Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

HORA DE COMPRAR

Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo

Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic

Bia Azevedo
Bia Azevedo
17 de dezembro de 2025
17:22 - atualizado às 16:03
Gráfico verde de alta diante de um monte de notas de cem reais
Ação que pode subir na bolsa - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

A ação da Movida (MOVI3) mais do que triplicou de valor na bolsa neste ano, mas o fôlego pode não ter acabado. Segundo o Itaú BBA, a companhia se destaca como um dos maiores beta dentro da cobertura do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, isso significa uma aposta mais agressiva: o papel tende a amplificar os movimentos do mercado, com potencial para acelerar ainda mais em um cenário favorável — ou sofrer correções mais intensas se o vento virar.

O preço-alvo do Itaú BBA para as ações é de R$ 15,50, o que representa uma valorização potencial de 45,9% em relação ao fechamento da última terça-feira (16).

Por que a ação da Movida pode acelerar ainda mais os ganhos?

No contexto otimista, o Itaú BBA avalia que a Movida é um dos papéis mais promissores para capturar o início do ciclo de corte de juros, esperado para o ano que vem. Isso porque cerca de 80% da dívida está atrelada à taxa básica de juros.

Com uma alavancagem de 2,7 vezes dívida líquida sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a companhia carrega R$ 15,5 bilhões em endividamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com cerca de 80% da dívida atrelada à Selic, cada redução de 1 ponto percentual na taxa básica pode adicionar aproximadamente R$ 100 milhões ao lucro líquido da companhia.

Leia Também

“Esse valor representa 33% da nossa projeção de lucro para 2025 e 21% da estimativa para 2026 (além de cerca de 3% do valor de mercado atual da companhia)”, escreve o time de análise em relatório.

Outro ponto que o banco ressalta é que a Movida tem feito esforços para evitar um aumento na alavancagem, com o guidance para 2026 apontando para uma dívida que fique entre 2,6 e 2,8 vezes o Ebitda.

O foco da Movida em rentabilidade

Segundo o relatório, a empresa está focada em aumentar a rentabilidade do negócio e não em crescer em tamanho. Na prática, isso significa extrair mais retorno da frota atual, elevando a diferença entre o que a companhia ganha com cada carro e o custo do capital investido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para tal, a estratégia passa por reajustar tarifas tanto no aluguel de curto prazo (RAC) quanto no de longo prazo e gestão de frotas (GTF), em vez de ampliar a quantidade de veículos.

No RAC, parte desse ganho de preços deve vir de um maior peso de contratos de curta duração, que tendem a ser mais rentáveis. Com essa mudança no mix, a expectativa é de crescimento das tarifas que pode ir de um dígito alto até a casa dos dois dígitos baixos ao longo de 2026.

No entanto, alguns investidores veem nesse movimento um risco maior de reação da concorrência, já que o segmento de curto prazo costuma ser mais disputado.

Na avaliação do Itaú BBA, porém, esse risco não é imediato. Se houver uma postura mais agressiva dos rivais, deve aparecer apenas no segundo semestre de 2026, quando os juros já estiverem mais baixos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, o banco entende que, nesse momento, o ciclo de queda dos juros e o ambiente macroeconômico devem ter impacto mais relevante sobre o desempenho da Movida do que uma eventual disputa entre volumes e preços no aluguel de carros.

Na frente de Seminovos, a companhia tem mantido uma rentabilidade estável, de acordo com o time de análise do banco.

“Isso se deve a dois fatores principais: o primeiro é fluxo recorrente de notícias positivas a partir dos dados da Fipe, indicando uma tendência melhor do que o esperado para os preços de carros novos e de seminovos; e segundo é a 75 mil veículos nos primeiros nove meses de 2025 com projeção de que 95 mil sejam vendidos ao fim do ano”, diz o relatório.

Ainda assim, o mercado se preocupa com a possibilidade de alguma deterioração, especialmente ligada a uma pressão de preços vinda das montadoras chinesas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Por isso, incorporamos de forma conservadora ao nosso modelo um aumento de cerca de 12% na depreciação por carro”, dizem os analistas.

Para o Itaú BBA, a ação está barata, mas…

“Sob uma leitura mais equilibrada, vemos a Movida negociando a 7,7 vezes preço sobre lucro (P/L) em 2026 e a 5,1 vezes em 2027, o que implica um desconto de cerca de 40% em relação à Localiza (RENT3) em ambos os anos”, escreve o banco.

Por isso, o BBA revisou as estimativas para a ação, elevando em12% as projeções para o lucro líquido em 2026, um salto de 55% em relação à estimativa anterior.

“Consideramos nossos números relativamente conservadores, refletindo principalmente um aumento de 10% no Ebitda da companhia em 2026 (R$ 542 milhões), sustentado por tarifas mais elevadas”, dizem os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia também anunciou que, em breve, pretende estruturar um aumento de capital privado de tamanho suficiente para elevar o pagamento líquido de dividendos a 25%, movimento que já foi incorporado às projeções do banco. Assim, o yield implícito, segundo os analistas, fica em 2% líquido do aumento de capital.

No entanto, as ações da Movida não são as queridinhas do banco no setor, apesar da expectativa de uma contínua valorização.

No relatório, os analisas afirmam que Embraer (EMBR3), WEG (WEGE3) e GPS (GGPS3) seguem como as principais escolhas, enquanto EcoRodovias (ECOR3) e Localiza (RENT3) permanecem como as alternativas preferidas de beta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA EXTRA PARA COMPRAS

Iguatemi (IGTI11) prevê investimentos e dividendos milionários para 2026; confira o anúncio da operadora de shopping centers

30 de abril de 2026 - 11:01

A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida

PRESSÃO TOTAL

O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir

29 de abril de 2026 - 17:53

No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)

JOIA RARA

Bradsaúde (ODPV3) faz olhos do Itaú BBA brilharem, que eleva a recomendação para compra; mas entenda qual é o risco

29 de abril de 2026 - 15:45

O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos

TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

AUMENTOU A VACÂNCIA

Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas

29 de abril de 2026 - 10:46

Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11

LOGÍSTICA DAY

Nova casa do Mercado Livre: FII do BTG Pactual entrega maior galpão built-to-suit da América Latina; confira os detalhes do novo espaço

28 de abril de 2026 - 18:02

O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual

O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

VEJA DETALHES

IPO de até R$ 5 bilhões: Compass confirma oferta de ações que ‘sairão do bolso’ dos acionistas, incluindo a Cosan (CSAN3)

28 de abril de 2026 - 9:02

Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda

A GEOPOLÍTICA DO DINHEIRO

O dólar mais baixo veio para ficar? Inter corta projeção para 2026 e recalibra cenário de juros e inflação

27 de abril de 2026 - 20:09

Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco

CONTRATO DE EVENTO

B3 estreia 6 novos contratos de eventos: saiba como funcionam os “derivativos simplificados” de Ibovespa, dólar e bitcoin

27 de abril de 2026 - 19:15

O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado

ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia