O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo coordenador-geral do Tesouro Direto, novos títulos públicos não estão na pauta no curto prazo, mas haverá novidades em outras frentes
Depois do Tesouro RendA+ e do Tesouro Educa+, lançados no ano passado, o Tesouro Direto não deve estrear novos títulos no curto prazo. Mas isso não significa que o programa de compra e venda de títulos públicos do Tesouro Nacional não esteja preparando novidades.
Quem diz isso é Paulo Marques, coordenador-geral do Tesouro Direto, que esteve, nesta terça-feira (08), no evento de lançamento do reality show "Garotas do Tesouro" na sede da Warren Investimentos em São Paulo.
Segundo Marques, o Tesouro Nacional não tem sentido demanda da sociedade para criar novas modalidades de títulos no curto prazo, como foram as demandas de aposentadoria e de poupança para a educação dos filhos, atendidas pelo RendA+ e pelo Educa+.
As novas iniciativas do Tesouro Direto nos próximos meses, contou o coordenador-geral do programa, são no sentido de permitir que títulos públicos sejam usados como garantia em diferentes tipos de transação.
O próprio Secretário do Tesouro, Rogério Ceron, vem mencionando publicamente a futura possibilidade de utilizar os papéis adquiridos via Tesouro Direto como garantias de financiamento e aluguel.
"O Tesouro Nacional, o Banco Central e a B3 estão trabalhando num sistema para permitir isso", afirmou Marques em resposta a pergunta do Seu Dinheiro durante o evento.
Leia Também
O coordenador-geral do Tesouro mencionou ainda a demanda por investimento coletivo, como o que já possibilitado pelo Tesouro Educa+, em que vários membros da família ou mesmo amigos podem investir em nome de um mesmo jovem nos títulos voltados à educação. Segundo ele, deve haver novidades neste sentido nos próximos dois meses.
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira
A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta
Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor
Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado