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O contrato de locação foi firmado dois meses após a compra pelo fundo da laje vaga, em setembro deste ano
Nas últimas semanas, o Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) ganhou as manchetes após o imbróglio de ameaças de despejos e calotes envolvendo a empresa de coworking WeWork. Nesta quarta-feira (13), no entanto, o FII virou destaque por outro motivo.
O fundo imobiliário anunciou um novo contrato de locação com a V.tal, provedora de infraestrutura de telecomunicações e controlada por fundos do BTG Pactual (BPAC11).
A locação abrange o conjunto 132 do Edifício Continental Square Faria Lima, localizado em uma das áreas mais nobres de São Paulo. Com essa aquisição, o fundo conclui em apenas dois meses a ocupação do imóvel adquirido em setembro.
Segundo Anita Scal, diretora e sócia da Rio Bravo, a compra do imóvel foi “oportunística”, “com um valor por metro quadrado abaixo da avaliação por conta da vacância, com a locação rápida dois meses depois, o que deve elevar a avaliação do imóvel”.
Com o acordo, a infraestrutura da V.tal ocupará uma área de 562,85 metros quadrados no edifício, cujo contrato tem prazo de vigência até outubro de 2029.
Além disso, o contrato estabelece reajustes de acordo com o IPCA, alinhado às condições comerciais praticadas na região e nas demais unidades do fundo no Continental Square.
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De acordo com o comunicado do RCRB11, a projeção de rendimento para o fundo a partir da locação para a V.tal é de R$ 0,02 por cota ao final das concessões.
Já a vacância física do fundo será reduzida de 7,9% para 6,6%, “fortalecendo o posicionamento do RCRB11 no mercado imobiliário de alto padrão”, segundo o FII.
“Essa redução na vacância, aliada à estabilidade proporcionada pela locação de longo prazo, reflete a sólida estratégia da Rio Bravo em garantir a geração de renda sustentável para seus investidores”, afirmou a gestora do fundo imobiliário, em comunicado.
Atualmente, a Rio Bravo Renda Corporativa tem mais de R$ 13,6 bilhões em ativos sob gestão e mais de 200 mil cotistas, distribuídos entre 40 fundos de investimento pelo país.
Vale lembrar que a V.tal possui a operadora Oi (OIBR3) como acionista minoritária. No mês passado, os credores da Oi aprovaram a venda da ClientCo, unidade de banda larga da operadora, para a empresa de redes neutras controlada pelo BTG Pactual.
Considerada uma etapa crucial da reestruturação de dívidas da operadora, que atualmente está em recuperação judicial, os credores tinham dez dias corridos, contados a partir do leilão realizado no fim de setembro, para aprovar — ou rejeitar — a proposta feita pela V.tal.
Única oferta do dia, a V.tal propôs abocanhar a divisão de banda larga da Oi por R$ 5,683 bilhões na audiência realizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
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