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RESUMO DO DIA: No cenário internacional, os investidores reagiram ao rebaixamento da nota de crédito dos EUA, do triple A (AAA) para AA+, com perspectiva estável. A dívida do país e a perspectiva de recessão motivaram o corte do rating. Em reação, as bolsas internacionais fecharam o pregão em queda.
Por aqui, os investidores monitoraram a reunião do Copom. A expectativa é que o colegiado decida iniciar o corte na taxa básica de juros, a Selic, com redução de 25 ou 50 pontos-base.
Com os investidores no aguardo da decisão - que deve ser divulgada após às 18h (horário de Brasília) -, o Ibovespa acompanhou o desempenho dos exterior e a desvalorização das commodities. O índice fechou o pregão em queda de 0,32%, aos 120.858 pontos.
O dólar encerrou a R$ 4,8055, com ganhos de 0,33%, no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (02):
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A Selic sentou-se em frente ao espelho do Copom: suas longas madeixas, cultivadas por um ano, chamavam a atenção de todos — uma franja curtinha cairia bem, diziam. Pois Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, pegou suas tesouras e decidiu que era hora do corte.
E, já que estamos aqui, vamos fazer mudanças radicais no visual. Conforme esperado, o Copom baixou a Selic, cedendo aos pedidos insistentes de autoridades, empresários e setores diversos da sociedade — e as navalhas do BC estavam afiadas, cortando bem mais que um dedinho da taxa básica de juros.
Sendo mais preciso: o Copom reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.), de 13,75% para 13,25%, num movimento considerado arrojado por parte do mercado — pesquisas apontavam para uma visão dividida, com parte relevante dos agentes financeiros apostando num corte menos intenso, de 0,25 p.p.
O corte parece dialogar com os indicadores macroeconômicos divulgados desde a última reunião do Copom, em junho. Os índices de inflação continuaram mostrando alívio nos preços, já convergindo para a meta de 2023, de 3,25% ao ano e teto em 4,75%.
O Ibovespa fechou em queda, na esteira de NY e do desempenho das commodities, mas sustentou os 120 mil pontos.
Os investidores aguardam a decisão do Copom. A expectativa é que o colegiado inicie o ciclo de cortes na Selic com redução de 25 ou 50 pontos-base.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 3,43 | 3,31% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,50 | 2,52% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 24,10 | 2,47% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 19,00 | 1,88% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 20,70 | 1,67% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,27 | -9,15% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 7,03 | -5,13% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,30 | -2,92% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,33 | -2,92% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 13,32 | -2,35% |
O Ibovespa encerrou as negociações em queda de 0,32%, aos 120.858 pontos.
O índice acompanhou o tom negativo das bolsas internacionais, em meio a cautela impulsionada pelo rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Fitch.
Além disso, a desvalorização das commodities pesaram sobre o Ibovespa.
Os contratos para outubro do petróleo tipo Brent fecharam em baixa de 2,01%, a US$ 83,20 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Já o minério de ferro encerrou em queda de 1,07%, com a tonelada a US$ 115,75.
Por fim, os investidores monitoram a decisão do Copom, que deve divulgada após às 18h (horário de Brasília). A expectativa é que o colegiado inicie o ciclo de cortes na Selic com redução de 25 ou 50 pontos-base.
As bolsas em Nova York fecharam em tom negativo, em dia de agenda esvaziada.
A cautela foi impulsionada pelo rebaixamento da nota de crédito dos EUA, de AAA+ para AA, pela agência de classificação de risco Fitch, com perspectiva estável.
Um dos motivos para a revisão negativa é a possibilidade de recessão econômica, a ser resultado da alta taxa de juros praticada no país para conter a inflação.
Os EUA criaram 324 mil empregos em julho no setor privado, segundo o relatório ADP. A abertura foi maior do que a esperada de 183 mil postos de trabalho.
O dólar à vista fechou a R$ 4,8055, em alta de 0,33%.
Os ganhos foram impulsionados pela aversão ao risco do mercado internacional, em dia de agenda esvaziada e após a Fitch rebaixar a nota de crédito de AAA+ para AA, com perspectiva estável.
Os contratos para outubro do petróleo tipo Brent fecharam em baixa de 2,01%, a US$ 83,20 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos do petróleo WTI para setembro encerraram com recuo de 2,31%, a US$ 79,49 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
A commodity foi pressionada pela aversão ao risco após o rebaixamento da nota de crédito dos EUA, de AAA para AA+, pela agência de classificação de risco Fitch. Além disso, a valorização do dólar também reduziu os ganhos do petróleo.
Ainda repercutindo o rebaixamento da nota de crédito pela Fitch, as bolsas em NY operam em forte queda, com destaque para o índice Nasdaq.
As ações das empresas de tecnologia acompanham a cautela de Nova York após a Fitch rebaixar a nota de crédito dos EUA. Em Wall Street, o índice do Nasdaq cai 1,95%.
Sendo assim, a aversão ao risco reflete os papéis das companhias brasileiras ligadas ao setor, que operam em tom misto:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 10,03 | +1,01% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 29,67 | +0,20% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 7,10 | -4,18% |
No caso de Méliuz, os investidores operam em recompra de ações, antes que o papel saia da carteira do Ibovespa — e perca liquidez. As ações da empresa de tecnologia saíram da carteira do índice na primeira prévia, divulgada ontem (1).
A temporada de balanços continua a todo vapor e quem publicou seus números referentes ao segundo trimestre do ano na noite de ontem (1º) foi a Cielo (CIEL3). Apesar dos resultados positivos e do anúncio de quase R$ 200 milhões em proventos, as ações lideram as perdas do Ibovespa, com uma queda de mais de 8%.
A empresa de maquininhas encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 708,5 milhões, o que representa um aumento de 11,5% na base anual e de 60,7% em três meses.
O lucro líquido recorrente, por sua vez, somou R$ 486 milhões, resultado 26,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, e 10,2% maior na base sequencial. Assim, a Cielo entra no oitavo trimestre consecutivo de crescimento.
Esses dados fizeram com que o BTG Pactual e o Santander recomendassem a compra dos papéis da Cielo. O preço-alvo estipulado pelos bancos varia entre R$ 7,00 e R$ 7,50, respectivamente — o que representa uma potencial valorização entre 62% e 69%, de acordo com as estimativas das instituições.
Os papéis das varejistas Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) aparecem entre as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (2).
As ações são negativamente afetadas pelas dúvidas a respeito do ritmo de corte nos juros brasileiro. As questões serão respondidas ainda hoje após a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central.
A expectativa é que o Copom inicie o ciclo de afrouxamento com uma queda de 0,25 ponto percentual (pp), mas os mais otimistas discutem a possibilidade de um corte maior, de 0,50 pp, na taxa Selic.
Veja abaixo as maiores quedas do Ibovespa por volta das 14h30:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARIAÇÃO |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,32 | -8,09% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,28 | -4,37% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 7,11 | -4,05% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,05 | -3,30% |
O Comitê de Política Monetária (Copom) anuncia nesta quarta-feira (2) a nova taxa de juros e o que todo investidor quer saber é se a Selic vai cair 0,25 ponto percentual (pp) ou 0,50 pp. Só que tão importante quanto saber o tamanho do corte é entender o que pode acontecer depois dele — e o JP Morgan traçou os possíveis cenários.
Os economistas do banco norte-americano acreditam que o banco central entregará hoje uma redução mais conservadora dos juros, de 0,25 pp, embora acreditem que seja um afrouxamento muito modesto para o cenário brasileiro atual. Com isso, a Selic iria para 13,50% ao ano.
“Achamos que 0,50 pp poderia dar um impulso aos mercados e que, se 0,25 pp levar a uma queda [da bolsa], é uma oportunidade de compra. Nos próximos meses, o ritmo da flexibilização, juntamente com a magnitude total do ciclo, continuará a guiar os movimentos do mercado, desde que haja uma sensação de que há uma oportunidade de reavaliação à frente”, diz o banco em relatório.
O JP Morgan projeta o Ibovespa em 135 mil pontos em 2023, da casa dos 120 mil pontos atualmente, considerando o ciclo de afrouxamento monetário. Segundo o banco, para que o principal índice da bolsa brasileira vá além desse nível, será preciso ver o crescimento dos lucros e/ou a compressão do risco.
As companhias de commodities metálicas recuam em bloco, acompanhando o desempenho do minério de ferro.
A commodity fechou em queda de 1,07%, com a tonelada a US$ 115,75.
Confira como estão as cotações das companhias do setor:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,21 | -3,58% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 13,46 | -2,11% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 28,60 | -1,92% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,32 | -1,82% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,13 | -1,57% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 7,13 | -0,70% |
Os juros futuros (DIs) operam em leve alta acompanhando a valorização do dólar no mercado à vista e os rendimentos dos Treasuries.
Os investidores aguardam a decisão do Copom, com a expectativa de corte na Selic entre 25 e 50 pontos-base.
Acompanhe:
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABE |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,64% | 12,62% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,67% | 10,67% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,06% | 10,11% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,11% | 10,15% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,32% | 10,35% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,47% | 10,51% |
O caso Gramado Parks é marcado por uma série de elos entre a companhia e diversos fundos imobiliários da B3 que foram alvo de calotes da empresa.
O grupo de turismo, hotelaria e multipropriedades virou notícia em maio após a inadimplência em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) que têm vários FIIs como investidores.
Mas a história ganhou ainda mais evidência com a repercussão dos laços entre a Gramado Parks, a Forte Securitizadora — emissora dos CRIs — e três das gestoras dos fundos que compraram os papéis.
Todos eles estão ligados por meio da RTSC, uma holding que investe em diversas empresas financeiras, incluindo a ForteSec, Devant Asset, Hectare e RCAP Asset.
O Ibovespa opera em queda com exterior e commodities, mas sustenta os 120 mil pontos.
Confira as maioreas altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,52 | 2,63% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 3,40 | 2,41% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 27,17 | 1,91% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 22,34 | 1,36% |
| HYPE3 | Hypera ON | R$ 43,99 | 1,29% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,35 | -7,45% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 7,11 | -4,05% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,30 | -3,79% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,04 | -3,77% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,23 | -3,43% |
Em dia esvaziada na Europa, os índices encerraram o pregão em queda repercutindo o rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Fitch e a forte desvalorização das commodities.
O Ibovespa operam em queda pressionado pelo exterior e commodities, à espera da decisão do Copom.
Lá fora, a cautela é impulsionada pelo rebaixamento da nota de crédito dos EUA, de AAA+ para AA, pela agência de classificação de risco Fitch, com perspectiva estável.
Um dos motivos para a revisão negativa é a possibilidade de recessão econômica, a ser resultado da alta taxa de juros praticada no país para conter a inflação.
As commodities acompanham a aversão ao risco. O petróleo tipo Brent cai 2,14%, com o barril a US$ 83,03. O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian em baixa de 1,07%, com a tonelada a UA$ 115,75.
O Ibovespa cai 0,77%, aos 120.311 pontos.
Por aqui, o foco de atenções é a decisão do Copom, que deve ser divulgado após o fechamento dos mercados. A expectativa é que o colegiado reduza a taxa Selic entre 25 e 50 pontos-base, marcando o início do ciclo de cortes nos juros.
Entre os destaques do Ibovespa estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
O dólar avança a R$ 4,8105 no mercado à vista.
Os juros futuros (DIs) ampliam em toda a curva, acompanhando o dólar e os rendimentos dos Treasuries.
Os contratos futuros do petróleo tipo Brent recuam 1,96%, com o barril cotado a US$ 83,25.
O tom negativo deve-se a aumento da cautela dos investidores, após o rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Fitch, com perspectiva estável.
As perdas são contidas, porém, pela redução acima do esperado dos estoques da commodity nos EUA. Segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês), os estoques caíram 17,049 milhões de barris na semana, ante a previsão de redução de 1,3 milhão.
O Ibovespa opera em queda acompanhando a cautela do exterior, após a Fitch rebaixar a nota de crédito dos EUA. O índice registra baixa de 1,09%, aos 119,931 pontos.
Além disso, o Ibovespa recua com a desvalorização do minério de ferro, em mais de 1%, em Dalian, na China.
A Fitch rebaixou a nota dos EUA nesta terça-feira (1) de AAA para AA+. Já a perspectiva do rating foi elevada de negativa para estável, sinalizando que a agência de classificação de risco não pretende revisar a situação tão rápido. Como isso pode impactar nas bolsas de valores ao redor do mundo?
O jornalista Kaype Abreu se reúne com Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, para explicar a importância da notícia e ainda, comentar as perspectivas para o Copom, que decide sobre a taxa Selic ainda hoje (02).
A Iguatemi (IGTI11) reportou lucro líquido de 77,4 milhões de reais no segundo trimestre, segundo dados divulgados nesta terça-feira (01). Resultado foi bom?
O analista Caio Araújo comenta se é hora de apostar nos shoppings e qual é a recomendação da Empiricus Research para a ação.
Acompanhe:
A Viveo (VVEO3) opera em realização, com recuo de 2,35%, a R$ 21,16, após a empresa anunciar a oferta pública de ações (follow-on) de aproximadamente R$ 780 milhões.
A oferta subsequente foi coordenada por BTG Pactual, UBS Brasil, Citigroup, Bradesco BBI, Santander Brasil, Bank of America e Goldman Sachs, com o Itaú BBA como coordenador-líder.
Com a expectativa de corte de 50 pontos-base na taxa básica de juros, a Selic, e dos resultados do segundo trimestre, as ações da Cogna (COGN3) lideram os ganhos do dia, com alta de 3,01%, a R$ 3,42.
O Itaú BBA espera que o grupo Kroton — do qual a Cogna faz parte — tenha mais um trimestre de crescimento de receita líquida entre abril e junho deste ano.
Sendo assim, a Cogna deve apresentar um crescimento de receita de dois dígitos em relação ao mesmo período de 2022, para R$ 1,325 milhões, com melhora da performance de Vasta e Saber — que foi impulsionada pela pelo programa PNLD.
O banco ainda projeta um Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortização e depreciação) recorrente estável de 30,8% na comparação anual.
O Iguatemi (IGTI11) obteve lucro líquido de R$ 77,3 milhões no segundo trimestre e reverteu o prejuízo de R$ 133,3 milhões registrado no mesmo período do ano passado.
O resultado acompanhou o crescimento das receitas com locação de espaços a lojistas e estacionamentos.
O Ebitda (lucro antes dos impostos, juros, amortização e depreciação) ajustado totalizou R$ 195,5 milhões, um crescimento de mais de 17% na comparação com o período de abril e junho de 2022.
No Ibovespa, as ações operam em leve alta de 0,36%. a R$ 22,50, já que os investidores já haviam precificado números positivos no balanço, com expectativas, na sessão anterior.
Em sua mais recente participação no quadro Giro do Mercado, o analista João Piccioni fala sobre a expectativa do mercado de que o Comitê de Política Monetária (Copom) comece o ciclo de corte na Selic ainda nesta quarta (02).
Isso porque nos últimos meses o Banco Central tem recebido os sinais que faltavam para começar a reduzir os juros: os de desaceleração da inflação, confirmados pelo IPCA-15 de julho que indicou deflação.
Vale lembrar que a redução da taxa básica de juros é considerada pelo mercado um dos gatilhos que pode destravar uma onda de valorização das ações na bolsa brasileira. Nesse cenário, existem alguns papéis com grande potencial para se darem bem daqui para a frente. É isso que Piccioni revela no vídeo abaixo.
Lá, ele também comenta sobre o desempenho dos mercados em julho e destaca quem foi bem e quem ficou para trás. Dê o play a seguir e veja tudo isso de graça.
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O dólar opera a R$ 4,8124, com alta de 0,47%, na máxima do dia.
A moeda americana é beneficiada pelo tom cauteloso adotado pelos investidores internacionais após a agência de classificação de risco Fitch rebaixar a nota de crédito dos EUA de AAA+ para AA, com perspectiva estável.
As bolsas americanas operam em queda após a abertura com os investidores repercutindo o rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Fitch, de AAA+ para AA.
Além disso, a agência de classificação de risco revisou a perspectiva negativa para estável.
Agora, a Fitch se junta à S&P Global ao retirar os três “As” da maior economia do mundo, que ainda tem a melhor classificação de risco pela Moody´s. Leia os detalhes.
Confira como andam as bolsas de NY:
A Cielo (CIEL3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 486 milhões no segundo trimestre, o que representa uma crescimento de 26,8% na comparação com o mesmo período de 2022.
Já o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) consolidado totalizou R$ 1,045 bilhão, uma alta de 14,3% ante abril e junho do ano anterior.
A divulgação do resultado também acompanhou o anúncio da distribuições de R$ 196,97 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), o que equivale a R$ 0,073 por ação. A data de "ex-JCP" é de 9 de agosto.
Contudo, as ações de Cielo lideram as perdas do dia, com queda de 5,11%, a R$ 4,46. Os papéis são pressionados pela queda de volumes capturados e na base de clientes.
O Ibovespa abre em queda de 0,45%, aos 121.249 pontos.
O tom negativo deve-se ao aversão ao risco internacional, após a Fitch rebaixar a nota de crédito dos EUA de AAA+ para AA.
As commodities também devem drenar os ganhos do Ibovespa. O petróleo opera em leve alta antes de dados sobre estoque nos EUA e o minério de ferro cai mais de 1% em Dalian, na China.
Além disso, os investidores reagem a balanços corporativos e aguardam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam em tom negativo no pré-mercado em Nova York, após a Fitch rebaixar a nota de crédito dos EUA, de AAA+ para AA.
A Viveo (VVEO3) avisou ao mercado em julho que tentaria captar algo próximo de R$ 800 milhões para reforçar o caixa, reduzir a dívida e se preparar para novas aquisições.
Na madrugada desta quarta-feira (2), ao anunciar o resultado, a maior distribuidora de insumos médicos do país mostrou ter alcançado o objetivo inicial.
A forte demanda pelo papel ajudou a Viveo a levantar quase R$ 780 milhões em dinheiro novo.
A oferta subsequente foi coordenada por BTG Pactual, UBS Brasil, Citigroup, Bradesco BBI, Santander Brasil, Bank of America e Goldman Sachs, com o Itaú BBA como coordenador-líder.
DO TOPO À QUEDA: A NOTA DE CRÉDITO AMERICANA DESCE DE ELEVADOR
Hoje, os mercados da Ásia e do Pacífico apresentaram quedas após a agência de classificação Fitch rebaixar a classificação de crédito dos EUA de AAA para AA+.
Esse corte foi motivado pela expectativa de deterioração fiscal nos próximos três anos, o que desencadeou um fluxo de aversão ao risco nos mercados.
Como resultado, a maioria das ações asiáticas sofreu perdas, especialmente as ações do setor de tecnologia, que viram uma forte realização de lucros, com investidores garantindo seus ganhos após um período de fortes resultados até julho.
Neste momento, os mercados europeus e os futuros americanos também estão em queda, refletindo o rebaixamento inesperado da classificação soberana dos EUA.
Embora muitos investidores possam argumentar que esse rebaixamento terá um impacto direto limitado nos mercados financeiros, há uma possibilidade de que haja alguma aversão ao risco no curto prazo.
É importante notar que a Fitch se tornou a segunda agência de classificação a retirar a classificação AAA dos EUA, seguindo os passos da Standards and Poor.
Essa situação está sendo monitorada de perto pelos investidores, pois pode influenciar as decisões de investimento nos próximos dias.
A ver…
00:44 — Adeus ao aperto: Brasil deve iniciar hoje o ciclo de flexibilização
No Brasil, estamos prestes a chegar à conclusão do Comitê de Política Monetária, que muito provavelmente dará início ao ciclo de flexibilização dos juros no país. Os economistas projetam um corte inicial de 25 pontos-base, enquanto a curva de juros aponta para 50.
No entanto, a diferença entre 25 e 50 pontos torna-se menos relevante no médio e longo prazo.
É importante observar que a reação do mercado dependerá do tom adotado nesta decisão.
Se houver uma postura mais dura, é possível que o mercado sofra um pouco no curto prazo, enquanto o contrário também é verdadeiro - um tom mais flexível, após o anúncio, poderia impulsionar os ativos, desde que o contexto internacional permita.
Além da decisão em si, toda a atenção estará voltada para a participação de Gabriel Galípolo no Copom. Sendo conhecido por um perfil mais heterodoxo, sua capacidade de diálogo com o atual presidente Roberto Campos Neto será fundamental.
Um maior consenso entre ambos será benéfico, passando maior credibilidade institucional.
Considerando o histórico recente, parece coerente um corte de 25 pontos na taxa de juros nesta reunião, com sinalização de possível aceleração no ritmo de corte nas próximas reuniões.
A redação do comunicado será de suma importância para transmitir as intenções e direções do Copom de maneira clara, sem bagunçar as expectativas.
01:36 — Agenda política engasgada
O líder do PT na Câmara, Zeca Dirceu, está avaliando que a falta de acordo sobre a reforma ministerial para atrair o Centrão está afetando a votação do arcabouço fiscal na Câmara.
Os partidos PP e Republicanos já indicaram os deputados André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) para compor o governo, no entanto, o Palácio do Planalto ainda não definiu quais pastas eles vão comandar. Em Brasília, é difícil agradar a todos os envolvidos.
Apesar dos obstáculos, o líder partidário afirmou que o projeto do arcabouço será aprovado antes do governo enviar o projeto orçamento de 2024 para o Congresso, algo que deve acontecer até o dia 31 de agosto.
A expectativa inicial era votar o arcabouço ainda nesta semana, até quinta-feira.
Entretanto, o presidente da Câmara, Arthur Lira, decidiu adiar a aprovação do novo marco fiscal, o que pode ter impacto negativo na curva de juros.
A decisão tem como objetivo pressionar o governo a acelerar as definições e garantir mais apoio para a votação do arcabouço fiscal.
02:17 — Descendo do Olimpo
A agência de rating Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito soberano dos EUA, fazendo eco a um movimento semelhante realizado há mais de uma década pela S&P.
O país perdeu sua classificação AAA e foi rebaixado para AA+. Essa classificação AAA era mantida na Fitch desde pelo menos 1994.
O rebaixamento ocorre como uma consequência tardia da crise do teto da dívida que paralisou Washington há alguns meses, antes de uma prorrogação de última hora.
De acordo com a Fitch, houve uma deterioração constante nos padrões de governança dos EUA nos últimos 20 anos, especialmente em questões fiscais e de dívida.
Mesmo com o acordo bipartidário de junho para suspender o limite da dívida até janeiro de 2025, os repetidos impasses políticos em torno do teto da dívida e as soluções de última hora minaram a confiança na gestão fiscal do país.
Algumas vozes consideram que a classificação AA+ ainda é generosa para a realidade fiscal americana.
Para vocês terem uma ideia, atualmente, a dívida americana atinge US$ 32,6 trilhões, mais do que o dobro dos US$ 16,7 trilhões registrados há uma década, e o país enfrentou um déficit de US$ 1,39 trilhão nos nove meses até junho, pagando cerca de US$ 1,3 bilhão em juros sobre sua dívida diariamente.
Bizarro para um país que é visto como o risco zero global.
Estima-se que o governo americano pague mais em serviço de juros da dívida do que na defesa nacional até 2027, o que é paradigmático para a maior potência militar do mundo.
A maneira como o anúncio foi feito levanta curiosidades e levantará questionamentos válidos.
A reação inicial dos mercados deve ser negativa, como já está sendo observada nesta manhã, porém, é possível que o assunto seja esquecido nos próximos meses, diferente do que ocorreu no rebaixamento em 2011.
03:30 —Trump indiciado mais uma vez
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, enfrenta novas acusações criminais relacionadas aos seus esforços para anular a eleição presidencial de 2020.
Aos 77 anos, ele foi indiciado por conspiração para fraudar os EUA, conspiração para obstruir um processo oficial, obstrução e tentativa de obstruir um processo oficial, além de conspiração contra o direito de votar e ter esse voto contado.
As acusações foram apresentadas no tribunal federal e, se condenado, ele poderia enfrentar penas de até 55 anos de prisão.
Esse é o caso com maior potencial de danos para sua possível tentativa de retornar à Casa Branca no próximo ano, uma vez que está ligado à invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
Nessa ocasião, uma multidão de apoiadores de Trump tentou, à força, impedir a confirmação da vitória de Joe Biden nas eleições de 2020, resultando em cinco mortes.
As duas acusações anteriores não afetaram a possibilidade de Trump concorrer novamente à presidência, mas essa nova acusação pode ter um impacto significativo em sua candidatura.
Embora seja improvável que ele seja preso, essa acusação pode torná-lo inelegível para uma eventual candidatura em 2024.
Atualmente, Trump ainda é visto como o favorito entre os republicanos, mas sua saída da corrida presidencial poderia fortalecer o atual governador da Flórida, Ron DeSantis.
Esse é um desenvolvimento que acompanharemos de perto nos próximos 18 meses.
A situação política dos EUA permanece em constante evolução e o desenrolar desse caso pode ter implicações significativas para o cenário político e eleitoral do país.
04:31 — Regulando a AI
Recentemente, a China se tornou um dos primeiros países a regular a inteligência artificial generativa, que é a tecnologia por trás do ChatGPT.
A Administração do Ciberespaço da China divulgou novas diretrizes na última quinta-feira, que entrarão em vigor a partir de 15 de agosto.
Comparada a um rascunho anterior divulgado em abril, a versão publicada parece ser menos rigorosa.
Essa decisão indica que a China percebe as oportunidades no setor de inteligência artificial, que teve um crescimento notável este ano, e vê essa tecnologia como um impulso potencial para a recuperação do crescimento econômico no país.
As novas regras incluem a exigência de que os provedores de serviços de inteligência artificial generativa realizem análises de segurança e registrem seus algoritmos junto ao governo, caso seus serviços tenham a capacidade de mobilizar o público.
Essas regulamentações aplicam-se aos serviços de inteligência artificial disponíveis para o público em geral na China.
Com a crescente importância da IA generativa e seu potencial para impactar diversos setores, essa regulamentação procura garantir que essas tecnologias sejam usadas de forma segura e responsável.
Ao mesmo tempo, também sinaliza o interesse do governo chinês em impulsionar a inovação e o desenvolvimento nesse campo estratégico da inteligência artificial.
Os juros futuros (DIs) abriram próximos da estabilidade, com viés de queda em toda a curva, à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
A expectativa é que o ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, inicie com redução de 50 pontos-base.
Acompanhe:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,62% | 12,63% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,67% | 10,68% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,11% | 10,11% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,15% | 10,16% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,35% | 10,37% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,51% | 10,52% |
Os EUA criaram 324 mil empregos em julho no setor privado, segundo o relatório ADP. A abertura foi maior do que a esperada de 183 mil postos de trabalho.
O dólar à vista abre a R$ 4,8038, com alta de 0,30%.
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,48%, aos 121.045 pontos.
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da C&A Modas (CEAB3).
CEAB3: [Entrada] R$ 5.94; [Alvo parcial] R$ 6.24; [Alvo] R$ 6.69; [Stop] R$ 5.44
Recomendo a entrada na operação em R$ 5.94, um alvo parcial em R$ 6.24 e o alvo principal em R$ 6.69, objetivando ganhos de 12.6%.
O stop deve ser colocado em R$ 5.44 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no vermelho nesta quarta-feira.
Na véspera, a agência de classificação de risco de crédito Fitch cortou o rating dos EUA de AAA para AA+.
A agência teme que a situação fiscal da maior economia do mundo venha a se deteriorar nos próximos três anos.
Em reação, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, disse que o rebaixamento da Fitch se baseou em "dados desatualizados".
De acordo com ela, a economia americana se recuperou rapidamente da recessão deflagrada pela pandemia de covid-19.
Confira:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quarta-feira.
Os investidores da região repercutem o corte da nota de crédito dos EUA pela Fitch.
Eles também acompanham a temporada de balanços de empresas europeias.
Confira:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta quarta-feira.
Os investidores da região repercutem o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Fitch.
Liderando as perdas na Ásia, o Hang Seng caiu 2,47% em Hong Kong.
O japonês Nikkei recuou 2,30% em Tóquio, registrando a maior queda diária desde 20 de dezembro de 2022.
Já o sul-coreano Kospi cedeu 1,90% em Seul, o Taiex apresentou baixa de 1,85% em Taiwan e o Xangai Composto recuou 0,89% na China continental.
Alguns historiadores costumam dizer que se até o poderoso Império Romano ruiu, o mesmo pode ocorrer com qualquer outro.
Se isso está acontecendo com os EUA, ainda não é possível cravar, mas é fato que algumas rachaduras já podem ser vistas.
Uma delas apareceu na terça-feira (1), quando a Fitch Ratings retirou o triplo A — a nota de crédito mais alta na escala — dos norte-americanos.
A agência de classificação de risco rebaixou o rating dos EUA de ‘AAA’ para ‘AA+’ e passou a perspectiva de negativa para estável — o que significa que a avaliação deve permanecer assim por algum tempo.
Os investidores reagiram aos dados mais fracos dos índices de atividade econômica (PMIs, na sigla em inglês) na Europa e na China, que drenaram o apetite ao risco nas bolsas internacionais.
O PMI industrial da Zona do Euro caiu de 43,4 em junho para 42,7 em julho, o menor patamar em 38 meses. Já na China, o setor recuou para 49,2 no mesmo período.
Por aqui, o Legislativo retomou as atividades após o recesso parlamentar, e a expectativa é a conclusão da tramitação do arcabouço fiscal. Reforma tributária e Lei das Diretrizes Orçamentárias devem ser as próximas pautas a serem apreciadas pelos deputados federais e senadores.
Além disso, a Petrobras (PETR4) foi um dos focos de atenção, com a percepção do mercado de defasagem dos preços dos combustíveis e possível reajuste em breve — embora o presidente da estatal, Jean Paul Prates tenha afirmado que não há previsão de novos aumentos.
Por fim, os investidores acompanharam o primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
O colegiado deve decidir pelo início do ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, amanhã (2). O mercado espera uma redução de 25 pontos-base, mas apostas de diminuição de 50 pontos-base ganharam fôlego nos últimos dias.
Com a cautela externa, o Ibovespa fechou o pregão em queda de 0,57%, aos 121.248 pontos.
O dólar à vista terminou o dia a R$ 4,7895, com alta de 1,27%.
Confira o que movimentou os mercados na última terça-feira (1º).
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