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A nova AGE é mais um capítulo da disputa pública entre os atuais administradores da empresa e a gestora, que prepara uma OPA para assumir o controle da companhia
Às vésperas da assembleia que discutirá a polêmica proposta de redução de capital na Getninjas (NINJ3), a companhia convocou um novo encontro de acionistas para novembro. Deste vez, a pauta será sobre a destituição do conselho de administração da empresa, uma proposta da Reag Investimentos.
A assembleia, que foi marcada para 21 de novembro, é mais um capítulo da disputa pública entre os atuais administradores da empresa — incluindo o fundador e CEO Eduardo L'Hotellier — e a gestora, que já tem 29,99% do capital da Getninjas e prepara uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para tentar assumir o controle.
No pedido para convocação da AGE, enviado na última semana, a Reag propôs a deliberação de três matérias:
A gestora afirma que uma nova gestão será benéfica para os negócios sociais e para os resultados almejados pelos acionistas.
"Defendemos que se deve buscar priorizar o crescimento da GetNinjas por meio de investimentos que visem garantir a expansão do negócio e maior rentabilidade a longo prazo aos acionistas. Neste sentido, o REAG está em dissonância com a atual administração", justifica.
No centro da discordância está justamente a redução de capital que será votada amanhã. O conselho de administração quer devolver R$ 223, milhões, ou cerca de R$ 4,40 por ação, aos investidores.
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A justificativa para a redução é que os administradores consideram que o capital que a empresa possui atualmente excessivo. Em outras palavras, é como se a companhia reconhecesse que não tem o que fazer com o dinheiro — eram R$ 270 milhões em caixa no fim do segundo trimestre.
A medida, porém, não ocorre em um momento de boa perfomance dos papéis NINJ3, que acumulam uma queda de mais de 76% desde que a companhia abriu o capital, em maio de 2021.
"Assim, reduzir o capital social da companhia para valor quase igual ao valor anterior à realização de sua Oferta Pública em cerca de 2 anos é, no mínimo, uma medida drástica e imediatista que, ao fim e ao cabo, contraria os interesses sociais da Getninjas", argumenta a Reag.
A gestora afirma ainda que a companhia não deu explicações suficientes aos acionistas ao respeito das mudanças em sua estratégia de crescimento, do uso dos recursos capitados no IPO e das consequências da redução de caixa na condução das atividades de curto, médio e longo prazo.
"O REAG entende, portanto, que a proposta de redução envolve montante relevante, de suma importância para a estratégia de liquidez e de investimentos e, sobretudo, entende que eventual aprovação será irreversível, na medida em que, uma vez restituídos os valores aos acionistas, reavê-los seria impraticável."
O conselho de administração da Getninjas reagiu às acusações da Reag e aproveitou o manual de participação da assembleia, divulgado na última sexta-feira (20), para rebater as afirmações e recomendar a rejeição da proposta de destituição do conselho.
"Ao contrário do que afirma a Reag, as razões e os efeitos da proposta de redução de capital foram devidamente detalhados nos materiais disponibilizados para aquela assembleia geral, inclusive no que se refere à alteração da estratégia da Companhia desde sua oferta pública inicial", aponta a empresa.
A companhia relembra ainda que a gestora não apresentou a administração ou ao mercado um plano de negócios "concreto" e não detalhou quais serias "as tais 'oportunidades de aquisições' a que se refere".
Por isso, a administração alega que a para a GetNinjas deve continuar focada no desenvolvimento de seu core business "sem perder o foco da rentabilidade exigida pelo mercado no atual cenário macroeconômico".
"A destituição de todos os atuais membros do Conselho de Administração nesse contexto 'representaria uma ruptura relevante aos negócios, resultando na perda de profissionais com profundo conhecimento sobre o seu core business e conexões valiosas com parceiros estratégicos, fatores importantes para o desenvolvimento da GetNinjas", cita o documento.
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