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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Dólar sobe 1% e fecha a R$ 5,28; Ibovespa cai mesmo com PIB maior que o esperado

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4 de junho de 2024
17:19 - atualizado às 14:34

RESUMO DO DIA: Os ventos contrários continuaram a soprar sobre a B3, com a desvalorização das commodities — e derrocada das ações da companhias com maior peso no principal índice da bolsa brasileira.

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O Ibovespa fechou em queda de 0,19%, aos 121.802 pontos. Já o dólar teve forte alta e terminou o dia a R$ 5,28 com avanço de 0,98% no mercado à vista.

Por aqui, as perdas de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) foram contidas por novos dados econômicos. A economia brasileira cresceu 0,8% no primeiro trimestre, acima do que era esperado pelo mercado.

O Ministério da Fazenda apresentou medidas de compensação à desoneração da folha de pagamentos. Entre elas, limitar o uso de créditos tributários dos impostos federais PIS/Cofins.

Lá fora, Wall Street reagiu ao início da bateria de dados sobre o mercado de trabalho. O relatório Jolts apontou que a abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos foi a menor desde janeiro de 2021. A expectativa é pelo relatório oficial de empregos, o payroll, que será divulgado na próxima sexta-feira (7).

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Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (04): 

Leia Também

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) lideraram a ponta positiva do Ibovespa desde o início da sessão.

Os papéis repercutiram a elevação de recomendação neutra para compra pelo Citi. O banco também subiu o preço-alvo para SLCE3 de R$ 22 para R$ 24, o que representa uma potencial valorização de quase 38% em relação ao fechamento anterior.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
SLCE3SLC AgrícolaR$ 17,963,04%
TIMS3Tim ONR$ 16,242,59%
EMBR3Embraer ONR$ 37,682,59%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 45,032,57%
SBSP3Sabesp ONR$ 74,671,52%

As ações da Magazine Luiza (MGLU3) recuaram mais de 8% pressionadas pela abertura da curva de juros futuros.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (4):

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 11,65-8,12%
PCAR3GPA ONR$ 2,95-4,22%
VAMO3Vamos ONR$ 7,81-3,58%
BRFS3BRF ONR$ 18,05-3,53%
RAIZ4Raízen ONR$ 2,71-3,21%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fecha em baixa de 0,19%, aos 121.802,06 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pela forte desvalorização das commodities. O minério de ferro caiu mais de 2% na China, enquanto o petróleo teve baixa superior a 1% hoje.

Em consequência, as ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) — que possuem as maiores participações no Ibovespa — recuaram e pressionaram o índice.

As perdas, porém, foram limitadas pelo crescimento da economia brasileira acima do esperado no primeiro trimestre.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,8% no primeiro trimestre, informou o IBGE. O total foi de R$ 2,7 trilhões. Na comparação anual, o PIB avançou 2,5% no primeiro trimestre.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em alta após uma sessão marcada pela volatilidade.

Os investidores reagiram aos primeiros dados do mercado de trabalho a serem divulgados nesta semana.

A abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos caiu para 8,059 milhões em abril, segundo o relatório Jolts, divulgado pelo Departamento do Trabalho do país. Esse foi o nível mais baixo em mais de três anos e abaixo das expectativas do mercado.

Após o dado, os traders passaram a prever uma probabilidade de quase 62% de dois cortes nos juros ainda este ano, acima dos cerca de 36% de uma semana atrás, de acordo com a ferramenta CME FedWatch, do CME Group.

Agora, o mercado espera do relatório de empregos no setor privado, o ADP, e o relatório oficial de empregos, o payroll.

A expectativa é que de mercado de trabalho tenha enfraquecido e, assim, permitir que o banco central dos Estados Unidos inicie o corte de juros até setembro. c

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: +0,36%, aos 38.711,29 pontos;
  • S&P 500: +0,15%, aos 5.291,34 pontos;
  • Nasdaq: +0,17%, aos 16.857,05 pontos.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fecha a R$ 5,2854, com alta de 0,98%.

AÇÕES DA AMERICANAS (AMER3) ATINGEM MENOR COTAÇÃO HISTÓRICA

Imagina ter pouco mais de R$ 0,30 na carteira. Ainda que muitos não andem mais com dinheiro físico, é difícil encontrar algo para comprar com esse valor — talvez, uma bala. Já na B3, uma ação. 

Negociadas fora do Ibovespa, os papéis da Americanas alcançaram a menor cotação histórica da empresa, a R$ 0,34, nesta terça-feira (04). AMER3 fechou com queda de 12,20%, a R$ 0,36. Em dois dias, a varejista acumula recuo de quase 22% e completa a sequência de cinco dias de baixas consecutivas. 

Vale lembrar que a ação vem sendo negociada abaixo de R$ 1 desde janeiro. No ano, a desvalorização é de 61,5%. 

  • As melhores recomendações da Empiricus na palma da sua mão: casa de análise liberou mais de 100 relatórios gratuitos; acesse aqui

Além disso, os papéis da varejista têm a sexta taxa de aluguel mais alta do mercado, de 31,08%. Em outras palavras, os investidores continuam apostando na continuidade da desvalorização das ações na B3. 

Leia mais.

PETRÓLEO FECHA EM QUEDA DE MAIS DE 1% E BARRIL ABAIXO DE US$ 80

As preocupações com a demanda do petróleo continuam a abalar as cotações do óleo nesta terça-feira (4), ainda no rescaldo da recente decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+)

Há dois dias, a Opep+ decidiu pela continuidade dos cortes na produção da commodity, mas determinou uma data de validade. A partir de outubro deste ano, o grupo liderado pela Rússia prevê o retorno gradual à produção de 2,2 milhões de barris por dia, processo que deve durar até setembro de 2025. 

Ou seja, a oferta do petróleo pode aumentar já a partir do quarto trimestre deste ano, em um momento em que a demanda global vem demonstrando sinais de fraqueza. Dadas as incertezas, o petróleo atingiu o menor nível em quatro meses e operou hoje abaixo dos US$ 80. 

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent com vencimento em agosto, que são referência para o mercado internacional, chegaram a ser negociados a US$ 76,76, o nível mais baixo desde janeiro — quando o barril foi cotado a US$ 74,79.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) lideram a ponta positiva do Ibovespa desde o início da sessão, com alta de mais de 4%.

Os papéis repercutem a elevação de recomendação neutra para compra pelo Citi. O banco também subiu o preço-alvo para SLCE3 de R$ 22 para R$ 24, o que representa uma potencial valorização de quase 38% em relação ao fechamento anterior.

Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
SLCE3SLC AgrícolaR$ 18,134,02%
EMBR3Embraer ONR$ 37,963,35%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 44,761,96%
TIMS3Tim ONR$ 16,141,96%
WEGE3Weg ONR$ 37,931,58%

Magazine Luiza (MGLU3) recua mais de 5% pressionada pela abertura da curva de juros futuros.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 12,01-5,28%
VAMO3Vamos ONR$ 7,77-4,07%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 20,53-4,02%
RRRP33R Petroleum ONR$ 27,13-3,76%
BRFS3BRF ONR$ 18,04-3,58%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa recua os 121 mil pontos, com pressão das commodities. O índice cai 0,50%, aos 121.418 pontos.

Por aqui, as perdas são limitadas pelo crescimento da economia brasileira acima do esperado no primeiro trimestre.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,8% no primeiro trimestre, informou o IBGE. O total foi de R$ 2,7 trilhões. Na comparação anual, o PIB avançou 2,5% no primeiro trimestre.

O dólar ganha força à medida que as incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos avança após dados do mercado de trabalho. A moeda norte-americana sobe 1,07%, a R4 5,2901 no mercado à vista.

Os juros futuros (DIs) ampliam os ganhos em toda a curva na contramão dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

FECHAMENTO DA EUROPA

As bolsas europeias encerraram o pregão em queda. Os investidores operaram na expectativa da decisão sobre o juros do Banco Central Europeu (BCE) na próxima quinta-feira (6).

Os principais índices foram pressionados pelo forte recuo das ações de petroleiras e bancos.

Confira o fechamento dos principais índices europeus:

  • DAX (Frankfurt): -1,02%, aos 18.417,54 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,35%, aos 8.233,46 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,75%, aos 7.937,90 pontos;
  • Stoxx 600: -0,49%, aos 517,30 pontos.
AMERICANAS (AMER3) RECUA

As ações da Americanas (AMER3) recuam 9,76%, a R$ 0,37 e figura entre as maiores quedas da B3. Essa é a menor cotação dos papéis na história da companhia.

GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado desta terça-feira (4), Paula Comassetto recebe Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, para revelar quais são as ações mais recomendadas para investir em junho e buscar bons dividendos, segundo a carteira mensal da casa de análise.

Acompanhe:

SLC AGRÍCOLA (SLCE3) SOBE 4%

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) avançam 4,59%, a R$ 18,23 e lideram a ponta positiva do Ibovespa.

Os papéis repercutem a elevação de recomendação neutra para compra pelo Citi. O banco também subiu o preço-alvo para SLCE3 de R$ 22 para R$ 24, o que representa uma potencial valorização de quase 38% em relação ao fechamento anterior.

"Apesar da expectativa da equipe de commodities do Citi sobre uma tendência de queda nos preços dos grãos, nossa perspectiva positiva se baseia em maiores rendimentos de produção para diluir os custos fixos e refletir uma margem de produtor maior, com o maior risco de um choque climático adverso, que poderia impactar negativamente a produção da Argentina e dos EUA, quebrando o regime de 'preço baixo e baixa volatilidade' nos preços dos grãos", explica o analista Gabriel Barra, em relatório enviado a clientes.

PRIVATIZAÇÃO DA SABESP (SBSP3): QUAL A FATIA QUE O GOVERNO TARCÍSIO PRETENDE MANTER NA COMPANHIA APÓS A OFERTA DE AÇÕES?

Em meio à aprovação da modelagem da privatização, a Sabesp (SBSP3) anunciou na manhã desta terça-feira (4) a fatia que cada um dos principais acionistas deverá deter na companhia após a oferta de ações de desestatização.

Vale lembrar que o follow-on da empresa paulista de saneamento será totalmente secundário — isto é, quando há apenas a venda da participação dos acionistas controladores, sem a emissão de novos papéis.

O Estado de São Paulo, que hoje detém 50,3% da companhia, poderá vender as ações ordinárias (SBSP3) que possui direta ou indiretamente desde que mantenha o mínimo de 18% do capital social da Sabesp. O percentual pode ser ainda maior, a depender das condições de mercado.

O governo paulista ainda deverá manter 10% do capital social da Sabesp da ação preferencial de classe especial (golden share). 

Leia mais.

ENCOMENDAS À INDÚSTRIA NOS EUA EM LINHA COM O ESPERADO

As encomendas à indústria nos Estados Unidos registrou alta de 0,7% em abril, na comparação com março, a US$ 588,2 bilhões.

Divulgado nesta manhã pelo Departamento do Comércio do país, o resultado veio em linha com as expectativas projetadas pelo mercado.

RELATÓRIO JOLTS DE ABRIL

A abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos caiu para 8,059 milhões em abril, segundo o relatório Jolts, divulgado há pouco pelo Departamento do Trabalho do país.

O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que projetava 8,360 milhões de vagas abertas no período.

Além disso, o número para março foi revisado para baixo, passando de 8,488 milhões para 8,355 milhões.

AS BOAS E AS MÁS NOTÍCIAS DO PIB DO 1T24

Depois de um decepcionante zero a zero na reta final de 2023, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no primeiro trimestre de 2024 trouxe duas boas notícias logo em sua primeira linha.

A economia nacional cresceu 0,8% nos primeiros três meses do ano na comparação com o trimestre anterior, somando R$ 2,7 trilhões no período. Já na comparação com o primeiro trimestre de 2023, o PIB do Brasil apresentou expansão de 2,5%.

Em ambas as bases de comparação, o resultado superou as expectativas dos analistas. Eles esperavam altas de 0,7% na leitura trimestre e de 2,3% na comparação anual, segundo a mediana das expectativas do Broadcast.

Para além dessas duas ótimas notícias, a economia brasileira começou 2024 com mais três notícias boas, uma mais ou menos e outra que pode parecer estranha.

Leia mais.

ABERTURA DE NOVA YORK

Wall Street amanhece em tom negativo. Os índices de NY também ficam sob a pressão do mercado de commodities e abrem o pregão em queda.

Por lá, investidores ajustam expectativas em meio à espera pelo relatório de abertura de vagas nos EUA, o Jolts, em abril.

Confira:

  • S&P 500: -0,18%
  • Dow Jones: -0,04%
  • Nasdaq: -0,21%
MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa mantém ritmo de queda nesta terça-feira.

O tom negativo do mercado de commodities pesa na bolsa brasileira e puxa as ações das petroleiras e do setor de mineração, que caem em bloco.

Na ponta negativa, as perdas do Grupo Vamos também ganham destaque. Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
VAMO3Vamos ONR$ 7,84-3,21%
PRIO3PRIO ONR$ 40,09-2,62%
RRRP33R Petroleum ONR$ 27,48-2,52%
BEEF3Minerva ONR$ 6,12-2,08%
CSNA3CSN ONR$ 12,49-1,58%

Veja também as maiores altas da abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
SLCE3SLC AgrícolaR$ 18,053,56%
LWSA3Locaweb ONR$ 4,592,00%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 27,831,90%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,070,66%
YDUQ3Yduqs ONR$ 12,040,42%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre a sessão desta terça-feira em queda de 0,39%, aos 121.550 pontos.

O principal índice da B3 é pressionado pelo setor de commodities. Elas operam em baixa nesta manhã. O tom negativo das bolsas internacionais também pesa na bolsa brasileira.

Além disso, investidores reagem aos dados do PIB no primeiro trimestre.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em forte queda, no pré-mercado em Nova York. 

  • Petrobras (PBR): 1,04%, a US$ 15,28;
  • Vale (VALE): 0,76%, a US$ 11,73. 
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera em queda nesta terça-feira.

Os contratos mais líquidos de petróleo Brent iniciam a manhã em tom negativo, com queda de 1,42%, a US$ 77,25 o barril. Já os papéis futuros do petróleo WTI caem 1,52%, a US$ 73,09.

O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, também registra perdas. A commodity encerrou as negociações em queda de 2,11%, a US$ 115,15.

HENRIQUE CAVALCANTE: MERCADO EM 5 MINUTOS

As bolsas europeias registram queda em torno de 1% nesta terça-feira, enquanto a bolsa chinesa fechou com alta de 0,7%.

Nos EUA, o S&P e o Nasdaq registraram alta no fechamento de ontem, sustentados pelo ISM, um indicador de atividade econômica divulgado no início do dia, que veio abaixo do esperado.

A leitura é positiva para os ativos de risco, uma vez que é um dado favorável para o início dos cortes de juros pelo FED.

Hoje, os futuros de ambos índices operam em queda próxima de 0,4%, o que devolveria os retornos de ontem.

O Ibovespa ensaiou uma recuperação junto das bolsas americanas e do fechamento das treasuries no pregão de ontem, mas acabou devolvendo a alta e fechando com uma queda marginal, renovando a sua mínima do ano, próximo aos 122 mil pontos, pressionado por Petrobras e Vale.

Na agenda de dados econômicos locais de hoje, teremos o PIB referente ao 1T24, com expectativa de crescimento de 0,7% ante o trimestre anterior.

O dado será divulgado daqui a poucos minutos, às 9h, e deve influenciar no desempenho dos ativos de risco brasileiros hoje.

A verdade é que a leitura do PIB é mais complexa do que parece, e será necessário ver a composição do indicador.

Um PIB um pouco pior do que o esperado deveria emplacar uma reação positiva da bolsa, dado que seria um argumento favorável para o BC aumentar o ritmo de cortes dos juros? Ou negativa, sob a ótica da atividade econômica desacelerando? A ver.

Em território norte americano, às 11h, será divulgado o relatório de abertura de vagas (Jolts) de abril.

Além do payroll, que é o principal, o Jolts também é acompanhado pelo FED para entender a força do mercado de trabalho e pode fazer preço nas treasuries hoje.

02:05 — Alô, mundo! Lembra de mim?

Na quarta queda consecutiva e renovando a mínima desde meados de novembro, a sensação é de esquecimento na bolsa brasileira.

O volume de negociação segue bastante baixo na falta de uma narrativa para o Ibovespa surfar e seguimos à deriva do FED e seu apetite por cortar juros.

Dentre os emergentes, o Ibov apresenta o pior desempenho do ano, amargando uma queda de 16% em dólares.

É verdade que o valuation é atrativo e, no stock picking, encontramos uma quantidade razoável de empresas de qualidade com boa margem de segurança. Mas precisa de fluxo.

Em busca de uma narrativa para se agarrar e ser lembrada pelo investidor gringo, a bolsa brasileira poderia se beneficiar de uma leitura mais negativa para o México, após a vitória com V maiúsculo de Claudia Sheinbaum nas eleições presidenciais do país.

O resultado da eleição já era esperado pelos investidores.

O que surpreendeu e assustou os mercados do país no pregão de ontem foi a supermaioria no Congresso mexicano conquistada pela coligação esquerdista da presidente, facilitando a aprovação de mudanças constitucionais.

A reação foi imediata: o principal índice da bolsa de valores do país chegou a cair 7% e o peso mexicano caiu 4% frente ao dólar.

O México vem muito bem entre os emergentes e hoje tem espaço importante na alocação dos portfólios globais em mercados emergentes.

Ainda tem muita água para correr, mas uma mudança de narrativa no país poderia jogar a favor do Brasil, trazendo maior fluxo gringo para os nossos ativos de risco.

04:55 — Efeito Opep+ segue refletindo no petróleo

Com dois dias completados da reunião da Opep+ neste fim de semana, em que o grupo decidiu retirar os cortes de produção atuais, os contratos futuros de petróleo apontam para mais uma queda no dia de hoje.

Após a contração de 4% ontem, a commodity cai mais 2% hoje, abaixo dos US$ 73,00.

Reforçamos o call que é uma boa oportunidade para montar posição em ações do setor, que compõe muito bem o portfólio.

Como já mencionado por outros analistas da casa, nos preços atuais e pela qualidade da operação, PRIO3 é uma excelente escolha.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em alta em toda a curva, acompanhando a valorização do dólar no mercado à vista. 

Veja como abriram os DIs hoje: 

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,41%10,40%10,41%10,40%10,38%
DI1F26DI Jan/2610,83%10,80%10,84%10,81%10,79%
DI1F27DI Jan/2711,17%11,12%11,18%11,12%11,13%
DI1F28DI Jan/2811,47%11,45%11,48%11,45%11,43%
DI1F29DI Jan/2911,64%11,59%11,65%11,60%11,60%
DI1F30DI Jan/3011,77%11,75%11,77%11,75%11,73%
DI1F31DI Jan/3111,84%11,82%11,85%11,85%11,80%
DI1F33DI Jan/3311,91%11,83%11,91%11,83%11,86%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro iniciou a sessão desta terça-feira (04) em queda de 0,28%, aos 121.665 pontos.

O índice é pressionado pela queda do petróleo, do minério de ferro na China e pelo tom negativo das bolsas internacionais.

Além disso, investidores ajustam expectativas sobre ciclo de corte de juros nos EUA e no Brasil, em meio à divulgação de dados do PIB brasileiro no primeiro trimestre.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista amanheceu em alta de 0,54%, a R$ 5,2624.

PIB DO BRASIL

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,8% no primeiro trimestre, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total foi de R$ 2,7 trilhões.

O crescimento da economia veio acima da alta de 0,7% prevista pelo mercado.

Na comparação anual, o PIB avançou 2,5% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta terça-feira.

Os investidores aguardam a divulgação de indicadores econômicos locais antes da abertura.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,51%
  • Dow Jones futuro: -0,48%
  • Nasdaq futuro: -0,46%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta terça-feira.

Os investidores colocam-se em compasso de espera diante da agenda esvaziada do dia.

Eles aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), prevista para a quinta-feira.

A expectativa é de que o BCE dê início a um ciclo de corte de juros na zona do euro.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -1,18%
  • CAC 40 (Paris): -0,88%
  • FTSE 100 (Londres): -0,51%
  • Euro Stoxx 600: -0,71%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta terça-feira.

As bolsas de Xangai e Hong Kong beneficiaram-se das perspectivas de estabilização do setor imobiliário chinês.

No restante da Ásia, o dia foi de perdas.

Veja como fecharam as bolsas da região:

  • Tóquio: -0,22%
  • Xangai: +0,41%
  • Seul: -0,76%
  • Hong Kong: +0,22%
  • Taiwan: -0,84%
IBOVESPA INICIA JUNHO EM QUEDA

O primeiro pregão de junho deu sequência ao ritmo de queda que o Ibovespa já enfrenta desde o início do ano.

O principal índice da B3 encerrou a sessão da última segunda-feira (3) com baixa de 0,05%, aos 122.031 pontos.

A bolsa brasileira foi pressionada pelas perspectivas de fim antecipado do ciclo de corte de juros no Brasil.

Além disso, a queda das ações da Vale pesou no Ibovespa. A baixa ocorreu em meio à forte queda do minério de ferro na China.

Já o dólar terminou o dia a R$ 5,23, um recuo de 0,32% no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados ontem (03).

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Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

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