O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As preocupações sobre a oferta da commodity aumentaram com a escalada dos conflitos no Oriente Médio, enquanto o mercado espera a reunião da Opep+
Os conflitos no Oriente Médio são um dos principais responsáveis pela volatilidade do petróleo nos últimos meses. A escalada das tensões geopolíticas, porém, ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (2).
Em consequência, o barril da commodity atingiu o maior nível em cinco meses ao se aproximar do patamar de US$ 90.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent — referência mundial — com vencimento para junho operavam em alta de 1,69%, com o barril a US$ 88,22. Mais cedo, o barril chegou a ser cotado a US$ 89,08, na máxima intradiária.
Desde o início do ano, os futuros do Brent têm oscilado entre US$ 75 e US$ 85 o barril, com o risco geopolítico no radar.
Já os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI) — referência para o mercado norte-americano — para maio avançaram 1,72%, a US$ 88,92, o maior patamar desde 27 de outubro. Siga os mercados.
O Irã, importante aliado do grupo Houthis — que tem como alvo embarcações no Mar Vermelho com ligações com Israel como um protesto contra a ofensiva militarem Gaza — acusou hoje os israelenses pelo ataque ao consulado do país em Damasco, na Síria, ocorrido segunda-feira (1°).
Leia Também
Israel não declarou responsabilidade pelo ataque e um porta-voz do governo disse que não comentaria as reportagens da imprensa estrangeira, segundo a Sky News.
A escalada das tensões na região suscita, mais uma vez, incertezas sobre a oferta e abastecimento do petróleo em todo o mundo. Isso porque o Irã é membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Além disso, há também novas ameaças de ataques ucranianos a instalações energéticas russas. Mais cedo, um drone da Ucrânia atingiu uma das maiores refinarias da Rússia.
A partir de uma análise de imagens feita pela Reuters, o ataque atingiu a principal unidade de refino de petróleo, que tem capacidade de produzir cerca de 340 mil barris por dia (bpd).
Vale lembrar que a Rússia, que é uma das maiores exportadoras mundiais da commodity, tem enfrentado uma série de ataques ucranianos às refinarias e, em contrapartida, tem intensificado a ofensiva à infraestrutura energética da Ucrânia.
Além dos conflitos no Oriente Médio e a guerra entre Rússia e Ucrânia, a proximidade da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (grupo conhecido como Opep+) também impacta no desempenho do petróleo hoje.
O cartel se reúne na próxima quarta-feira (3) e a expectativa é de que mantenha a atual política de produção de petróleo em meio aos cortes voluntários da Rússia e da Arábia Saudita. Juntos, os países devem reduzir a produção de cerca de 1,3 milhão de barris por dia até o fim do ano.
O avanço de mais de 1% do petróleo no mercado internacional dá fôlego às companhias do setor na B3.
Em destaque, a Petrobras retomou o patamar de R$ 500 bilhões em valor de mercado, após 16 pregões.
Vale mencionar que a estatal perdeu mais de R$ 55 bilhões em um único dia após decidir pelo congelamento do pagamento dos dividendos extraordinários referentes ao quarto trimestre de 2023.
Além disso, o mercado repercute a combinação de negócios entre a Enauta (ENAT3) e a petroleira junior 3R Petroleum (RRRP3) — que, por sua vez, suspendeu as negociações de fusão com a PetroReconcavo (RECV3) iniciadas em fevereiro.
Confira o desempenho das companhias de petróleo no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 39,61 | 2,72% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 38,63 | 2,60% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 49,07 | 1,41% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 33,21 | 0,33% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,10 | -8,89% |
*Com informações de Reuters, CNN e CNBC
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes