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As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
Os analistas do BTG Pactual atualizaram a carteira mensal de ESG com as recomendações de fevereiro. As novidades da carteira nessa edição são as ações da Allos (ALOS3) e C&A (CEAB3), que substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3).
Na visão dos analistas, a Allos adiciona defensividade ao portfólio e pode se beneficiar de um ambiente de queda de juros.
No caso da varejista C&A, o destaque é o valuation de 7,5x preço sobre lucro (P/L) para 2026, além do foco em eficiência operacional.
As 10 ações ESG recomendadas pelo BTG em fevereiro são:
| Empresa | Ticker | Potencial de valorização* |
|---|---|---|
| Allos | ALOS3 | 26,1% |
| Axia Energia | AXIA3 | 4,1% |
| Copel | CPLE3 | 2,3% |
| C&A | CEAB3 | 46,5% |
| Equatorial | EQTL3 | 29,7% |
| Itaú | ITUB4 | 4,2% |
| Localiza | RENT3 | 7,2% |
| Nubank | ROXO34 | 30,8% |
| Raia Drogasil | RADL3 | - |
| Sanepar | SAPR11 | - |
Segundo o banco, o portfólio ESG superou o benchmark S&P/B3 nos 30 últimos dias — com valorização de 13,1% contra 10,1%. Isso significa que as ações selecionadas tiveram um desempenho maior que o índice usado como referência da carteira.
Confira, a seguir, os critérios de recomendação de cada ativo.
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Além do perfil defensivo e da exposição a um cenário de queda de juros, o BTG destaca as perspectivas de distribuição de dividendos em 2026, divulgada recentemente pela Allos.
A estimativa é de um rendimento de dividendos de 11% no ano, o que “torna a tese de investimento mais atrativa à medida que a estratégia migra de crescimento para geração de valor”, explicam os analistas no relatório.
A Axia se destaca como a principal beneficiária do atual cenário de preços de energia mais elevados.
Os analistas também defendem que a companhia pode se tornar uma relevante geradora de caixa e pagadora de dividendos nos próximos 5,5 anos devido à combinação de disciplina de capital e preços fortes:
“Mesmo após a sólida performance recente das ações, ainda vemos espaço para um desempenho positivo”.
A empresa concluiu a migração para o Novo Mercado em dezembro de 2025, o que melhora a liquidez das ações e aumenta a atratividade para investidores estrangeiros.
Além disso, o Leilão de Capacidade previsto para março pode funcionar como um catalisador positivo de curto prazo para as ações da Copel.
O BTG também explica que a companhia se beneficia dos preços de energia mais elevados e apresenta uma TIR real de 7,5%, superior a outros nomes pagadores de dividendos cobertos pelos analistas do banco.
A C&A vem intensificando o foco em eficiência operacional, especialmente em vendas por metro quadrado.
Os analistas destacam o programa Energia C&A, que já capturou parte dos ganhos esperados, com melhorias adicionais previstas para 2026 e mais de 50 iniciativas em andamento.
A companhia usa mecanismos de precificação dinâmica para preservar competitividade, ao mesmo tempo em que implementa aumentos seletivos de preços.
Na visão dos analistas, a Equatorial segue como uma excelente tese de carrego, negociando com uma TIR real de 9,7%. Eles argumentam que a empresa também oferece contratos de longa duração, proteção contra inflação e baixa sensibilidade a uma desaceleração econômica.
Embora já tenha valorizado mais de 20% em 2026, o Itaú segue como o favorito do BTG entre os grandes bancos.
Os analistas destacam que a instituição financeira está bem-posicionada para proteger a rentabilidade em um cenário mais volátil e ainda assim entregar retornos robustos, além de ter capacidade de acelerar crescimento e ganhar participação de mercado.
A Localiza é considerada pelo banco um dos nomes mais bem posicionados para se beneficiar de um ambiente de juros mais baixos, dada a maior sensibilidade e perfil intensivo em capital.
A empresa também apresenta tendências positivas nos três principais segmentos —aluguel de veículos, gestão de frotas e venda de seminovos.
As ações do Nubank recuaram desde o início do ano — fazendo com que os analistas passassem a gostar ainda mais do papel.
A retomada do crescimento, impulsionada pela expansão do crédito e inadimplência ainda saudável, sustenta uma visão construtiva para margens financeiras ajustadas ao risco.
Além disso, o BTG destaca que o valuation do “roxinho” ainda é bastante atrativo.
A RD é considerada uma das histórias mais bem-sucedidas dos últimos 20 anos entre os varejistas brasileiros e tem chamado a atenção tanto de investidores estrangeiros quanto do mercado doméstico.
A companhia vem apresentando desempenho consistente nos últimos dois trimestres, reforçando uma tese de crescimento de longo prazo.
O BTG projeta um crescimento anual composto do lucro por ação (LPA) de 25% entre 2025 e 2030, sustentando o preço sobre lucro (P/L) de 24x em 2026, maior que o dos pares.
Os analistas enxergam um valuation atrativo para a Sanepar, que é negociada a 8,4x preço sobre lucro (P/L) para 2026, ainda mais quando considerado que a companhia opera abaixo do potencial regulatório.
O principal “gatilho” para a ação em 2026 é a corrida eleitoral, já que a eleição para governador pode aumentar as expectativas de maior eficiência ou privatização, ambos cenários com bom potencial lucrativo.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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