O BTG destaca que as ações estão simplesmente baratas demais para serem ignoradas. “Apesar do histórico de controvérsias ligado à alavancagem e às incertezas regulatórias, acreditamos que ambos os pontos vêm sendo gradualmente endereçados, sustentando uma perspectiva construtiva à frente”, dizem os analistas.
Segundo a análise, a alavancagem da Vitru tem melhorado de forma significativa e deve encerrar o ano em torno de duas vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) gerado nos últimos 12 meses.
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O número é apontado pelo banco como bem menor do que as 2,6 vezes reportadas no ano passado, o que amplia a folga em relação ao limite de 3 vezes estabelecido em contratos da dívida que estabelecem regras que a empresa deve cumprir enquanto tiver empréstimos em vigor.
“A geração de fluxo de caixa livre (FCF) também foi sólida, alcançando aproximadamente R$ 270 milhões, o que implica um yield de FCF atraente de 24%. Do ponto de vista operacional, 2025 trouxe ciclos de captação saudáveis, boa conversão de Ebitda em fluxo de caixa livre, margens razoáveis e melhor dinâmica de capital de giro”, diz o relatório.
Para o futuro, o BTG espera nova redução no endividamento sustentada principalmente por meio um ciclo de forte geração de FCF, com yield (ou seja, o retorno do fluxo de caixa livre em relação ao valor de mercado da empresa) próximo de 20%.
Além disso, o novo arcabouço regulatório para o ensino à distância já não é mais novidade e deve trazer impactos graduais, de acordo com os analistas. Inicialmente, as projeções não eram lá muito favoráveis à Vitru, uma vez que 40% das matrículas atuais se encaixam na modalidade.
O banco antecipava custos mais elevados com corpo docente e infraestrutura em razão da obrigatoriedade de uma presencialidade maior.
“No entanto, após conversas extensas com agentes do setor e considerando o período de transição de dois anos, agora esperamos que o impacto seja mais gradual, com as empresas provavelmente oferecendo esses cursos restritos em formato híbrido, sem cumprir integralmente os novos requisitos presenciais durante a transição”, diz o relatório do banco.
Dessa forma, o BTG não espera uma queda relevante nas captações em 2026 e enxerga a receita da Vitru crescendo a um dígito médio no próximo ano, o que sugere que o atual ciclo de melhora da companhia deve permanecer intacto.
Outro ponto é que uma regulação complementar do Ministério da Educação, que os analistas esperam que seja publicada em breve, deve permitir que os polos de ensino à distância ofereçam cursos de enfermagem em formato híbrido.
Isso também deve amenizar a redução do mercado endereçável total da Vitru — com destaque para a enfermagem, que representa cerca de 4% da base atual de alunos de EAD da companhia.
Na revisão das projeções para a ação, o banco também passou a incorporar um vetor adicional de crescimento de lucros: a nova estrutura societária da companhia, aprovada pelo conselho de administração com início marcado para o começo do ano que vem.
Com a mudança, a holding Vitru incorpora a Unicesumar, que antes permanecia em uma entidade jurídica separada.
Com a alteração, a Vitru passa a poder amortizar o goodwill gerado na aquisição da instituição — isto é, transformar o ágio pago na aquisição da Unicesumar em uma despesa contábil recorrente ao longo dos anos. Isso reduz o lucro tributável, que é a base sobre a qual incide o imposto de renda, fazendo com que a empresa pague menos imposto na prática, mesmo sem mudar sua operação ou o caixa gerado pelo negócio.
Mesmo estando no ProUni, a Vitru não é totalmente isenta de imposto de renda, já que o benefício fiscal do programa depende do volume de bolsas oferecidas e a companhia não utiliza toda a sua capacidade.
Com isso, parte do lucro segue sendo tributada, o que explica o pagamento de R$ 72 milhões em imposto de renda nos últimos 12 meses, equivalente a 15% do lucro anual.
É sobre esse lucro tributável que a reorganização societária faz diferença: ao incorporar a Unicesumar, a Vitru poderá amortizar o goodwill, transformando o ágio pago na aquisição em uma despesa contábil recorrente que reduz a base de cálculo do imposto, com impacto positivo no lucro líquido e na geração de caixa.
“Com a amortização do goodwill e prejuízos fiscais acumulados de R$ 1,4 bilhão, esperamos que a companhia reduza de forma relevante, ou até elimine, os pagamentos de imposto de renda em caixa nos próximos anos, criando riscos positivos para as estimativas de consenso”, diz o relatório.
O BTG estima que o valor presente líquido dos benefícios fiscais relacionados à amortização do goodwill e aos prejuízos fiscais acumulados seja de cerca de R$ 500 milhões, o equivalente a 25% do valor de mercado da Vitru.
Para mais, a empresa também deve reforçar seu escudo fiscal, já que a maior parte da dívida está no nível da holding, onde há reconhecimento mínimo de receita.
Atualmente, a companhia conta com cinco acionistas relevantes — a família fundadora da Unicesumar e quatro fundos de private equity —, a maioria sem perfil de investidor de longo prazo.
Segundo os analistas do banco, à medida que esse grupo vá reduzindo participação, o free float tende a aumentar, apoiando melhor liquidez e reforçando o potencial de reprecificação do papel na bolsa.
“Por esses motivos, a Vitru segue como uma de nossas small caps preferidas, reunindo uma combinação rara de avaliação baixa, fundamentos em melhora e catalisadores claros para múltiplos mais elevados”, dizem os analistas em relatório.
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