Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

MERCADOS

Ação histórica do BC tira dólar dos R$ 6,30: moeda americana recua 2,27% e Ibovespa fecha nos 121 mil pontos após dia de caos nas bolsas

Em Wall Street, bolsas ensaiam recuperação depois do tombo do dia anterior; por lá, BC sinaliza menos cortes de juros em 2025 e Trump faz declaração polêmica

Carolina Gama
19 de dezembro de 2024
12:34 - atualizado às 14:09
dólares nota
Imagem: Shutterstock

O ditado diz que depois da tempestade, vem a bonança — mas, para os mercados brasileiros, parece que o pior ainda não passou. A bolsa e o dólar continuaram sentindo os efeitos da sessão conturbada de quarta-feira (18). Lá fora, o desempenho também não foi dos melhores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As nuvens continuavam carregadas durante a manhã. O Banco Central entrou no mercado à vista com um leilão de US$ 3 bilhões para tentar baixar a temperatura do câmbio, mas pouco adiantou. A moeda norte-americana bateu a máxima do dia ao tocar os R$ 6,30 (+0,55%). 

Cerca de uma hora depois, o BC voltou a agir com um novo leilão à vista de até US$ 5 bilhões. Dessa vez, a operação conseguiu trazer algum alívio: o dólar caiu para as mínimas da sessão e acabou fechando o dia em queda de 2,27%, a R$ 6,1237.

Do lado da bolsa, o Ibovespa avançou para o nível de 121 mil pontos depois de perder a marca com o tombo de 3% de ontem. O índice, que já renovou máxima intradiária hoje, recebeu ajuda das ações ligadas à commodity, em especial, da Petrobras (PETR4) durante boa parte da sessão e fechou aos 121.187,91 pontos (+0,34%).

Além da escalada do dólar mais cedo, também chamou atenção a disparada dos juros futuros — os mais longos chegaram a subir 50 pontos-base. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que mexeu com a bolsa e o dólar hoje

Além do risco fiscal, o mercado brasileiro precificou a piora das projeções de inflação — para cima a partir de 2025 — e do crescimento da atividade — para baixo — trazida pelo relatório trimestral de inflação (RTI), divulgado mais cedo.

Leia Também

Vale lembrar que o Comitê de Política Monetária (Copom) já havia informado, no comunicado da semana passada, a elevação das estimativas para o IPCA de 2024 e 2025, para 4,9% e 4,5%, respectivamente.

Às vésperas do recesso parlamentar, que começa na segunda-feira (23), a Câmara aprovou em dois turnos o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição do pacote fiscal, que traz alterações no abono salário e no Fundeb.

A PEC também impõe limites aos supersalários e prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU), além de autorizar o ajuste orçamentário em subsídios e subvenções. Após o fechamento, houve a votação da PEC em segundo turno. Como esperado, há pontos que levam a uma desidratação das medidas, já vistas como insuficientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou sessão semipresencial hoje para a votação das propostas que formam o pacote, e disse que pode convocar sessão no sábado (21) para votar também as leis orçamentárias.

No RTI, o Banco Central afirma que o pacote fiscal apresentado pelo governo parece não ter gerado impacto positivo sobre a percepção de analistas do mercado acerca das contas públicas. 

"Em parte, essa reação está associada à avaliação de que as medidas fiscais são insuficientes", disse o BC. 

E essa percepção que pressiona o câmbio. Apesar do alívio após o segundo leilão do BC no mercado à vista, o dólar acumula alta de 7% em 30 dias e de quase 30% no ano

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com as operações desta quinta-feira, o BC já injetou US$ 20,760 bilhões no mercado de câmbio desde o último dia 12. Ao todo, US$ 13,760 bilhões foram injetados em leilões à vista, e o restante, em leilões de linha, com compromisso de recompra. 

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a autoridade monetária continuará atuando, mas que não há muito mais a ser feito. 

"A gente entende que nesse momento, com as outras fragilidades que existem e com o fluxo [de saída] que é muito acima da média, o Banco Central precisa atuar na forma como a gente está atuando", afirmou.

"A gente está mapeando o fluxo no dia a dia. Temos uma percepção de que um pedaço grande do fluxo vem até sexta-feira, até semana que vem, porque a gente tem uma semana de Natal e Ano Novo onde você tem um volume menor de operações", explicou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que a valorização do dólar também acontece na esteira da decisão do Federal Reserve (Fed) do dia anterior. O banco central norte-americano cortou, como esperado, os juros em 25 pontos-base, mas sinalizou que tem espaço para reduzir o ritmo de afrouxamento em 2025. 

O Seu Dinheiro detalhou a decisão do Fed e você pode conferir tudo aqui. 

Ainda assim, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse ontem que a taxa de câmbio no Brasil está pressionada por especulações, mas que deve haver uma acomodação adiante. 

“A previsão de inflação para o ano que vem, a previsão de câmbio para o ano que vem, até aqui, nas conversas com as grandes instituições, são melhores do que as que os especuladores estão fazendo”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resposta, Gabriel Galípolo, futuro presidente do BC, disse hoje que a ideia de um ataque especulativo contra o real não explica bem a situação do câmbio neste momento.

"Eu acho que não é correto tentar tratar o mercado como se fosse uma coisa só, que está coordenada, andando em um único sentido. Basta a gente entender que o mercado funciona, geralmente, com posições contrárias", afirmou.

"Para existir um mercado, precisa existir alguém comprando e alguém vendendo. Então, toda vez que o preço de algum ativo se mobiliza em alguma direção, você tem vencedores e perdedores. Eu acho que a ideia de ataque especulativo enquanto algo coordenado não representa bem", acrescentou.

SELIC ALTA e AJUSTE FISCAL podem AFETAR ações PAGADORAS de DIVIDENDOS? ENTENDA

Wall Street de ressaca?

Em Wall Street, as bolsas iniciaram a sessão com alta de mais de 1%, buscando correção das perdas de ontem após o Fed sinalizar menos cortes de juros em 2025. Mas logo perderam o fôlego. O Dow Jones foi único a terminar o dia no azul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mercado de dívida, no entanto, a pressão continuou. O yield (rendimento) dos títulos do Tesouro de 10 anos — usado como referência no mercado — subiu para 4,569% na manhã de hoje, após saltar mais de 13 pontos e cruzar 4,50% no dia anterior. 

Além da decisão do Fed, declarações do presidente eleito Donald Trump também ajudam a levar os yields às máximas. O republicano que disse desaprovar o orçamento provisório sugerido pelo Congresso e que apoiaria abolir teto da dívida. 

Os investidores também olham para novos dados divulgados hoje. A economia dos EUA cresceu em um ritmo mais rápido no terceiro trimestre do que o estimado anteriormente, de acordo com a última leitura do Departamento de Comércio.

O Produto Interno Bruto (PIB) acelerou em um ritmo anualizado ajustado sazonalmente de 3,1% entre julho e setembro, 0,3 ponto percentual melhor do que a leitura anterior e acima da estimativa de consenso de 2,9% da Dow Jones.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os gastos do consumidor, que respondem por cerca de dois terços de toda a atividade na economia dos EUA de US$ 29,4 trilhões, aumentaram 3,7% no trimestre, 0,2 ponto percentual mais rápido do que a estimativa anterior.

Junto com o PIB, o Departamento de Comércio dos EUA divulgou dados de inflação do terceiro trimestre. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) — a medida preferida do Fed — subiu ao ritmo anualizado de 1,5%, em linha com as leituras anteriores. 

No mercado de trabalho, os pedidos iniciais de seguro-desemprego caíram de volta à tendência recente, após um breve pico: totalizaram 220.000 na semana encerrada em 14 de dezembro, um declínio de 22.000 em relação ao período anterior e menor do que a estimativa do Dow Jones de 230.000. 

As bolsas e o dólar mundo afora

O mercado global reage, de modo geral, à sinalização do Fed de que as condições monetárias serão mais rígidas em 2025. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As principais bolsas da Europa recuaram mais de 1%, enquanto os yields dos títulos públicos europeus sobem — o spread entre os papéis do Reino Unido e da Alemanha atingiu 243 pontos-base, o maior em 34 anos. 

O mercado na Ásia também levou um tombo hoje. 

No Japão, além do Fed, os investidores avaliaram a decisão do BoJ de manter os juros inalterados em 0,25% pela terceira reunião consecutiva.

O iene caiu 0,74% para 155,94 contra o dólar, atingindo o menor patamar em um mês, enquanto o governador do BoJ, Kazuo Ueda, disse que o banco central japonês elevará os juros se a economia se mover de acordo com a previsão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resposta à ação do banco central, o Nikkei 225 perdeu 0,69% para fechar em 38.813,58, enquanto o Topix caiu 0,22%, fechando em 2.713,83.

Na China, o yuan perdeu força, a 7,3218 em relação ao dólar. Amanhã (20), o BC chinês deve divulgar as taxas de empréstimo de referência. 

A taxa básica de juros de um ano, que afeta os empréstimos corporativos e a maioria das famílias, foi mantida em 3,1% no mês passado e a LPR de 5 anos, uma referência para hipoteca, foi mantida em 3,6%, após um corte de 25 pontos-base em outubro.

As autoridades chinesas prometeram adotar uma postura de política monetária "moderadamente frouxa" no início deste mês, levando o mercado a prever mais cortes de taxas no futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar