O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A euforia dos investidores com o papel foi tamanha que forçou a interrupção das negociações em meio ao aumento da volatilidade
Não foi a Nvidia, a queridinha entre as gigantes da tecnologia norte-americana. Também não foi nenhuma ação de big tech que disparou mais de 50% nesta terça-feira (26) em questão de minutos. A empresa que conseguiu esse feito foi a Trump Media & Technology Group, o grupo de mídia social de Donald Trump que estreou em Nova York com o ticker DJT.
A euforia dos investidores com o papel foi tamanha que forçou a interrupção das negociações em meio ao aumento da volatilidade — mais de 6,5 milhões de ações da Trump Media mudaram de mãos em um período de dez minutos.
No meio da tarde, a Trump Media alcançou uma avaliação de mercado de pelo menos US$ 8,4 bilhões em ações não diluídas.
Os papéis acabaram encerrando o dia com uma alta menor, de 16,10%, a US$ 57,59.
O DJT estreou na Nasdaq quase três décadas depois que Trump usou o mesmo ticker para lançar na bolsa sua empresa de hotelaria e cassino com grande alarde em 1995.
Essa ação foi vergonhosamente retirada da Bolsa de Valores de Nova York nove anos depois.
Leia Também
O símbolo “presta homenagem direta ao ex-presidente e diretor da empresa e ao 45º presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump”, disse a Trump Media em comunicado.
“Acreditamos que o início da negociação da DJT na bolsa atesta as demandas dos norte-americanos por plataformas de liberdade de expressão que rejeitem a censura sufocante imposta pela Big Tech”, acrescenta a nota.
A fusão da Trump Media com a Digital World Acquisition Corp foi concluída na segunda-feira (25), permitindo que se tornasse negociada em bolsa.
Trump é o acionista majoritário da companhia, cujos diretores incluem o filho Donald Trump Jr. e outros aliados próximos do ex-presidente.
Os registros da SEC mostram que Trump deterá 78,75 milhões de ações da Trump Media, o que representa até 69% de participação na empresa, dependendo da taxa de resgate de ações pelos acionistas da DWAC.
Essa participação vale US$ 4,5 bilhões considerando ações não diluídas, dado o preço de fechamento de hoje.
Trump está impedido pelos termos da fusão de vender a ação por seis meses. Mas o conselho da empresa poderia conceder uma dispensa desse período de restrição.
Vale lembrar que apesar dessa avaliação de mercado, a empresa reportou menos de US$ 3,5 milhões em receitas nos primeiros três trimestres de 2023, com perdas reportadas superiores a 10 vezes esse montante.
*Com informações da CNBC
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante