🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

ONDE INVESTIR NO SEGUNDO SEMESTRE

A bolsa brasileira ficou ainda mais ‘barata’ e dez ações podem ser a saída para o investidor lucrar daqui até o final do ano 

Apesar da queda de mais de 7% no primeiro semestre, os especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro mantêm a visão otimista e dizem que ainda não é hora de abandonar o Ibovespa; veja os motivos

Liliane de Lima
2 de julho de 2024
6:03 - atualizado às 13:03
Imagem: Adobe Firefly

O mercado foi abalado por uma tempestade no primeiro semestre de 2024: o Ibovespa frustrou as expectativas e foi o terceiro pior investimento entre janeiro e junho — com o recuo de cerca de 7,66%. Ainda assim, a bolsa brasileira reserva ativos que podem garantir bons lucros aos investidores daqui até o final do ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ano começou com apostas em dias ensolarados — principalmente no contexto global, com a previsão de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) iniciaria o afrouxamento monetário em março.

Por aqui, o ‘problema’ fiscal até parecia resolvido com a aprovação da reforma tributária e o arcabouço fiscal. Vale lembrar que o Ibovespa avançou mais de 22% em 2023, aumentando as expectativas de que a tendência de alta continuaria neste ano. 

Só que ventos contrários sopraram sobre a bolsa brasileira — o Fed não cortou os juros como o previsto e a questão fiscal segue um problema para o governo.  

Mas queda dos primeiros seis meses, não significa que é hora de se desesperar e sair da bolsa brasileira, na visão dos analistas ouvidos pelo Seu Dinheiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, com as perdas  recentes, a bolsa brasileira ficou ainda mais ‘barata’. Se em janeiro, o Ibovespa negociava a cerca de 9 vezes o preço sobre o lucro (P/L), hoje está em aproximadamente 7x P/L, de acordo com os especialistas — bem abaixo, portanto, da média histórica de 11x. 

Leia Também

Vale lembrar que essa visão se baseia na comparação entre o preço e o lucro das ações que compõem o Ibovespa. Esse indicador procura mostrar em quantos anos o investidor tem de volta o valor investido com base nos lucros das companhias. Ou seja, quanto menor o P/L, mais baratas estão as ações. 

A pergunta, porém, é a mesma: quais são as oportunidades e onde investir na bolsa brasileira até o fim do ano? Confira a seguir. 

Esta matéria faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2024. Eis a lista completa:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os fundamentos do Ibovespa mudaram? 

A resposta unânime dos especialistas ouvidos é que não, os fundamentos da bolsa brasileira não mudaram.

“As empresas brasileiras seguem lucrativas e acima da média, em termos de lucro, na comparação com o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa”, diz o analista de ações e bolsa do Inter, Matheus Amaral. 

E, mesmo com algumas revisões de recomendação de ações para baixo, o analista do Inter mantém a expectativa de crescimento de dois dígitos para as companhias do Ibovespa a partir de agora e no ano que vem. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Santander compartilha da mesma visão. “Se você olhar a dinâmica de lucro das empresas listadas e o consenso de mercado de lucro para este ano e para o ano que vem, não piorou em relação ao começo de 2024”, afirma Ricardo Peretti, estrategista de ações do Santander Corretora. 

Sendo assim, a expectativa de lucro para as empresas listadas no Ibovespa para este ano ainda é de aproximadamente 10% maior em relação a 2023 — e de cerca de 15% mais para 2025.

“A verdade é que o preço dos ativos em bolsa foi se deteriorando, porém a expectativa de lucro não se deteriorou, então, de fato, as ações estão mais baratas”, diz Peretti.

“Há uma desconexão entre a economia real e o preço dos ativos em bolsa. É claro que as expectativas à frente estão piores, mas se você olhar dados de atividade econômica, de inflação corrente e do mercado de trabalho, eles não são ruins, pelo contrário, são dados minimamente sólidos”, afirma o estrategista do Santander Corretora. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Você está preparado para ajustar sua carteira este mês? Descobrimos as principais recomendações dos analistas da Empiricus Research no novo episódio do “Onde Investir”; confira aqui 

Onde investir: as dez ações mais recomendadas 

Se as apostas do início do ano eram em ações que acompanhariam o ciclo de afrouxamento monetário, os chamados ativos cíclicos, a visão para a renda variável mudou desde então, se afastando das companhias do setor de varejo. 

Agora, as chances de lucro estão  em empresas mais defensivas, ou seja, companhias geradoras de caixa e pagadoras de bons dividendos — e menos sensíveis aos juros altos. 

“Dado que o corte de juros foi pausado e não sabemos exatamente quando ele será retomado, a gente começa a focar um pouco mais em empresas de mais qualidade ou de baixa volatilidade para o segundo semestre”, diz Peretti, do Santander. 

A explicação para isso também tem a ver com os números. O índice de dividendos (IDIV) teve a menor queda (-3,41%) em comparação com o Ibovespa (-7,66%) e com o índice de small caps (-14,85%) — que, na visão do mercado, reflete o desempenho da bolsa brasileira de forma mais verossímil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, a preferência  entre as ações defensivas não poderia deixar de ser a ‘queridinha’ do setor elétrico: a Equatorial (EQTL3) que também apareceu nas recomendações da série Onde Investir no primeiro semestre. Nos últimos dias, a companhia foi a única a apresentar uma proposta para ser acionista de referência da Sabesp (SBSP3) após privatização.

Os ventos do programa “Minha Casa Minha Vida” seguem favoráveis e devem continuar a impulsionar os papéis da Direcional. Quem seguiu essa recomendação em janeiro, já acumulou uma valorização de 21,5% com DIRR3 na carteira. 

No setor de transportes, Localiza (RENT3), líder absoluta em locação de automóveis no mercado brasileiro, segue como o principal destaque. 

Para Daniel Gewehr, estrategista-chefe de ações do Itaú BBA, o setor financeiro é um dos ‘grandes ganhadores’ da bolsa com a queda do desemprego e, no cenário atual, com a inadimplência controlada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dada a grande participação dos bancos no Ibovespa — acrescido o foco nos dividendos — o Banco do Brasil (BBAS3) mantém a preferência no setor entre os analistas, com um rendimento (dividend yield) de cerca de 10%. BTG Pactual (BPAC11), por sua vez, continua com o lugar garantido na carteira. 

Quem não quer deixar de investir no setor de varejo, Raia Drogasil (RADL3) e Arezzo (ARZZ3) — de olho na fusão com o Grupo Soma (SOMA3) — são as ações mais recomendadas pelos analistas. 

O Itaú BBA também vê potencial em Randon (RAPT4), Santos Brasil (STBP3) e GPS (GGPS3). 

Além dessas dez ações, Totvs (TOTS3), Nubank (ROXO34), Telefônica Vivo (VIVT3) e PetroRio (PRIO3) são outros papéis citados como boas opções na bolsa no segundo semestre de 2024. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) de escanteio?

O sinal de atenção para as ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) deve permanecer por algum tempo, seja pela continuidade da crise imobiliária na China ou pelas incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. 

Mas não dá para desprezar as duas ações com maior peso no Ibovespa, ao lado dos bancos. Assim como as demais empresas, as duas companhias ‘estão descontadas’ na avaliação dos analistas. 

A Petrobras, por exemplo, tem acompanhado a forte alta do petróleo no mercado internacional — por conta da alta volatilidade com os conflitos do Oriente Médio —  e acumula avanço de mais de 12% nos primeiros seis meses do ano, apesar da recente troca de presidente da companhia. O potencial de ganhos mais robustos, segundo os analistas, ainda existe até o final do ano. 

Quem vendeu a Petrobras após a troca de CEO foi o [investidor] estrangeiro com temor de intervenções nas estatais. Já o brasileiro aproveitou a baixa e comprou”, afirma Gewehr, do Itaú BBA. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso de Vale, a maior atratividade está nos dividendos. A companhia também sofreu com rumores de intervenção do governo com possível indicação de Guido Mantega para o alto escalão, em meio ao processo de troca de CEO da mineradora. Esse é o maior foco de atenção — e o maior risco para as ações. 

O mandato de Eduardo Bartolomeo se encerra em dezembro deste ano. Em setembro, a companhia deve divulgar a lista tríplice, com três nomes indicados para comandar a mineradora a partir de 2025. 

“Se os nomes forem mais técnicos, isso pode dar certo conforto para os investidores”, diz Peretti, do Santander. 

Segue no radar o possível acordo entre a Vale e o Ministério Público sobre a indenização do caso de Mariana. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de Vale e Petrobras, outras exportadoras ganharam ‘atratividade’ para os investidores. Uma delas é a Suzano (SUZB3) — que permanece ‘barata’ e pode ser uma opção em momento de forte valorização do dólar ante o real, segundo os especialistas. 

O Santander também vê potencial em SLC Agrícola (SLCE3)

  • VEJA TAMBÉM - OS FUNDOS DE RENDA FIXA COM DUPLA ISENÇÃO DE IR: UMA CONVERSA SOBRE FI-INFRAS

Ibovespa vai subir? 

Hoje, a bolsa brasileira já precifica a deterioração do cenário fiscal e os juros elevados nos Estados Unidos por mais tempo — com a perspectiva de apenas um ou dois cortes pelo Federal Reserve (Fed) até dezembro

“No final, a gente é um derivativo do Fed, que tem um viés um pouco negativo nesse momento”, diz Gewehr, do Itaú BBA. Na visão dele, qualquer sinalização do BC norte-americano pode impulsionar o Ibovespa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso no papel — ou melhor, nos preços em tela — as estimativas dos analistas são de que o Ibovespa encerre o ano de 2024 entre os 140 mil e 145 mil pontos. Ou seja, nos próximos seis meses, o principal índice da bolsa brasileira deve avançar, pelo menos, 20 mil pontos, segundo essas projeções. 

Embora a bolsa brasileira não tenha empresas de tecnologia, como a Nvidia, há pelo menos três motivos que podem ajudar na recuperação dos ativos e impulsionar o Ibovespa até dezembro. 

“Existe uma assimetria do mercado muito favorável para quem tem uma visão mais de médio e longo prazos”, diz Peretti. 

Além do crescimento dos lucros das empresas listadas, as questões domésticas — que hoje são motivos de preocupação — podem trazer algum alívio aos investidores, sobretudo, estrangeiros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um deles é a política monetária. O consenso do mercado é de que a Selic termine o ano em 10,50% ao ano. A grande dúvida é: quem vai presidir o Banco Central a partir de 2025? 

Com a saída de Roberto Campos Neto no comando do BC, o governo deve indicar algum nome entre os diretores para o posto. 

“Na última reunião do Copom, muito se falou que [o diretor de Política Monetária] Gabriel Galípolo poderia estar mais enfraquecido, mas isso ainda não se tornou público”, diz Peretti, do Santander. 

O presidente Luiz Lula Inácio da Silva já mencionou, em entrevistas, que ainda não escolheu um nome. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ‘catalisador’ seria uma sinalização mais concreta do governo federal em realizar cortes de gastos, ao invés de aumentar a arrecadação, em um trabalho conjunto com o Congresso Nacional.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar