O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Há quem diga que o entusiasmo dos investidores com a inteligência artificial tenha levado à formação de mais uma bolha no mercado de ações — e ela já está com prazo contado para estourar
Quem já soprou bolhas de sabão na infância sabe que não importa o quanto elas inflem, sempre acabam estourando. Na bolsa não costuma ser diferente, e um segmento bastante propenso à irracionalidade que provoca as bolhas financeiras é o de tecnologia, onde talvez estejamos acompanhando a formação de uma nova bolha: a da inteligência artificial (IA).
O termo inteligência artificial inundou a internet nos últimos meses, especialmente com o ganho de popularidade de plataformas como o ChatGPT — que, inclusive, gerou a imagem que ilustra esta matéria.
O “boom da IA” tornou a fabricante de chips Nvidia, por exemplo, a terceira empresa mais valiosa do planeta, acima de outras gigantes da tecnologia, como Alphabet (Google) e Meta Platforms.
Mas há quem afirme que o entusiasmo dos investidores com a inteligência artificial tenha levado à formação de mais uma bolha no mercado de ações. E como as pequenas bolhas de sabão, a da inteligência artificial está com tempo contado para estourar, segundo a consultoria britânica de pesquisa econômica Capital Economics.
Leia também:
De acordo com a Capital Economics, a explosão da bolha da IA deve acontecer em menos de dois anos.
Leia Também
Para os analistas, a formação da bolha da inteligência artificial no mercado de ações pode levar um dos maiores índices acionários dos EUA à disparada.
Nas contas da consultoria, o S&P 500 poderá atingir 6.500 pontos em 2025, impulsionado pelo desempenho das ações de tecnologia.
Mas a situação muda a partir de 2026, conforme a sustentabilidade dos ganhos nos índices acionários dos EUA começar a se deteriorar em meio à pressão de juros e inflação ainda elevados sobre os valuations das empresas.
“Prevemos que os retornos das ações na próxima década serão piores do que na década anterior. E pensamos que o desempenho superior de longa data do mercado de ações dos EUA pode chegar ao fim”, afirmaram os analistas da Capital Economics.
A consultoria britânica prevê que as ações dos EUA terão retornos médios anuais de apenas 4,3% até 2033 — bem abaixo dos retornos médios anuais de 13,1% proporcionados pelo mercado acionário norte-americano ao longo da última década.
“O excepcionalismo americano pode acabar nos próximos anos”, escreveu a Capital Economics. "Suspeitamos que a bolha acabará por estourar para além do final do próximo ano, causando correções nos valuations. Afinal, esta dinâmica ocorreu tanto em torno da bolha das pontocom do final dos anos 1990 e início dos anos 2000 como no Grande Crash de 1929.”
Na visão dos analistas, a explosão da bolha de inteligência artificial deve beneficiar os retornos de títulos de renda fixa (bonds) em relação ao rendimento das ações na próxima década.
“Esperamos retornos mais fortes à medida que os rendimentos dos títulos do governo se estabilizam em níveis mais elevados”, disse a Capital Economics sobre o mercado de renda fixa.
A Capital Economics prevê um retorno de 4,5% para os Treasurys, os títulos de dívida do Tesouro dos EUA, até o fim de 2033.
Segundo os analistas, porém, é difícil cronometrar com precisão quando uma bolha deve atingir seu limite no mercado de ações — e quanto tempo poderá durar o desenrolar dessa bolha.
“Um risco negativo é que as consequências do estouro da bolha durem mais de um ano, como foi o caso após a bolha pontocom”, destacou a consultoria.
*Com informação do Business Insider.
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos