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Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Fim de ano é tempo de tradição — e no Seu Dinheiro não poderia ser diferente. No podcast Touros e Ursos, já virou costume preparar uma edição especial para eleger os destaques positivos, os “touros”, e os destaques negativos, os “ursos”, que marcaram o noticiário ao longo do ano.
Como sempre fazemos nessa época, começamos pelos ursos. Nesta semana de Natal, Vinicius Pinheiro, diretor de jornalismo do Seu Dinheiro, ao lado de Julia Wiltgen, editora-chefe, e da jornalista Paula Comassetto, apontaram os nomes que mais decepcionaram neste ano.
As categorias incluem Urso Personalidade, Urso Corporativo e Urso de Investimento. E, para dar um tempero extra, esta edição trouxe uma novidade: a categoria Surpresa do Ano. Vale lembrar que o critério é não gosto ou desgosto pessoal, e que o touro deste ano pode ser o urso do ano que vem — e vice-versa.
Entre os destaques negativos, aparece Daniel Vocaro, dono do Banco Master, que virou personagem de roteiro cinematográfico ao ser preso no aeroporto, acusado de fraude bilionária.
Outro nome inevitável foi o do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, em um dos capítulos mais turbulentos da política brasileira recente.
No mundo corporativo, a lista de ursos inclui a Oi (OIBR3), velha conhecida das crises, que voltou a protagonizar capítulos de falência e recuperação judicial, com ações valendo centavos e sem perspectivas positivas.
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A Ambipar (AMBP3), antes vendida como promessa em sustentabilidade, também entrou em recuperação judicial, com dívidas de R$ 11 bilhões e suspeitas sobre seus balanços.
A nova categoria trouxe revelações inesperadas. O dólar, que costuma ser visto como porto seguro, teve desempenho fraco em 2025 — não apenas frente ao real, mas também em relação a diversas moedas globais. O índice DXY, que mede a força da moeda americana contra uma cesta de divisas, acumulou queda de cerca de 10% no ano.
Além disso, os especialistas citaram uma surpresa positiva: a inflação brasileira, que contrariou as projeções mais pessimistas e convergiu para a meta do Banco Central.
Para 2026, a projeção de inflação foi ajustada para 4,06%, levemente abaixo da estimativa anterior de 4,10%. Já para 2027 e 2028, as expectativas permanecem estáveis em 3,80% e 3,50%, respectivamente, de acordo com o boletim Focus divulgado nesta semana.
Quer saber quem levou o “troféu urso” em cada categoria? Confira a íntegra do episódio abaixo e comente para deixar o seu voto de urso do ano:
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