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O follow-on, anunciado no início do mês, foi pensado para que a companhia pudesse estruturar o caixa para aproveitar a retomada e reestruturação do programa Minha Casa Minha Vida
Esta semana está sendo importante para o setor da construção civil. Primeiro, o presidente Lula sancionou mais cedo a lei que recria o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Agora a MRV (MRVE3), maior construtora do programa habitacional, definiu o preço por ação em seu follow-on.
Cada nova ação da companhia saiu por R$ 12,80. Embora tenha ocorrido um desconto de 1,8% em relação ao fechamento dos papéis na quinta-feira, o preço por ação ficou 0,8% acima dos R$ 12,79 registrados na ocasião do anúncio.
A incorporadora ofereceu inicialmente 58,64 milhões de novos papéis no lote principal. Entretanto, com a alta procura dos investidores, um lote adicional de 19,547 milhões de MRVE3 entrou em jogo e turbinou a operação.
Segundo informações do serviço de notícias em tempo real Broadcast, a demanda superou em cinco vezes a oferta.
Com isso, a operação, anunciada no início do mês e pensada justamente para que a empresa pudesse estruturar o Caixa para aproveitar a retomada e reestruturação do MCMV, levantou pouco mais de R$ 1 bilhão.
Além disso, a MRV já havia recorrido recentemente a outras fontes de financiamento para suas necessidades de caixa e de investimento.
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O conselho de administração aprovou no mês a emissão de duas séries de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) lastreados por sua carteira pró-soluto — um "portfólio" de créditos a receber — para levantar de R$ 100 milhões a R$ 320,57 milhões.
Ambas as operações ocorrem em um momento de forte valorização no mercado: as ações MRVE3 acumulam alta de mais de 72% neste ano.
De volta ao follow-on, é importante relembrar que, por se tratar de uma oferta totalmente primária — ou seja, com a emissão de novas ações —, haverá diluição da participação acionária dos atuais acionistas que optaram por ficar de fora.
A operação foi conduzida pelos bancos Bradesco BBI, Itaú BBA e Santander, com o BTG Pactual na condição de coordenador-líder da oferta.
Vale relembrar que, de acordo com a prévia operacional divulgada na semana passada, a MRV registrou o melhor trimestre de vendas líquidas da história no segmento de incorporação.
A construtora apresentou um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,2 bilhões e 9.765 unidades vendidas no segundo trimestre. Trata-se de um aumento de 22% em relação aos três meses imediatamente anteriores e alta de 48% frente ao mesmo período do ano passado.
Além do volume de vendas recorde, a MRV Incorporação também teve crescimento de 3,3% no ticket médio em relação ao primeiro trimestre de 2023, para R$ 225 mil.
As vendas sobre oferta (VSO) chegaram a 28% no segundo trimestre deste ano, equivalente a um aumento de 7 pontos percentuais em relação ao mesmo intervalo de 2022.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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