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A empresa de maquininhas encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 708,5 milhões, o que representa um aumento de 11,5% na base anual e de 60,7% em três meses
A temporada de balanços continua a todo vapor e quem publicou seus números referentes ao segundo trimestre do ano na noite de ontem (1º) foi a Cielo (CIEL3). Apesar dos resultados positivos e do anúncio de quase R$ 200 milhões em proventos, as ações lideram as perdas do Ibovespa, com uma queda de mais de 8%.
A empresa de maquininhas encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 708,5 milhões, o que representa um aumento de 11,5% na base anual e de 60,7% em três meses.
O lucro líquido recorrente, por sua vez, somou R$ 486 milhões, resultado 26,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, e 10,2% maior na base sequencial. Assim, a Cielo entra no oitavo trimestre consecutivo de crescimento.
Esses dados fizeram com que o BTG Pactual e o Santander recomendassem a compra dos papéis da Cielo. O preço-alvo estipulado pelos bancos varia entre R$ 7,00 e R$ 7,50, respectivamente — o que representa uma potencial valorização entre 62% e 69%, de acordo com as estimativas das instituições.
Com todo esse bom prospecto, por que então as ações recuam?
Para a analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma, o volume total processado (TPV) intensificou a desaceleração vista no trimestre anterior. “Mais uma vez, o lucro foi impulsionado pela reprecificação das taxas, e maior penetração dos produtos de prazo e esforços de eficiência”, escreve.
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O problema acontece porque o TPV continua desacelerando — e, desta vez, com mais intensidade: na Cielo Brasil, caiu 11% na comparação anual; na Cateno, subiu 2%.
“A tendência negativa no TPV faz questionar o potencial de crescimento da companhia no curto e médio prazos, especialmente diante de uma atividade fraca no varejo brasileiro”, conclui a analista da Empiricus.
Apesar disso, o resultado sólido da empresa manteve o Itaú e o Safra com certo otimismo ainda — o que se reflete na recomendação neutra para os papéis CIEL3.
Para os analistas do Itaú, os resultados foram levemente negativos, com peso especial para a queda do TPV e aumento das despesas. Este último dado, é preciso ressaltar, se deve à expansão da equipe comercial e do acordo salarial coletivo, mas foi compensado por menores custos de transação.
Já os especialistas do Safra apontam que o TPV em queda também foi destaque para o banco e que, apesar do resultado positivo como um todo, não foi o suficiente para atingir as estimativas dos analistas da casa.
Mesmo assim, o preço-alvo do Itaú e do Safra apontam para uma valorização implícita entre 8,5% e 25%, com os papéis CIEL3 valendo R$ 5,10 e R$ 5,90, respectivamente.
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