O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acordo prevê a conversão da maior parte das dívidas dos bancos em ações. A Sequoia vale hoje aproximadamente R$ 135 milhões na bolsa
Vítima da crise das varejistas online e de uma estratégia equivocada de expansão, a Sequoia Logística (SEQL3) encerra o ano como uma das empresas que mais perderam valor na B3 no ano, com uma queda de 87%.
Mas a empresa tem boas chances de virar a página em 2024. O grupo anunciou ontem à noite a renegociação das dívidas com os credores, incluindo os bancos Bradesco, Santander e ABC Brasil.
O acordo prevê a conversão de R$ 320 milhões dessa dívida em instrumentos conversíveis em ações. A Sequoia não revelou as condições de como se dará essa conversão.
De todo modo, espera-se uma grande diluição na atual base acionária diante dos valores envolvidos. Hoje a empresa vale aproximadamente R$ 135 milhões na bolsa.
Além disso, os bancos toparam alongar outros R$ 90 milhões em dívidas para amortização até 2031, com período de carência de três anos de juros e cinco anos de principal.
Lembrando que a companhia também renegociou em outubro a dívida com os investidores de debêntures, em uma operação que também incluiu a emissão de instrumentos conversíveis em ações.
Leia Também
Seja como for, a Sequoia vira o ano com o balanço praticamente limpo de dívidas. O nível de alavancagem, medido pela relação entre a dívida e o patrimônio líquido, passará de 5,8 vezes para apenas 0,1 vez, de acordo com a companhia em uma comparação pro forma usando os dados do balanço do terceiro trimestre.
A Sequoia abriu o capital no fim de 2020 na B3, pegando carona na euforia dos investidores com o crescimento do comércio eletrônico.
A empresa usou o dinheiro dos novos acionistas e ainda tomou mais dívida para crescer via aquisições. Só que pouco depois veio a alta da taxa básica de juros (Selic) e a desaceleração das vendas online com a reabertura da economia.
A "pá de cal" veio com a revelação da fraude contábil da Americanas, que secou as linhas de capital de giro. Com tudo isso, os resultados da companhia desabaram e, junto com eles, a cotação das ações na B3.
Junto com a renegociação com os bancos, a Sequoia anunciou a mudança de praticamente todo o conselho de administração.
Deixaram a empresa Décio Honorato Alves, Américo da Cunha Pereira Filho, Gregory Louis Reider e Julia Gil Gonzalez.
Agora quem passa a ocupar a cadeira de presidente do conselho é Eric Fonseca. Ele é fundador da gestora Newfoundland Capital, uma das principais acionistas da da Sequoia, com 11% do capital.
Além dele, o conselho de administração também conta com Armando Marchesan Neto, CEO e fundador da Sequoia; Marcelo Sanchez Martins, Sérgio Saraiva Castelo Branco de Pontes e Marcelo Adilson Tavarone Torresi.
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores