Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
ATUALIZANDO A ROTA

O Brasil na Rota da Seda? Governo estuda adesão à iniciativa chinesa

Assessor especial de Lula, o ex-chanceler Celso Amorim disse que o Brasil vai estudar a possibilidade de aderir à Nova Rota da Seda

China Brasil - Imagem: Shutterstock

As Rotas da Seda conectaram durante séculos o Extremo Oriente a regiões como a Ásia Central, o Oriente Médio e partes da Europa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Da maneira como aprendemos nos livros de história, o Brasil estava bem longe do emaranhado de trilhas e portos que integravam a Rota da Seda.

Mas uma iniciativa lançada há alguns anos pela China pode estar próxima de subverter os mapas geográficos e inserir o Brasil nas Novas Rotas da Seda.

Pelo menos é o que sugeriu o ex-chanceler Celso Amorim, que hoje atua como assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais.

Numa entrevista exclusiva ao jornal Global Times, Amorim afirmou que o Brasil está aberto a estudar sua adesão à iniciativa "Belt & Road Initiative".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também chamada de BRI, as Novas Rotas da Seda constituem um megaprograma de investimentos internacionais da China em infraestrutura.

Leia Também

TOUROS E URSOS #283

O gringo está de saída do Ibovespa (de novo): confira o que afasta o estrangeiro do Brasil

BRASÍLIA X TIO SAM

A lei de reciprocidade vai incendiar a bolsa? Spoiler: o risco Brasil dá mais medo

O que disse Celso Amorim sobre a Nova Rota da Seda

"Estamos interessados em ver como podemos fazer [a adesão], mas para nós é muito importante entender quais são os projetos concretos que virão. Estamos abertos em estudar e ver como podemos fazer algo realmente importante", disse Amorim em entrevista concedida ao jornal do Partido Comunista chinês na sexta-feira, quando Lula fez a visita ao presidente Xi Jinping no Palácio do Povo.

O assessor especial de assuntos internacionais da Presidência também fez comentários sobre a possibilidade de cooperação com a Huawei, em meio à pressão dos Estados Unidos sobre aliados contra a realização de negócios com a empresa de tecnologia chinesa.

Ao citar uma frase de Deng Xiaoping, líder máximo da China entre 1978 e 1992, de que não importa a cor do gato, contanto que ele cace o rato, Amorim frisou que tecnologia não tem ideologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A posição do Brasil, disse, será de buscar a oferta que seja a mais economicamente viável e que melhor possa atender as necessidades do País, sem considerações ideológicas ou mesmo geopolíticas.

"Na verdade, se pudermos diversificar nossas fontes de tecnologia, será o melhor para nós. Então, estamos muito abertos. Já temos uma cooperação. A Huawei já está presente no Brasil e já é muito importante", declarou o ex-ministro das Relações Exteriores.

LEIA TAMBÉM: O saldo da visita de Lula à China

Comércio entre Brasil e China fora do dólar

Na esteira dos acordos entre Brasil e China para que os países realizem negócios em moeda local, e da proposta de Lula de uso de uma moeda comum nas transações entre países emergentes, Amorim considerou natural a busca pelo uso de moedas próprias entre parceiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Isso requer algumas adaptações das regras do FMI [Fundo Monetário Internacional], mas é natural porque o dólar se tornou dominante após a Segunda Guerra Mundial. Antes, era a libra. Então, agora, se pudermos trabalhar nisso, com uma cesta de moedas, e se você puder usar a própria moeda para ampliar [fluxos], é a melhor coisa", declarou Amorim.

Para ele, é importante os países se libertarem da dominância de uma única moeda também por a hegemonia do dólar ser, algumas vezes, usada politicamente para impedir transações com países sob sanções. Ele citou como exemplo o Irã, com quem o Brasil tem dificuldades para ampliar o comércio.

*Com informações do Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Estátua de menina em frente ao touro de Wall Street 6 de agosto de 2026 - 19:21
Em um fundo com a bandeira dos EUA, o megainvestidor Michael Burry aparece do lado direito, em primeiro plano 5 de agosto de 2026 - 16:30

ELE ESTÁ VENDIDO

O tsunami que pode arrastar o S&P 500, segundo Michael Burry

5 de agosto de 2026 - 16:30
imagem da Ponte das Correntes que atravessa o rio Dánubio em Budapeste, na Hungria, vista de cima 5 de agosto de 2026 - 14:28
Imagem criada por IA de um executivo dentro de um barco de madeira, remando na direção da B3. Em vez de água, ele navega sobre dólares. 3 de agosto de 2026 - 19:45
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 31 de julho de 2026 - 19:31
federal reserve bola de cristal 29 de julho de 2026 - 17:24
Ponte Internacional Gordie Howe 29 de julho de 2026 - 15:49
O presidente da Argentina, Javier Milei, veste terno escuro e camisa azul. Na montagem, que traz a bandeira da Argentina ao fundo, ele acena. 28 de julho de 2026 - 19:05
Gráfico do mercado de ações em fundo escuro com uma seta ao centro apontado para cima bolsa ibovespa balanços microcaps 27 de julho de 2026 - 12:27
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar