O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Versão brasileira do indicador de volatilidade VIX, o índice VXBR vai medir a percepção de risco do mercado a partir das opções de Ibovespa; saiba mais
Índice já bem conhecido nos mercados internacionais como medida de apetite a risco, o VIX ganhou uma “versão brasileira” na B3.
Com o ticker VXBR, o índice de volatilidade implícita da bolsa se propõe a refletir o sentimento dos investidores no mercado de opções em um período de 30 dias.
Nas palavras de Henio Scheidt, gerente de Índices da B3, o VXBR é uma nova referência para medir a percepção de risco — ainda restrito ao mercado de opções.
Sendo assim, ele deve servir de base para negociações de curto prazo, já que demonstra a intensidade e a velocidade com que uma ação se valoriza ou desvaloriza no mercado. Quanto maior for essa oscilação — conhecida como prêmio — maior também será o risco ao investidor.
Em outras palavras, o índice vai medir as oscilações dos preços das opções de ações que formam o Ibovespa com base em dois vencimentos mais próximos. O VIX S&P 500, por exemplo, é calculado dentro do intervalo de 23 e 37 dias.
“O VIX vai ser calculado a partir de uma opção de prazo mais curto [do que 30 dias] e uma mais longa, para chegar na metodologia dos 30 dias. [...] Ou seja, utiliza as opções de compra e as opções de venda e faz um consolidado para capturar, justamente, um único sentimento”, afirmou Scheidt, em apresentação do novo indicador a jornalistas na sede da B3, em São Paulo.
Leia Também
Segundo a B3, o S&P/B3 VIX Ibovespa chega ao Brasil em um momento de maior maturidade do mercado de ações no Brasil, o que abriu a janela para comparar o desempenho de índices da bolsa brasileira a outros indicadores em escala global.
“O mercado de opções do Ibovespa teve um crescimento substancial desde 2018, o que aumentou consideravelmente a liquidez do mercado. [..] A B3 também aumentou o número de formadores de mercado — que têm como obrigação opções de venda e compra ao longo do pregão”, disse Renato Munhoz, gerente de Produtos de Derivativos de Equities da B3.
O indicador VIX já tem operações no México (SPMVVIX), na Europa (V2X), Hong Kong (VHSI), além dos Estados Unidos.
Se nos Estados Unidos, o VIX é conhecido como o “índice do medo”, o índice similar deve chegar no Brasil com algumas mudanças —, principalmente devido às características do mercado de opções brasileiro.
Nesse modelo, os investidores “apostam” em expectativas sobre determinado ativo em curto prazo, seja em opções de compra (call) ou opções de venda (put) — posição comprada ou vendida, respectivamente.
Ou seja, não é uma “projeção” de quanto estará o Ibovespa daqui a 30 dias, mas uma média de quanto o principal índice da bolsa brasileira tende a oscilar nesse período.
Para interpretar o “termômetro do risco” há uma escala, que varia de zero (até 15, considerado baixo) a superior a 30 (extremamente alto).
O VIX do Ibovespa (VXBR) acompanhará o movimento do mercado de opções e à vista do Ibovespa. O indicador terá cotações entre às 10h (horário de Brasília) e 17h.
Quando houver a mudança de horário de verão nos Estados Unidos e Canadá, também deverá seguir o horário de negociação do principal índice da bolsa de valores brasileira. Não haverá operações do VIX no pre-market ou after hours.
O índice poderá ser acompanhado, em primeiro momento, apenas em tela ou pelo site do S&P 500.
Embora o índice S&P/B3 ibovespa VIX não seja um produto negociável, já há projetos para o indicador — que deve “ultrapassar” a fase de testes a partir desta terça-feira (19).
A depender de como o índice se comportar — e aceitação e difusão do índice no mercado financeiro — algumas mudanças estão em vista. Inicialmente, o modelo tem como base o mercado de ações mensal e não semanal como nos Estados Unidos.
Além disso, a regra, ou seja, a escala de 0 a 15 como “risco baixo” e superior a 30 como “extremamente alto” não pode mudar.
Por fim, um possível mercado futuro do VIX já está em estudo na B3, ainda sem data definida para lançamento. “A B3 estuda o lançamento de derivativos ligados ao VIX como já lá fora. Mas devemos começar com um futuro do índice e depois ETF e outros produtos atrelados”, disse Renato Munhoz, gerente de Produtos de Derivativos de Equities da B3.
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos