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No podcast Touros e Ursos desta semana, os piores investimentos do primeiro trimestre, que refletem o ambiente de juros altos, a crise bancária no exterior e o crédito mais escasso no Brasil
Já virou meme a cena de Os Simpsons em que Bart diz “Esse é o pior dia da minha vida”, e Homer lhe responde, em tom reconfortante, “O pior dia da sua vida até agora!”, como se isso pudesse servir de consolo a alguém.
Tomo emprestado o “humor da tira” para intitular a newsletter deste sábado, deixando no ar a possibilidade de que outros investimentos, que por ora estão se saindo bem, possam passar à posição de piores de 2023 futuramente.
Mas, quando falamos de investimentos, a expressão “até agora” pode realmente ter um tom reconfortante: de fato, apesar de todos os ruídos e tensões, além de bancos e empresas quebrados pelo caminho, a verdade é que poucos investimentos, entre os principais que acompanhamos para o nosso ranking mensal, ainda amargam retorno negativo em 2023.
Em março, vimos uma recuperação em diversas classes de ativos, que em alguns casos foi suficiente para tirar o desempenho do ano do vermelho. Então, quem sabe se aquelas que foram as piores do trimestre não vão acabar saindo do negativo também, mais para frente?
Por sinal, caso você queira conferir o nosso tradicional balanço dos melhores e piores investimentos do mês, basta acessar este link.
Bem, pode ser que os perdedores do primeiro trimestre se recuperem. Mas, ao menos até agora, quatro tipos de investimento acumulam perdas no ano e contam um pouco a história de todas as turbulências que vimos nos primeiros três meses de 2023.
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A maior queda, inclusive, ficou por conta do Ibovespa, que amarga desvalorização de 7,16% desde janeiro, tendo chegado a perder o patamar de 100 mil pontos na mínima.
No podcast Touros e Ursos desta semana, eu e Victor Aguiar analisamos a situação dos quatro piores investimentos do primeiro trimestre, num programa dedicado quase que inteiramente aos ursos. Mas também escolhemos os nossos touros da semana que, confesso, não estavam lá muito abundantes. Para ouvir na íntegra, basta clicar aqui.
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
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