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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa recupera o fôlego e fecha aos 128 mil pontos mesmo com queda em NY; dólar fica em R$ 4,96

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16 de fevereiro de 2024
7:16 - atualizado às 18:41

RESUMO DO DIA: O Ibovespa fechou em alta mesmo com as bolsas em Nova York operando em queda. Apoiado pelo desempenho de ações ligadas às commodities, especialmente as gigantes Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), o índice subiu 0,72%, aos 128.725 pontos.

Na semana, a alta acumulada foi de 0,55%. Mas vale relembrar que a liquidez foi reduzida nos últimos dias com a bolsa fechada na terça-feira de Carnaval e iniciando o pregão mais tarde na Quarta-Feira de Cinzas.

O dólar à vista, por outro lado, que inverteu o sinal algumas vezes hoje, terminou a sessão próximo do "zero a zero". A moeda norte-americana teve leve queda 0,03%, cotada em R$ 4,9671. Na semana, a divisa valorizou 0,12%.

Por falar nos Estados Unidos, Wall Street ficou no vermelho hoje, com perdas impulsionadas pelo índice de inflação ao produtor nos Estados Unidos acelerando mais do que o previsto.

O dado acima das projeções eleva ainda mais as incertezas a respeito do início do corte de juros nos EUA, um tema que já vinha azedando o humor do mercado ao longo da semana.

Já na Europa e Ásia, as principais bolsas de valores fecharam em alta hoje. O destaque foi o Nikkei: o índice japonês subiu 0,92% e ficou a menos de 100 pontos de estabelecer um recorde histórico de fechamento.

A alta ocorreu apesar de o país ter perdido oficialmente a posição de 3ª maior economia do mundo ontem, com os investidores acreditando que o revés econômico pode levar o BC local a manter a política monetária expancionista por mais tempo e repercutindo os ganhos de Wall Street na véspera.

Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (16):

A Braskem (BRKM5) liderou com muita folga a lista de maiores altas do Ibovespa hoje.

Os papéis reagiram à especulação em torno da venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na petroquímica.

O tema voltou à pauta do mercado após o encontro do presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, com o CEO da Abu Dhabi National Oil Company (Adnoc) — empresa interessada em entrar no capital da Braskem. A estatal controla a petroquímica ao lado da Novonor.

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 19,2510,32%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 8,365,03%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 19,504,17%
HYPE3Hypera ONR$ 33,224,14%
VAMO3Vamos ONR$ 8,274,03%

Confira também as maiores quedas do índice:

CÓDIGONOMEULTVAR
TIMS3Tim ONR$ 17,40-3,81%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 52,66-2,54%
CCRO3CCR ONR$ 13,27-2,35%
RAIL3Rumo ONR$ 23,43-1,93%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 11,13-1,07%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou o dia em alta. O principal índice acionário da B3 avançou 0,72% hoje, aos 128.725 pontos.

FECHAMENTO EM WALL STREET

Após abrirem o dia e passarem boa parte da manhã em queda, as bolsas de Wall Street até tentaram uma recuperação ao longo da tarde.

Mas não teve jeito: com dados de inflação ao produtor novamente pesando sobre o humor dos investidores, os índices de Novsa York fecharam o pregão em queda.

Veja abaixo:

  • Dow Jones: -0,38%
  • S&P 500: -0,48%
  • Nasdaq: -0,82%
FECHAMENTO DO DÓLAR

Após trocar de sinal algumas vezes durante o dia, o dólar à vista encerrou a sessão próximo à estabilidade. A moeda norte-americana recuou apenas 0,03%, cotada em R$ 4,9671.

IBOVESPA AOS 129 MIL PONTOS

Com o apoio das ações da Vale (VALE3), que sobem mais de 4% hoje acompanhando a valorização do minério de ferro no exterior, o Ibovespa acelerou as altas e pode fechar no maior nível em mais de uma semana.

Após renovar sucessivamente as máximas da sessão, o principal índice acionário da B3 avançava 0,98% por volta das 16h35, aos 129.056 pontos.

Já o dólar à vista operava em leve queda de 0,05%, cotado em R$ 4,9661.

BofA ELEVA RECOMENDAÇÃO DO SANTANDER (SANB11)

Apesar do último balanço do Santander Brasil ter ficado bem abaixo das expectativas do mercado — com o lucro recuando por dois anos consecutivos e a rentabilidade nas mínimas históricas , o Bank of America acaba de elevar a recomendação para as ações SANB11.

O banco de investimentos mudou sua indicação de outperform, o equivalente a venda, para neutra nesta sexta-feira (16). O preço-alvo é de R$ 32, um potencial de alta de cerca de 10% ante a cotação dos papéis hoje, que vão na contramão do setor bancário e sobem 2,2% por volta das 15h15.

Os analistas estão "confiantes" de que, considerando a base de comparação fraca, o banco está posicionado para entregar crescimento nos ganhos em 2024 e ultrapassar os pares.

"A qualidade dos ativos do Santander Brasil apresentou evolução consistente ao longo dos últimos trimestres, sugerindo que a abordagem seletiva ao crescimento produziu resultados positivos", diz o relatório.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As ações da Braskem (BRKM5) seguem liderando (com folga) a ponta positiva do Ibovespa nesta tarde.

A razão para a disparada mais uma vez é a especulação em torno da venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na petroquímica.

O tema voltou à pauta do mercado após o encontro do presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, com o CEO da Abu Dhabi National Oil Company (Adnoc) — empresa interessada em entrar no capital da Braskem. A estatal controla a petroquímica ao lado da Novonor.

Confira quem mais está entre as maiores altas do Ibovespa por volta das 15h15:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 19,2710,43%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 19,604,70%
CSNA3CSN ONR$ 19,174,02%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,243,64%
VALE3Vale ONR$ 67,783,47%

Confira também a ponta negativa do índice:

CÓDIGONOMEULTVAR
TIMS3Tim ONR$ 17,35-4,09%
RAIL3Rumo ONR$ 23,33-2,34%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 52,82-2,24%
BRFS3BRF ONR$ 14,10-1,61%
CCRO3CCR ONR$ 13,38-1,55%
O QUE TIROU UM PEDAÇO DO BURGER KING HOJE? AÇÕES DA ZAMP (ZAMP3) CAEM 15% APÓS LEILÃO

A Zamp (ZAMP3), dona do Burger King no Brasil, levou uma mordida daquelas nesta sexta-feira (16): as ações da empresa despencaram mais de 15% após leilão por oscilação máxima permitida pela B3 — liderando de longe as perdas fora do Ibovespa

O Goldman Sachs é o responsável por abocanhar a companhia, que també controla o Popeyes no Brasil. O banco rebaixou a recomendação da Zamp de neutra para venda e cortou o preço-alvo para 12 meses de R$ 5,70 para R$ 4 por ação — o que representa um potencial de queda de 16% em relação ao último fechamento. 

O Goldman também reduziu a previsão de Ebitda para 2024 para a Zamp em 6%, o que o coloca 15% abaixo do consenso.

Por volta de 14h30, as ações da Zamp caíam 14,29% na B3, cotadas a R$ 4,08. No ano, os papéis acumulam perda de 28% e, no mês, de 18%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

Leia mais.

BRASKEM (BRKM5) DISPARA E LIDERA ALTAS DO IBOVESPA

As ações da Braskem (BRKM5) lideram com folga as altas do Ibovespa no pregão desta sexta-feira. A razão para a disparada mais uma vez é a especulação em torno da venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na petroquímica.

O tema voltou à pauta do mercado após o encontro do presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, com o CEO da Abu Dhabi National Oil Company (Adnoc) — empresa interessada em entrar no capital da Braskem. A estatal controla a petroquímica ao lado da Novonor.

Em novembro, a petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos avaliou a participação da antiga Odebrecht em R$ 10,5 bilhões. Mas o assunto esfriou depois do agravamento do caso do afundamento dos bairros em Maceió, onde a Braskem mantinha uma operação de extração de sal-gema.

Por volta das 14h20, os papéis BRKM5 operavam em alta de 8,83%, a R$ 18,99. No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,43%.

POR QUE ZAMP (ZAMP3) DESPENCA NA BOLSA HOJE

Os papéis da Zamp (ZAMP3) vivem uma sexta-feira difícil na B3. Há pouco, as ações saíram de um leilão por oscilação máxima permitida nas mínimas do dia, operando em queda de mais de 15% e cotadas em R$ 4,04.

A forte queda ocorre no mesmo dia em que os analistas do Goldman Sachs rebaixaram a recomendação dos papéis para venda, com preço-alvo de apenas R$ 4.

Além disso, a companhia comunicou ter recebido ontem um pedido de renúncia da vice-presidente de Marketing e Vendas Juliana Cury Simon.

A executiva ficará no cargo até 8 de março e deixa a diretoria na mesma semana em que o Burger King é criticados após veicular um comercial com Clóvis Basílio dos Santos. Mais conhecido pelo apelido de Kid Bengala, Santos é um ex-ator de filmes adultos brasileiro.

O comercial já foi retirado do ar.

DESTAQUES DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,64%, no patamar dos 128.620 mil pontos.

As ações de educação estão entre os destaques do dia, com o lançamento do "Fies social". Com isso, Cogna e Yduqs lideram as altas desta sexta-feira.

A Braskem também ganha destaque, com acionistas de olho em negociações entre Petrobras e Adnoc.

Já a Vale se recupera, impulsionada pelo minério de ferro, enquanto sucessão – ou não – do CEO segue indefinida.

Confira os destaques na ponta positiva:

BRKM5Braskem PNR$ 18,918,37%
COGN3Cogna ONR$ 2,484,64%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 19,413,69%
VALE3Vale ONR$ 67,653,27%
YDUQ3Yduqs ONR$ 19,193,01%

Na ponta negativa, a empresa de logística Rumo lidera as quedas do Ibovespa.

Relatório da USDA, que apontou queda na produção de soja e milho globalmente, vem pesando nas ações da companhia.

Rede D'or também fica entre as maiores quedas do dia, com perda de 2% nos papéis, após anúncio de descredenciamento de hospitais da Unimed.

Confira destaques na ponta negativa do Ibovespa:

RAIL3Rumo ONR$ 23,24-2,72%
TIMS3Tim ONR$ 17,72-2,05%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 53,00-1,91%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 26,02-1,96%
PETZ3Petz ONR$ 3,50-1,41%
FIES SOCIAL NA BOLSA: YDUQS (YDUQ3) E COGNA (COGN3) DÃO SALTO E HÁ ESPAÇO PARA MAIS

O Ministério da Educação (MEC) lançou nesta sexta-feira (16) o Fies Social, programa que permite o financiamento de 100% dos cursos particulares para alunos de baixa renda. A notícia não é positiva apenas para os estudantes — Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3) apareceram entre as maiores altas do Ibovespa

Na verdade, o Fies Social ajuda o setor de educação como um todo na bolsa. Por volta de 12h35, as principais empresas do segmento subiam em bloco:

  • Cogna (COGN3): +4,64%, a R$ 2,48
  • Ânima (ANIM3): +3,77%, a R$ 4,40
  • Yduqs (YDUQ3): +3,06%, a R$ 19,20
  • Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3): +2,29%, a R$ 4,02

A Ser Educacional (SEER3) é a única que destoa do bloco educação neste momento. As ações SEER3 chegaram a operar em alta de quase 3% mais cedo, mas agora revertem o sinal e caem 1,18%, cotadas a R$ 5,85. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

Fies Social e as ações na bolsa

As ações do setor de educação não só ganharam um novo impulso com o lançamento do Fies Social como tendem a continuar subindo. 

Leia mais.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em alta, apesar de queda após abertura em Nova York.

O índice brasileiro vai na contramão de Wall Street, que reage negativamente ao índice de inflação ao produtor nos Estados Unidos, que acelerou mais do que o previsto.

O Ibovespa atinge máxima e avança 0,76%, aos 128.778,62 pontos.

O dólar à vista opera em queda de 0,18%, a R$ 4.959.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram sessão desta sexta-feira (16) em queda, perto da estabilidade, após PPI dos EUA vir mais forte do que o esperado.

Confira o desempenho dos índices após a abertura:

  • S&P 500: -0,08%, aos 5.042,50 pontos;
  • Dow Jones: -0,30%, aos 38.743,00 pontos;
  • Nasdaq: +0,11%, aos 17.933,25 pontos.
GIRO DO MERCADO

A Estapar (ALPK3) reportou recorde de receita líquida de R$365,4 milhões no quarto trimestre de 2023, segundo a prévia operacional divulgada nesta sexta-feira (16).

O analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, comenta os números apresentados pela empresa e se é hora de investir nas ações e aproveitar a oportunidade.

A Hapvida (HAPV3) aprovou nesta quinta-feira (16) um novo programa de recompra de ações de até R$ 200 milhões, com duração de 18 meses.

O analista Henrique Cavalcante também participa do Giro do Mercado para comentar se a notícia é positiva ou negativa para a empresa, e ainda as expectativas para o resultado do 4T23.

Acompanhe:

DÓLAR SE APROXIMA DE R$ 4,99 APÓS PPI FORTE NOS EUA

O dólar registrou nova máxima intradia aos R$ 4,9883, com uma alta de 0,40%.

A moeda acompanha a ampliação dos ganhos dos Treasuries após os dados de inflação ao produtor nos Estados Unidos mais fortes do que o esperado em janeiro, tanto na margem como na comparação anual.

Após a surpresa com o CPI americano na terça-feira, os dados somados reforçam a chance de início de corte de juros do Fed em junho.

Além disso, trazem pressão ao Copom, que pode precisar rever o tamanho do ciclo de corte da Selic neste ano.

EUA: PPI SOBE 0,3% EM JANEIRO ANTE DEZEMBRO

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos subiu 0,3% em janeiro ante dezembro, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pelo Departamento do Trabalho do país.

O resultado ficou acima da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam avanço de 0,1% do PPI no mês passado.

O núcleo do PPI, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, também aumentou 0,5% na comparação mensal de janeiro, vindo igualmente acima do consenso da FactSet, de ganho de 0,2%.

Na comparação anual, o PPI teve alta de 0,9% em janeiro, desacelerando um pouco em relação ao acréscimo de 1% observado em dezembro.

Já o núcleo do PPI registrou avanço anual de 2,0% em janeiro, maior do que o aumento de 1,8% do mês anterior.

Neste caso, as projeções da FactSet eram de incrementos anuais de 0,7% do PPI cheio e de 1,8% do núcleo.

Correção: A nota sobre resultados do PPI nos EUA, publicada às 10h45, continha erros. Ao contrário do que foi divulgado, o núcleo do PPI — que exclui o preço de alimentos e energia — não avançou 0,3% como informado anteriormente, e sim 0,5% em janeiro ante dezembro. Já na comparação anual, teve alta de 2,0% e não de 1,6% como indicado antes.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNR$ 18,576,42%
COGN3Cogna ONR$ 2,474,22%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 19,474,01%
YDUQ3Yduqs ONR$ 19,293,54%
AZUL4Azul PNR$ 12,533,04%
Fonte: Broadcast

Confira as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
RAIL3Rumo ONR$ 23,64-1,05%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 26,36-0,68%
MULT3Multiplan ONR$ 25,53-0,62%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 53,70-0,61%
TIMS3Tim ONR$ 17,98-0,61%
Fonte: Broadcast
JUROS FUTUROS (DIs) HOJE
CÓDIGONOMEULTABE
DI1F25DI Jan/2510,02%10,01%
DI1F26DI Jan/269,82%9,82%
DI1F27DI Jan/2710,00%10,00%
DI1F28DI Jan/2810,26%10,27%
DI1F29DI Jan/2910,45%10,45%
DI1F30DI Jan/3010,60%10,60%
DI1F31DI Jan/3110,68%10,67%
DI1F32DI Jan/3210,73%10,72%
DI1F33DI Jan/3310,79%10,80%
Fonte: Broadcast
ABERTURA

O Ibovespa abriu o dia em alta de 0,27%, aos 127.808 pontos. O dólar à vista opera na estabilidade, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,9717.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

A JANELA PARA O OTIMISMO COMEÇA A SER ABERTA, MAS O CAMINHO SERÁ DURO

Hoje, os holofotes estão voltados para os Estados Unidos, com especial interesse nos dados da inflação ao produtor de janeiro e nas expectativas inflacionárias de curto e médio prazo. Resultados inferiores ao previsto poderiam infundir otimismo nos mercados globais, já em alta desde o início do dia. As bolsas asiáticas, por exemplo, seguiram o impulso positivo do Ocidente na quinta-feira, com o mercado de ações japonês prosseguindo em sua trajetória ascendente e alcançando novos recordes. Apesar de um volume de negociações mais baixo devido ao feriado do Ano Novo Lunar, o ambiente é de otimismo.

Na Europa e nos Estados Unidos, os mercados apresentam alta nesta manhã, mantendo o ímpeto da alta da sessão anterior. Os indicadores de vendas no varejo mais fracos do que o esperado contribuíram para um otimismo cauteloso, que pode ser ampliado pelos dados econômicos divulgados hoje. O Brasil, alinhado à tendência internacional, pode ver seus mercados e os preços das commodities serem influenciados por esses desenvolvimentos. O petróleo inicia o dia com uma ligeira retração após o aumento de ontem, enquanto o minério de ferro exibe uma tendência de alta, um fator que promete impactar os setores relacionados na bolsa.

A ver…

00:47 — Difícil engatar neste começo do ano

No início de 2024, os ativos brasileiros enfrentaram desafios consideráveis, mas a recente realização de lucros no Ibovespa, após uma fase de recuperação no final de 2023, não sugere, a meu ver, uma tendência de declínio de longo prazo. Pelo contrário, continuo otimista com o desempenho dos ativos de risco no Brasil ao longo deste ano. Alguns observadores podem considerar o índice como excessivamente desvalorizado, dado que 73% das ações estão negociando abaixo de suas médias de curto prazo. Embora a ausência de catalisadores imediatos não permita uma reversão dessa tendência, isso não significa que não haja um caminho para recuperação. A entrada de capital estrangeiro pode ser um fator de virada, embora essa movimentação dependa fortemente da política monetária do Federal Reserve, o que nos deixa vulneráveis às flutuações das taxas de juros nos Estados Unidos.

Permaneço com uma perspectiva positiva, que também poderia ser aplicada ao mercado de ações da América Latina em geral. Conforme destacado por Rogério Xavier, em um evento recente do BTG e em entrevista ao Market Markers , o Brasil deve seguir o fluxo dos mercados emergentes, impulsionado pela expectativa de redução das taxas de juros globais. Nosso diferencial pode estar nos ganhos estruturais da balança comercial, que tem potencial para registrar um superávit superior a US$ 90 bilhões este ano, favorecido pelo aumento da produção de petróleo. Esse fator deve fortalecer as contas externas e ajudar a compensar os efeitos da redução nas colheitas de milho e soja. O caminho até agora tem sido promissor, com um superávit acumulado superior a US$ 8,5 bilhões até 9 de fevereiro.

01:50 — De olho nos preços ao produtor

Nos Estados Unidos, o cenário financeiro é marcado pela persistência de juros altos, enquanto o Federal Reserve prossegue com a redução de sua presença no mercado de títulos do Tesouro e de títulos hipotecários. Essa estratégia inclui, ainda, o recurso à operação de recompra reversa overnight, que tem contribuído para estabilizar os mercados em meio à contração do balanço do Fed. Este cenário se mostrou desafiador, especialmente após a divulgação de dados inflacionários ao consumidor que superaram as expectativas, causando inquietação inicial. Apesar disso, a recente queda de 0,8% nas vendas varejistas de janeiro – a maior redução em quase um ano – sinaliza um arrefecimento da atividade econômica, fator considerado positivo por aqueles que antecipam cortes de juros, esperados para iniciar entre maio e junho.

Nesta jornada, dois indicadores merecem atenção especial hoje. Primeiro, aguarda-se a pesquisa de fevereiro sobre o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, que inclui as expectativas de inflação. Em segundo lugar, o índice de preços ao produtor, previsto para registrar um leve aumento de 0,1% na comparação mensal, após uma redução de 0,1% em dezembro. Importante frisar que, embora esses dados tenham sua relevância, não exercem o mesmo impacto nas decisões do Fed quanto o índice de gastos com consumo pessoal (PCE). Notavelmente, os recentes impulsos inflacionários no índice ao consumidor, como os aumentos nos preços de passagens aéreas e serviços de saúde, não influenciam diretamente o índice de preços ao produtor. Portanto, há a possibilidade de resultados melhores que o esperado para este último, o que seria benéfico para os ativos de risco.

02:52 — Divididos

Em meio a um cenário de crescimento econômico, os Estados Unidos se destacam como a democracia com o mais elevado nível de divisão política e disfunção entre os países do G7. No ano passado, desavenças pessoais entre membros do Partido Republicano resultaram em um impasse na Câmara dos Representantes, deixando-a sem um líder por um período sem precedentes nos últimos 160 anos, remetendo a uma era de divisão comparável apenas à Guerra Civil. Para piorar, atualmente, a nação se depara com o cenário eleitoral presidencial de 2024, marcado por desafios significativos.

As sondagens revelam uma perspectiva desfavorável para o presidente em exercício, com somente 37% da população aprovando sua gestão. Uma grande maioria dos eleitores prováveis considera que Biden, aos 81 anos, não possui a vitalidade necessária para o cargo, e um percentual similar expressa o desejo de não vê-lo reeleito. Em contrapartida, Donald Trump, enfrentando 91 acusações em diversos processos judiciais e tendo recusado reconhecer sua derrota eleitoral em 2020 — instigando uma insurreição para obstruir a confirmação do resultado —, possui apenas 38% de aprovação referente a seu mandato, com 60% dos cidadãos rejeitando seu retorno. No entanto, ele segue sendo o candidato favorito para as eleições. Este momento peculiar reflete um período de incerteza na mais influente democracia global. Devemos ter uma resposta do mercado mais acentuada às eleições a partir de março.

03:45 — O problema político alemão

Ontem, comentei sobre a situação delicada da economia alemã, indicando as razões pelas quais isso a tornava vulnerável politicamente. Quando Olaf Scholz assumiu o cargo de chanceler da Alemanha, sucedendo Angela Merkel em 2021, havia uma expectativa otimista de que sua liderança poderia infundir novo vigor à nação, essencial para o núcleo da Europa. Merkel, reconhecida por sua gestão estável e eficaz ao longo de 16 anos, deixou um legado de liderança inquestionável, navegando o país e a União Europeia por múltiplas crises. Talvez Merkel tenha sido uma das principais lideranças do século até aqui, se não a principal. Scholz, prometendo ser um sucessor à altura de Merkel, prometeu continuidade com um toque progressista, alinhado às ideias de seu partido de centro-esquerda. Contudo, a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022 foi um ponto de inflexão, com Scholz adotando uma postura surpreendentemente firme, anunciando uma "nova era" na política alemã em relação à Rússia.

Apesar desses esforços, a popularidade de Scholz sofreu uma queda acentuada devido ao declínio econômico da Alemanha e ao impacto da inflação sobre consumidores e indústrias, exacerbando o descontentamento entre trabalhadores e líderes empresariais. A coalizão governamental enfrenta desafios significativos, refletidos em uma aprovação governamental de apenas 17%, um recorde de baixa popularidade que abre espaço para o surgimento de extremismo político, um desenvolvimento preocupante para um país como a Alemanha. A Alternativa para a Alemanha (AfD), um partido de extrema-direita, exemplifica essa tendência. Com as eleições nacionais previstas para outubro de 2025, o futuro político da Alemanha e seu impacto na estabilidade econômica europeia permanecem incertos, contribuindo para a volatilidade e a fraqueza dos ativos de risco no continente.

04:41 — Problemas das cadeias globais de suprimentos

Nos últimos dias, a infraestrutura de gasodutos do Irã sofreu múltiplas explosões, um evento significativo dada a projeção de que a demanda por gás natural liquefeito (GNL) crescerá mais de 50% até 2040, impulsionada pela transição energética de países como a China, que se movem para além do carvão, segundo previsões da Shell. Este cenário sugere uma pressão ascendente sobre os preços globais de energia. Paralelamente, Israel intensificou suas operações militares no Líbano, direcionando ataques aéreos ao Hezbollah, um movimento apoiado pelo Irã, em retaliação a ataques de foguetes. Esta escalada de tensões coincide com advertências do Reino Unido sobre ataques a embarcações no Mar Vermelho, exacerbando a instabilidade regional.

Como resultado direto dessas tensões, o setor de transporte marítimo global enfrenta desafios significativos, particularmente em rotas estratégicas como o Mar Vermelho, por onde transita uma parcela considerável do comércio mundial. A Maersk, líder no setor de logística e transporte marítimo, já sinalizou para seus clientes a complexidade crescente da navegação na região, que anteriormente já havia motivado a empresa a evitar o Canal de Suez. O cenário atual indica uma persistência de incertezas, potencialmente estendendo-se por vários trimestres, e implica em custos logísticos elevados e processos de transporte mais extensos e complexos. Estes fatores, somados à volatilidade no fornecimento de gás natural, representam pressões inflacionárias adicionais que podem afetar a economia global.

ADRS DA VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs, em inglês) da Vale e da Petrobras operam em direções diferentes no pré-mercado em Nova York.

Os papéis da Vale avançam 1,81%, na esteira do avanço do preço da tonelada do minério de ferro em Cingapura, que registrou alta de 1,20%, cotado a US$ 131,00.

Na outra ponta, o ADR da Petrobras cai 0,17%, seguindo o movimento do barril do Brent, utilizado como referência internacional, cotado a US$ 82,24.

  • Petrobras (PBR): -0,06%, a US$ 17,39;
  • Vale (VALE): +1,89%, a US$ 13,48.
ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em alta de 0,24%, aos 130.200 pontos. Já o dólar à vista abriu em alta de 0,02%, cotado a R$ 4,9697.

AGENDA DO DIA
HorárioPaísEvento
O dia todoChinaFeriado do ano novo Chinês
4hReino UnidoVendas no varejo em janeiro
5h45Zona do EuroDirigente do BCE, Isabel Schnabel discursa em evento na European University Institute
8hBrasilIGP-10 de fevereiro
10h30Estados UnidosÍndice de Preços ao Produtor (PPI) em janeiro
11h10Estados UnidosVice-presidente de Supervisão do Fed, Michael Barr participa de conferência da Columbia Law School
12hEstados UnidosUniv. Michigan: Índice de Sentimento do Consumidor em fevereiro
14h10Estados UnidosPresidente do Fed de San Francisco, Mary Daly participa da Conferência Anual da Associação Nacional de Economia Empresarial (Nabe, na sigla em inglês)
15hEstados UnidosBaker Hughes: poços de petróleo em operação
Fonte: Broadcast e Investing.com
FUTUROS DE NOVA YORK ABREM SEM DIREÇÃO ÚNICA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York abriram sem direção única hoje.

Na véspera, o S&P-500 registrou um novo recorde de fechamento.

Hoje, os investidores estarão atentos aos dados de inflação ao produtor e a eventos públicos com três dirigentes do Fed.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,21%
  • Dow Jones futuro: -0,10%
  • Nasdaq futuro: +0,61%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta sexta-feira.

Os investidores estendem os ganhos da véspera na esteira de um resultado bem melhor que o esperado nas vendas no varejo britânico.

Enquanto isso, eles aguardam os dados de inflação ao produtor norte-americano.

Confira:

  • DAX: +0,81%
  • FTSE 100: +0,87%
  • CAC 40: +0,62%
  • Euro Stoxx 50: +0,71%
SURPRESA POSITIVA NAS VENDAS NO VAREJO BRITÂNICO

As vendas no varejo do Reino Unido em janeiro proporcionaram uma surpresa positiva nesta sexta-feira.

O indicador avançou 3,4% na passagem de dezembro de 2023 para janeiro de 2024. O resultado veio bem acima das expectativas. Analistas esperavam alta de 1,6%.

Já na comparação anual, as vendas no varejo britânico cresceram 0,7% em janeiro. A expectativa era de recuo de 1,4%.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta sexta-feira.

O destaque ficou por conta do índice Nikkei, que se aproximou da máxima embalado pelas expectativas de que o banco central japonês pode manter sua política acomodatícia depois que o país entrou em recessão e perdeu o status de terceira maior economia do mundo.

A bolsa japonesa subiu 0,92%, renovou mais uma vez o nível mais alto desde 1990 e ficou a menos de 100 pontos de estabelecer um novo recorde histórico de fechamento. Os ganhos da véspera em Wall Street também ajudaram nesse avanço de hoje.

Já as bolsas de Seul e Hong Kong fecharam em alta de 1,34% e 2,48%, respectivamente.

A exceção foi a bolsa de Taiwan, que caiu 0,20%.

Na China continental, a bolsa de Xangai permanece fechada por causa do feriado de ano novo. A reabertura está prevista para a próxima segunda-feira (19).

Confira:

  • Nikkei: +0,92%
  • Xangai: (Não abriu em virtude do feriado local)
  • Hang Seng: +2,48%
  • Kospi: +1,34%
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

Após um fechamento no vermelho no "meio-pregão" da volta do Carnaval, o Ibovespa ensaiou uma recuperação e subiu nesta quinta-feira com o apoio das ações da Petrobras (PETR4) e do exterior positivo.

O principal índice acionário da bolsa brasileira avançou 0,62%, aos 127.804 pontos. Já o dólar comercial fechou em leve queda de 0,07%, a R$ 4,9686.

Em Nova York, os índices subiram e o S&P 500 quebrou um novo recorde de fechamento após dados do varejo e da indústria ficarem abaixo do esperado, o que estimula apostas na queda dos juros.

O Nasdaq, por outro lado, passou boa parte do pregão no vermelho em meio à queda de vários nomes importantes entre as big techs, como Alphabet (Google), Amazon, Microsoft e Apple. Mas o índice de tecnologia recuperou-se perto do final da sessão e também registrou alta hoje.

Já na Europa, houve um avanço impulsionado pela temporada de balanços. A bolsa de Londres, por exemplo, fechou em alta mesmo após dados mostrarem que a economia britânica terminou 2023 entrando em recessão técnica, com uma queda de 0,3% do PIB no quarto trimestre.

Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (15).

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