O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
E nem mesmo a venda para o UBS estancou a sangria nos ativos. De acordo com o Credit Suisse, os resgates diminuíram, mas ainda não se reverteram
O resgate do Credit Suisse, com a venda do tradicional banco para o rival UBS em março patrocinada pelo banco central suíço, veio em boa hora. Ao longo do primeiro trimestre, a instituição sofreu resgates líquidos de 61,2 bilhões de francos suíços, o equivalente a US$ 68,6 bilhões.
Apesar da saída de recursos, o banco registrou um lucro líquido de 12,4 bilhões de francos suíços (US$ 13,9 bilhões) entre janeiro e março deste ano, de acordo com o balanço, que pode ser o último do banco em seus 167 anos.
Mas o resultado veio em consequência de uma medida polêmica. Isso porque, dentro do acordo para resgatar o banco, houve uma baixa 15 bilhões de francos suíços em títulos de dívida conversíveis em capital.
E nem mesmo o acordo com o UBS estancou a sangria nos ativos. De acordo com o Credit Suisse, os resgates diminuíram, mas ainda não se reverteram até o dia 24 de abril.
A crise no Credit Suisse, que se arrastava há alguns anos, ganhou contornos mais dramáticos em março. Com a quebra de bancos nos Estados Unidos como o Silicon Valley Bank (SVB), o mercado passou a temer por uma reedição da crise financeira de 2008.
Desta forma, os investidores começaram a se desfazer a qualquer preço das ações de bancos em situação mais delicada. Esse era o caso do Credit Suisse, que vinha de uma série de problemas e recentemente relatou ter encontrado “fragilidades materiais” nos balanços de 2021 e 2022.
Leia Também
O receio de que a crise no Credit Suisse pudesse contaminar o sistema financeiro como um todo levou o BC da Suíça a agir. Em um fim de semana, costurou o acordo de venda da instituição para o UBS, por 3 bilhões de francos suíços. O valor equivale a US$ 3,25 bilhões ou R$ 17 bilhões, no câmbio da época do anúncio.
Em meio à incerteza sobre o futuro, o banco sofreu com a saída de 5% do total dos ativos no primeiro trimestre.
"Na segunda quinzena de março, o Credit Suisse experimentou retiradas significativas de depósitos à vista, bem como a não renovação de depósitos a prazo. Os depósitos de clientes caíram 67 bilhões de francos suíços no primeiro trimestre de 2023", de acordo com o banco.
*Com informações da CNBC
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil
A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento
Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país
Depois de décadas de sono profundo, a economia japonesa acordou — e o estrago pode ser sentido da bolsa ao câmbio; entenda como a guinada nos juros por lá e os planos de gastos do governo criam um “aspirador de dólares” global
O medo de que a inteligência artificial torne o software tradicional obsoleto provocou uma liquidação generalizada no setor de SaaS; bancos veem exagero e apontam onde estão as chances de bons retornos
Veja onde o vírus Nipah está ativo no momento e quais são os sintomas conhecidos da doença que pode matar até 3 em cada 4 pessoas infectadas
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, participou de um painel da CEO Conference, evento do BTG Pactual, nesta terça (10); confira os principais pontos da sua fala