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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Ibovespa cai 2% com commodities e cautela sobre bancos no exterior; dólar fecha em alta

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2 de maio de 2023
7:23 - atualizado às 15:00

RESUMO DO DIA: A volta do feriado foi de perdas para o Ibovespa. Por aqui, os investidores estiveram de olho nos desdobramentos da crise bancária nos Estados Unidos, após o socorro do JP Morgan ao First Republic Bank, e também à forte queda do petróleo.

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Confira os destaques de hoje:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 40,682,21%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,601,22%
HAPV3Hapvida ONR$ 2,791,09%
ENGI11Engie unitsR$ 42,180,91%
CCRO3CCR ONR$ 13,680,81%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VBBR3VIBRA energia ONR$ 12,33-6,59%
PETZ3Petz ONR$ 5,77-6,48%
BPAN4Banco Pan PNR$ 5,03-6,16%
LREN3Lojas Renner ONR$ 14,92-5,81%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,91-5,56%
FECHAMENTO DO DIA

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 2,40%, aos 101.926 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK

A forte queda do petróleo e a preocupação dos investidores com a próxima reunião de política monetária do Federal Reserve, que ocorre amanhã, pesaram sobre os negócios, levando a um dia de perdas em Wall Street:

  • Nasdaq: -1,08%
  • S&P 500: -1,16%
  • Dow Jones: -1,08%
FECHAMENTO DO DIA

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,19%, a R$ 5,0467.

FECHAMENTO

O Brent encerrou o dia em forte queda de 5,03%, a US$ 75,32 por barril

AMEAÇA EM NOVA YORK

Desde que a plataforma de inteligência artificial ChatGPT se popularizou entre os usuários da internet e grandes empresas, não é raro encontrar profecias de que a IA irá “roubar empregos” ou tornar obsoleto o mundo como o conhecemos. 

Os impactos reais ainda são difíceis de medir, mas já há empresas encarando com muito medo a ameaça. É o caso da empresa americana de educação digital Chegg. 

A empresa não é conhecida do grande público brasileiro, mas trabalha como um assistente utilizado para a realização de lições de casa e aulas online. Após a divulgação do balanço da companhia, o CEO Dan Rosensweig endereçou o que acredita ser um grande risco para os negócios – o ChatGPT. 

Segundo o executivo, os primeiros meses do ano tiveram grande impacto da inteligência artificial, reduzindo significativamente o número de novas contas abertas na Chegg. E, desde março, a influência da IA parece ter sido muito maior, o que reduz a previsão de crescimento da companhia para o ano. 

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Em dia de pouco apetite por risco e alta do dólar, poucas ações atuam no campo positivo. Confira as maiores altas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 40,591,98%
HAPV3Hapvida ONR$ 2,791,09%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,430,57%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,550,56%
AZUL4Azul PNR$ 10,920,55%

Confira as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETZ3Petz ONR$ 5,79-6,16%
QUAL3Qualicorp ONR$ 3,73-6,05%
CASH3Meliuz ONR$ 0,82-4,65%
BPAN4Banco Pan PNR$ 5,06-5,60%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 12,50-5,30%
PETRÓLEO PESA

As incertezas quanto a demanda por commodities pressiona o preço do barril de petróleo nesta tarde, que despencam mais de 4%. Na bolsa brasileira, as petroleiras operam em forte queda, também pesando o recuo superior a 1% visto ontem, quando a B3 esteve fechada.

NÓS VS ELES?

A volta do feriado dificilmente poderia ser mais agitada na terra do Tio Sam. Olhando para além do calendário econômico — que, por si só, já está repleto de eventos —, a semana útil se inicia com turbulências em Hollywood, com milhares de roteiristas de cinema e televisão entrando em greve a partir desta terça-feira (2).

Após 15 anos sem paralisações, o sindicato dos roteiristas (WGA, na sigla em inglês) convocou uma nova greve após não conseguir chegar a um acordo para salários mais altos com as gigantes do streaming, como Amazon, Disney, Warner e a Netflix. 

Vale destacar que, da última vez em que o WGA entrou em greve, entre 2007 e 2008, a paralisação durou 100 dias e custou à economia da Califórnia aproximadamente US$ 2,1 bilhões.

Isso porque, durante a última greve do sindicato, diversas produções foram interrompidas e roteiristas, atores e produtores desempregados cortaram gastos.

Leia mais.

Com a cautela sobre bancos nos EUA e ruídos sobre a MP que prevê a taxação sobre investimentos de pessoas físicas no exterior, o dólar à vista valoriza mais de 1% ante o real.

A moeda americana segue renovando máximas ao longo do dia, cotada a R$ 5,0423.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em queda de 2,46%, aos 101.851 pontos e acompanha a piora das bolsas em Nova York, de olho na crise sistêmica dos bancos regionais, e forte recuo das commodities no mercado internacional.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 40,371,43%
KLBN11Klabin unitsR$ 19,310,94%
AZUL4Azul PNR$ 10,960,92%
GOLL4Gol PNR$ 6,670,45%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,390,42%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
QUAL3Qualicorp ONR$ 3,71-6,55%
CASH3Meliuz ONR$ 0,81-5,81%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 12,44-5,76%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,02-5,18%
PETZ3Petz ONR$ 5,87-4,86%
BOLSAS EM NY

Em temor a uma crise sistêmica dos bancos regionais americanos, as bolsas de Nova York seguem em tom negativo com recuo de mais de 1%.

Após a aquisição do First Republic Bank pelo JP Morgan, ontem (1º) depois da intervenção do Federal Reserve (Fed), os investidores especulam que os bancos Western Alliance e PacWest sejam os próximos em uma sequência de quebras. Vale lembrar que a crise veio à tona com as falências do Silicon Valley Bank e Signature Bank em março.

Soma-se a isso, a expectativa de alta dos juros americanos em 25 pontos-base pelo Fed, ao intervalo de 5,00% a 5,25% ao ano, nesta 'Super Quarta'.

Confira o desempenho de Wall Street:

  • Dow Jones: -1,68%;
  • S&P 500: -1,74%;
  • Nasdaq: -1,50%.
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias encerraram a sessão em tom negativo, com investidores repercutindo dados econômicos divulgados mais cedo.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro caiu de 47,3 em março para 45,8 em abril, atingindo o menor nível desde maio de 2020, segundo pesquisa final divulgada pela S&P Global.

A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da zona do euro atingiu 7% em abril, acelerando levemente ante 6,9% em março, de acordo com dados preliminares da agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat. A prévia de abril veio em linha com a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal.

Já o núcleo do CPI, que desconsidera os preços de energia e de alimentos, teve acréscimo anual de 5,6% em abril, mostrando ligeira desaceleração frente ao avanço recorde de 5,7% de março.

Confira o fechamento dos mercados europeus:

  • Frankfurt: -1,22%;
  • Londres: -1,19%;
  • Paris: -1,55%.
COM CAUTELA SOBRE BANCOS, CHANCE DE ELEVAÇÃO DOS JUROS PELO FED CAI

Em quadro de renovada cautela e temores com bancos regionais nos EUA, o monitoramento do CME Group mostrava um recuo na possibilidade de uma alta de 25 pontos-base pelo Federal Reserve (Fed) nesta quarta-feira (3), ainda que a elevação seja amplamente esperada pelo mercado.

Por volta de 12h (horário de Brasília), a chance estava em 81,0% ante 93,2% registrada na última sexta-feira (28).

A possibilidade de manutenção na faixa atual, entre 4,75% e 5,00% estava em 19,0%, contra 6,8% do dia 28.

[Broadcast/Estadão Conteúdo]

COMO ANDAM OS MERCADOS

A cautela dá o tom negativo às bolsas internacionais nesta terça-feira (2), antes da 'Super Quarta'. O temor sobre o setor bancário ganhou força na última hora, com a venda generalizada das ações do setor nos mercados americanos.

Soma-se a isso, a queda de quase 1% do minério de ferro na China e recuo de 4% do petróleo, nos EUA.

Por aqui, a repercussão da MP que prevê a taxação de investimentos de pessoa física no exterior também colabora para o aumento da aversão ao risco entre os investidores.

O Ibovespa cai 2,42%, aos 101.913 pontos.

Entre os destaques do dia estão Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), que sobem acompanhando a valorização do dólar ante o real; IRB (IRBR3) também figura entre as maiores altas do dia no retorno à carteira do Ibovespa, vigente entre maio e agosto. Na ponta negativa, as petroleiras operam em forte queda na esteira do petróleo; varejo também cai com incertezas sobre o cenário macroeconômico e alta dos DIs mais longos.

O dólar à vista sobe mais de 1%, a R$ 5,0460.

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

Surpresinhas em pleno feriado: no último domingo (30), o governo publicou uma medida provisória que inclui uma mudança na tributação de investimentos no exterior.

A ideia é que todos os investidores pessoas físicas comecem a pagar impostos sobre os rendimentos de ativos internacionais. A alíquota pode chegar a 22,5%. Mas afinal, como fica o investidor? Vale a pena continuar investindo no exterior?

Quem responde a essas e outras perguntas é o analista João Piccioni no Giro do Mercado de hoje (2).

Além disso, o analista Enzo Pacheco comenta a falência do banco americano First Republic e como isso pode afetar o setor bancário.

Aperte o play e acompanhe:

SOBE E DESCE DA BOLSA

Com peso das bolsas de NY, que recuam mais de 1% com piora da cautela sobre bancos antes da decisão do Fed, e a queda acentuada de Petrobras (PETR4) na esteira do petróleo, o Ibovespa intensifica o tom negativo e cai 2,25%, aos 102.077 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 40,832,59%
KLBN11Klabin unitsR$ 19,250,63%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 26,410,49%
ELET6Eletrobras PNBR$ 36,530,33%
ABEV3Ambev ONR$ 14,180,14%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
VBBR3VIBRA energia ONR$ 12,46-5,61%
PETZ3Petz ONR$ 5,84-5,35%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,02-5,18%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,78-5,10%
YDUQ3Yduqs ONR$ 7,73-4,80%
WALL STREET CAI 1%

A cautela sobre os bancos voltou a ganhar tração nos EUA, com a venda de ações do setor, e as bolsas americanas operam em queda de mais de 1%.

Ontem (1º), o JP Morgan adquiriu os ativos do First Republic Bank, após o banco regional sofrer a intervenção do Fed na tentativa de conter a crise bancária, em decorrência da queda do Silion Valley Bank em março.

No radar está a expectativa de nova alta de 25 pontos-base nos juros americanos, o que pode contribuir para o agravamento da pressão sobre o setor financeiro.

  • Dow Jones: -1,32%;
  • S&P 500: -1,36%;
  • Nasdaq: -1,18%.
IRB BRASIL (IRBR3) SOBE 1%

Com o retorno ao Ibovespa, as ações da resseguradora IRB Brasil avançam 1,72%, a R$ 31,97, e figura entre as seis companhias que sobem em dia negativo nas bolsas internacionais.

Com a deterioração da cautela nos EUA e repercussão da medida provisória que prevê a taxação de investimentos de pessoas físicas no exterior, o dólar à vista segue renovando máximas nesta manhã.

A moeda americana avança 1,02% ante o real, a R$ 5,0409.

PETRÓLEO ACELERA PERDAS

Com a piora do sentimento de risco nos mercados internacionais, o petróleo tipo Brent cai 3,32%, com o barril a US% 76,66.

Ontem (1º), o JP Morgan "resgatou" o First Republic Bank, após a intervenção do Federal Reserve.

Soma-se a isso, a expectativa de elevação dos juros americanos em 25 pontos-base, que pode refletir na deterioração da cautela sobre o setor bancário americano.

IBOVESPA CAI MAIS DE 2%

Com a queda de mais de 3% da Petrobras (PETR4) e o tom negativo das bolsas americanas, o Ibovespa aprofunda as perdas com recuo de 2,36%, aos 101.972 pontos.

Apenas três ações sobem:

  • Suzano (SUZB3): +2,24%;
  • Cielo (CIEL3): +1,47%;
  • Klabin (KLBN11): +1,31%.
JOLTS: EMPREGO NOS EUA

O relatório Jolts, considerado prévia do payroll, indicou a abertura de postos de trabalho recua a 9,59 milhões em março, informou há pouco o Departamento do Trabalho dos EUA.

O dado registrado no mês anterior, em fevereiro, foi revisado de 9,931 milhões para 9,974 milhões.

PETROBRAS (PETR4) CAI 2%

As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) recuam 2,79%, a R$ 23,04, intensificando o desempenho negativo do Ibovespa.

Os investidores repercutem a possibilidade da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) instaurar um processo sancionador contra a União e três executivos confirmados como conselheiros da Petrobras, mas que foram reprovados pela governança da estatal por serem "inelegíveis" à luz da lei das estatais. São eles Pietro Mendes, Efrain Cruz e Sérgio Rezende — os dois primeiros ocupam secretarias no Ministério de Minas e Energia (MME), e o outro é liderança partidária do PSB.

No início de abril, a CVM enviou ofício para a Petrobras endossando as reprovações dos nomes, nos quais o governo, que representa a União, acionista controlador, insistiu em aprovar na assembleia de acionistas da última quinta-feira (27).

Soma-se a isso, a queda de quase 3% no barril de petróleo no mercado internacional.

Com a abertura negativa de NY, o Ibovespa vem renovando mínimas nesta primeira hora da sessão. O principal índice da bolsa brasileira cai 1,24%, aos 103.135 pontos.

SUZANO (SUZB3) LIDERA OS GANHOS

Os papéis de Suzano (SUZB3) lideram a ponta positiva do Ibovespa, com alta de 3,64%, a R$ 41,27. A companhia, mais exposta ao dólar, avança na esteira do fortalecimento da moeda americana ante o real.

O dólar opera em alta, desde a abertura, a R$ 5,0190, com investidores de olho nas decisões sobre os juros americanos e Selic.

ABERTURA DE NOVA YORK

Mesmo com o alívio sobre o setor bancário, com a aquisição do First Republic Bank pelo JP Morgan após a intervenção do Federal Reserve no banco regional, as bolsas americanas iniciaram as negociações em queda.

Os investidores aguardam a decisão sobre os juros americanos. A expectativa é de que o Fed promova uma alta de 25 pontos-base nos juros, para o intervalo de 5,00% a 5,25% ao ano, amanhã (3).

Confira a abertura em NY:

  • Dow Jones: -0,41%;
  • S&P 500: -0,36%;
  • Nasdaq: -0,17%.
CONTA POUPANÇA DA APPLE JÁ SOMA QUASE US$ 1 BI EM DEPÓSITOS EM APENAS QUATRO DIAS

Parece que tudo que a Apple lança tende a fazer sucesso, seja um novo modelo de iPhone ou uma nova versão do Apple Watch — ou até mesmo uma conta poupança, especialmente enquanto os grandes bancos estão imersos em uma crise financeira.

Mas a Apple virou banco, por acaso? Não é bem isso, mas a fabricante já havia anunciado há alguns dias o lançamento de sua conta poupança isenta de taxas e que rende 4,15% ao ano. Em apenas quatro dias de funcionamento, foram feitos nada menos que US$ 990 milhões em depósitos, o que deixa um alerta para as instituições financeiras.

De acordo com a Forbes, que teve acesso a fontes familiarizadas com o assunto, apenas no dia do lançamento foram US$ 400 milhões em depósitos.

Acredita-se que tanta procura pelo serviço aconteça não apenas pelo retorno de 4,15% ao ano, mas também pelo uso massivo de iPhones nos Estados Unidos, único país em que a novidade funciona por enquanto.

Leia mais.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em queda de 0,75%, aos 103.648 pontos e acompanha o tom negativo dos futuros de NY e commodities.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
SUZB3Suzano ONR$ 40,972,94%
CIEL3Cielo ONR$ 5,592,38%
ELET6Eletrobras PNBR$ 37,162,06%
ECOR3Ecorodovias ONR$ 6,281,78%
ELET3Eletrobras ONR$ 34,331,42%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,64-3,25%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 10,46-2,70%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,47-2,34%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,27-2,10%
SOMA3Grupo SomaR$ 8,16-1,67%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,47%, aos 103.939 pontos.

Na retomada do feriado e com a agenda doméstica mais esvaziada, os investidores aguardam a decisão sobre a taxa básica de juros, a Selic, do Banco Central amanhã (3). A expectativa é de manutenção da atual taxa de 13,75% ao ano.

Sendo assim, o Ibovespa devem manter-se ancorado ao desempenho de Nova York e das commodities, que seguem em tom negativo.

Soma-se a isso, as movimentações no ambiente corporativo:

Ontem (1º), o diretor executivo da Americanas (AMER3), José Timotheo de Barrp, que já estava afastado da companhia desde fevereiro, renunciou ao cargo. A Eletrobras (ELET6) informou que a nova estrutura organizacional das subsidiárias CGT Eletrosul, Chesf, Eletronorte e Furnas, foi formalizada.

Após o fechamento dos mercados, Arezzo, Carrefour Brasil, Copasa, Iguatemi, Intelbras, ISA CTEEP, Marcopolo, RD - Raia Drogasil e Vulcabras Azaleia divulgam os resultados do primeiro trimestre.

Por fim, hoje começa a valer a nova carteira do Ibovespa, entre o período de maio e agosto, com a entrada de IRB Brasil (IRBR3).

O QUE IMPEDE O BITCOIN DE IR ALÉM DOS US$ 30 MIL?

Os últimos dias deveriam ter sido de mais otimismo para o mercado de criptomoedas. A quebra do First Republic Bank e o agravamento da crise bancária dos Estados Unidos deveriam impulsionar as cotações do bitcoin (BTC). Na teoria. 

Afinal, depois que as cotações foram impulsionadas pelo colapso do Silicon Valley Bank, a segunda pior quebra de um banco americano na história dos EUA deveria ter um efeito gigantesco nas cotações.

Entretanto, economia não são apenas números. Ao mesmo tempo que o First Republic Bank fechava as portas, outro fato despontava durante o feriado.

Acontece que o governo americano enviou uma proposta de aumento do teto da dívida para o Congresso. Janet Yellen, Secretária do Tesouro norte-americano, afirmou que os Estados Unidos podem não honrar as obrigações após revisarem as receitas — e esse cenário pode começar em junho.

Leia mais.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Apesar do tom negativo dos índices futuros americanos e queda das commodities., os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam com otimismo.

Os ADRs de Petrobras sobem, enquanto os papéis de Vale seguem estáveis no pré-mercado em NY:

  • Petrobras (PBR): +0,19%, a US$ 10,51;
  • Vale (VALE): 0,00%, a US$ 14,20.

O dólar à vista vem renovando máximas, com investidores à espera de decisão sobre os juros americanas pelo Federal Reserve (Fed). A moeda americana segue cotada a R$ 5,0302, com alta de 0,86%.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

QUEM QUER COMPRAR UM BANCO?

Lá fora, as ações asiáticas terminaram a terça-feira (2) sem uma única direção, com alguns mercados fechados e investidores mostrando uma reação silenciosa à mais recente falência bancária histórica dos EUA.

Em solo americano, o First Republic Bank foi adquirido, ressuscitando a preocupação constante de que os problemas bancários sejam sistêmicos e não pontuais.

Pelo menos o movimento de compra do JP Morgan foi recebido com certo alívio, reduzindo riscos de um contágio imediato.

Os mercados europeus caem nesta manhã, assim como os futuros americanos.

No Ocidente, o grande tema da semana é a reunião de política monetária do Federal Reserve, que começa hoje e será concluída na quarta-feira (3), devendo elevar em 25 pontos-base a taxa de juros nos EUA — poderá ser a última alta deste ciclo de aperto monetário.

No Brasil, voltando do feriado de segunda-feira, os investidores também ficam de olho na reunião do Copom, que deverá manter a Selic inalterada em 13,75%.

A ver…

00:47 — Novos métodos de arrecadação

Em uma semana com menos indicadores econômicos, a atenção se volta à temporada de resultados e à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

O encontro começa hoje e tem sua conclusão amanhã, devendo manter inalterada a taxa de juros em 13,75% ao ano, mas já dando os primeiros sinais de flexibilização do tom utilizado pela autoridade monetária, podendo realizar um corte na taxa na reunião de junho e ou, mais provavelmente, no encontro de agosto.

As quedas, quando começarem, devem ser graduais e marginais, uma vez que a inflação ainda está elevada.

Em paralelo, também chamou a atenção a decisão do governo de taxar os rendimentos no exterior das pessoas físicas residentes no Brasil.

A ideia é compensar a elevação da faixa de isenção para dois salários-mínimos (R$ 2.112) — na prática, ficam isentos os trabalhadores que recebem até R$ 2.640 por mês. Com isso, estima-se que 13,7 milhões de pessoas serão beneficiadas já neste mês, com um impacto fiscal de R$ 3,2 bilhões neste ano, em R$ 5,88 bilhões em 2024 e em R$ 6,27 bilhões em 2025.

Para a tributação das contas no exterior, a norma só vale a partir de janeiro de 2024.

A taxação dos rendimentos sobre capital investido no exterior será com alíquotas progressivas, de 0% a 22,5% — a isenção vai até R$ 6 mil, com a alíquota máxima sendo aplicada a partir de R$ 50 mil.

O movimento, em linha com a regra recomendada pela OCDE (já usada na Alemanha, no Canadá, no Japão, na França e no Reino Unido, por exemplo), pode gerar certo estresse no curto prazo, mas provoca um bom alívio fiscal, podendo arrecadar aos cofres públicos até R$ 6,75 bilhões em 2025.

Mais iniciativas arrecadatórias devem ser observadas em breve (fundos exclusivos).

01:54 — Estresse na semana do Fomc

Nos EUA, os índices de ações tiveram uma segunda-feira bem volátil, encerrando o dia com perdas modestas, já que outro capítulo da turbulência bancária de 2023 parece terminar.

As maiores notícias surgiram no fim de semana. O JPMorgan Chase assumiu os ativos e depósitos do First Republic Bank (FRB) em um acordo intermediado pelo Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC), que interveio sobre o credor problemático.

Todos os depósitos estão sendo protegidos, sejam eles segurados ou não. O JPMorgan e o FDIC compartilharão as perdas e quaisquer recuperações da transação.

Os investidores não terão muito tempo para se debruçar sobre os detalhes dessa saga, uma vez que temos outra grande semana da temporada de resultados do primeiro trimestre, com mais de 150 empresas do S&P 500 prestes a divulgar seus números.

Adicionalmente, na quarta-feira, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) anunciará sua decisão de política monetária. A ideia é de que tenhamos mais um aumento de 25 pontos-base, colocando os juros entre 5,00% e 5,25% ao ano, o patamar mais alto desde a crise financeira global de 2008.

A decisão acontece entre a compra do JP Morgan e os dados de emprego de sexta-feira, elevando a tensão para amanhã. Isso sem falar dos problemas envolvendo o teto da dívida do governo.

02:50 — A questão bancária

Quando a crise bancária dos EUA eclodiu há quase dois meses, 11 grandes bancos dos EUA mergulharam para salvar o First Republic Bank (FRB) injetando US$ 30 bilhões para fortalecer a confiança dos investidores.

Mas o péssimo resultado trimestral do banco mostrou que o resgate apenas interrompeu temporariamente o sangramento. Com isso, o FRB se tornou a segunda maior falência de um banco dos Estados Unidos.

Agora, os 84 escritórios da First Republic serão assumidos pelo JPMorgan, que disse não estar assumindo a dívida corporativa ou as ações preferenciais da First Republic (a intervenção dos EUA é semelhante a quando o governo suíço administrou a venda do Credit Suisse ao rival UBS).

Espera-se que a transação aumente os ganhos do JPMorgan e gere mais de US$ 500 milhões em receita líquida incremental por ano.

A situação mostra um pouco do perigo que as taxas de juros mais altas representam para os balanços dos bancos que compraram muitos títulos quando as taxas eram quase zero e agora precisam vendê-los por um preço muito mais baixo.

Agora, o JP Morgan está recebendo cerca de US$ 186 bilhões em ativos e assumindo US$ 168 bilhões em passivos, obtendo US$ 18 bilhões líquidos em ativos, enquanto paga cerca de US$ 10 bilhões ao FDIC. É um alívio para o mercado, apesar do estresse.

03:45 — A situação turca

Recep Tayyip Erdoğan dominou a política da Turquia nos últimos 20 anos, primeiro como primeiro-ministro e agora como presidente.

Ao atrair o apoio de eleitores socialmente conservadores há muito ignorados no coração rural da Anatólia, ele quebrou o estrangulamento da política de seu país há muito tempo mantido por uma elite empresarial nas três maiores cidades da Turquia que governavam com interferência frequente dos militares.

Mas, no processo, Erdoğan também demonstrou disposição para minar a democracia de seu país marginalizando e, às vezes, prendendo críticos e jornalistas independentes para proteger seu poder.

Uma tentativa fracassada de golpe em julho de 2016 apenas aumentou o impulso de Erdoğan para um controle mais rígido da política da Turquia. Agora, depois de mais de duas décadas de domínio político, uma iminente eleição presidencial deixa Erdoğan diante de um sério desafio. 

Inflação descontrolada, crise cambial e escândalos decorrentes de terremotos devastadores em fevereiro, que mataram dezenas de milhares e deixaram milhões de desabrigados, se combinaram para colocar Erdoğan em uma situação difícil antes do primeiro turno de votação em 14 de maio.

Talvez o mais importante, a oposição do país parece muito mais unificada do que no passado. Considerando o posicionamento do país, uma troca de governo na Turquia pode ser um dos grandes eventos de 2023.

04:37 — Os problemas com a demanda global

As fábricas da China estão enfrentando uma demanda global mais fraca.

Os índices dos gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) para abril denotaram uma desaceleração inesperada na atividade fabril, a primeira vez que o indicador cai abaixo de 50 pontos neste ano. Os subíndices de novos pedidos, novos pedidos de exportação e emprego industrial estavam todos em território de contração.

A recuperação econômica da China corre o risco de perder força, com os números aumentando a pressão sobre o governo para aumentar o apoio político (estímulos).

O Politburo do Partido Comunista, o principal órgão de tomada de decisão liderado pelo presidente Xi Jinping, disse recentemente que a demanda doméstica ainda é insuficiente. As commodities podem enfrentar dificuldades se a China perder tração.

O Ibovespa futuro não sustentou os ganhos da abertura e migrou para o tom negativo com queda de 0,25%, aos 104.940 pontos, acompanhando os índices futuros de Nova York.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com a leve alta do dólar e o alívio sobre o setor bancário americanos, os juros futuros (DIs) abriram estáveis nesta terça-feira (2). Os investidores aguardam as decisões sobre as taxas básicas de juros brasileira e americana, amanhã (3).

Confira a abertura dos DIs:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,29%13,30%
DI1F25DI Jan/2512,08%12,07%
DI1F26DI Jan/2611,78%11,76%
DI1F27DI Jan/2711,83%11,81%
DI1F28DI Jan/2811,93%11,93%
ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

Na expectativa das decisões sobre a taxa básica de juros aqui no Brasil e nos EUA amanhã (2), o Ibovespa futuro abriu em leve alta de 0,05%, aos 105.250 pontos, enquanto os futuros americanos operam em tom negativo.

Com a agenda doméstica mais esvaziada, as atenções concentram-se em dados econômicos da Zona do Euro e o relatório jolts, prévia do payroll, nos EUA.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu a R$ 5,0007, com alta de 0,27%.

COMMODITIES EM QUEDA

À espera da decisão sobre os juros americanos pelo Federal Reserve (Fed), amanhã (3), o mercado de commodities opera com maior cautela.

O minério de ferro registra baixa de 0,97%, com a tonelada cotada a US$ 103,31 em Dalian, na China.

O petróleo tipo Brent cai 0,19%, a US$ 79,15 o barril.

BOLETIM FOCUS

Em razão do feriado nacional do Dia do Trabalho, o Boletim Focus é divulgado nesta terça-feira (2), de forma excepcional, com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA/23: de 6,04% para 6,05% (↑)
  • IPCA/24: permanece em 4,18% (=)
  • IPCA/25: permanece em 4,00% (=)

Atividade econômica

  • PIB/23: de 0,96% para 1,00% (↑)
  • PIB/24: permanece em 1,41% (=)
  • PIB/25: de 1,70% para 1,80% (↑)

Dólar

  • Câmbio/23: permanece em R$ 5,20 (=)
  • Câmbio/24: permanece em R$ 5,25 (=)
  • Câmbio/25: permanece em R$ 5,30 (=)

Juros

  • Selic/23: permanece em 12,50% (=)
  • Selic/24: permanece em 10,00% (=)
  • Selic/25: permanece em 9,00% (=)
O QUE ROLOU EM MERCADOS ONTEM?

Após agonizar por quase dois meses, o First Republic Bank teve o destino selado nesta segunda-feira. O banco sofreu intervenção dos reguladores nos Estados Unidos e, numa ação combinada, o JP Morgan anunciou que vai assumir a maior parte dos ativos da instituição.

Nos Estados Unidos, os índices de Nova York até tentaram reagir com certa tranquilidade à notícia, mas não foi possível manter o fôlego até o fim do pregão. As perdas, no entanto, foram limitadas, com o mercado vendo a operação como uma forma de estancar riscos sistêmicos.

Os olhos se voltam agora para a reunião de política monetária do Federal Reserve, na próxima quarta-feira. Enquanto isso, a maioria das bolsas internacionais, incluindo a B3, não tiveram pregão em razão do feriado do Dia do Trabalho.

Veja o que movimentou os mercados na segunda-feira (1º) AQUI.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
O dia todoChinaFeriado do Dia do Trabalho (mercados fechados)
5hZona do euroPMI industrial de abril
5h30Reino UnidoPMI Industrial de abril
6hZona do EuroInflação ao consumidor (CPI) de abril
11hEstados UnidosEncomendas às indústrias em março
11hEstados UnidosRelatório Jolts de empregos
Fonte: Investing.com

*Balanços no Brasil: Arezzo, Carrefour Brasil, Copasa, Iguatemi, Intelbras, ISA CTEEP, Marcopolo, RD - Raia Drogasil e Vulcabras Azaleia (após o fechamento)

*Balanços no exterior: Pfizer e Uber (antes da abertura); AMD, Ford Motors e Starbucks (após o fechamento)

FUTUROS DE NOVA YORK CAEM HOJE

Os índices futuros abriram, majoritariamente, em leve queda nos EUA. Os investidores acompanham os desdobramentos da aquisição do First Republic Bank pelo JP Morgan após a intervenção do Federal Reserve (Fed).

Soma-se a isso, as expectativas sobre a reunião de política monetária do BC americano, que acontece amanhã (3).

  • Dow Jones: -0,24%;
  • S&P 500: -0,20%;
  • Nasdaq: +0,02%.
CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Eztec (EZTC3).

EZTC3: [Entrada] R$ 14.55; [Alvo parcial] R$ 15.33; [Alvo] R$ 16.50; [Stop] R$ 13.25

Recomendo a entrada na operação em R$ 14.55, um alvo parcial em R$ 15.33 e o alvo principal em R$ 16.50, objetivando ganhos de 13.4%.

O stop deve ser colocado em R$ 13.25 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE QUEDA

As principais praças da Europa amanheceram em queda nesta terça-feira.

A cautela predomina na região após os dados de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Zona do Euro. O índice acelerou 7% em abril, em linha com o previsto. O núcleo, contudo, arrefeceu ante ao recorde de março, de 5,7% para 5,6%.

A aversão ao risco se dá principalmente pela expectativa com a decisão de juros dos Estados Unidos, que acontece na quarta-feira.

Confira:

  • DAX: -0,20%
  • FTSE 100: -0,03%
  • CAC 40: -0,41%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MAJORITARIAMENTE EM ALTA

Os índices asiáticos fecharam o pregão de hoje majoritariamente em alta.

Quem destoou foi a bolsa de Sydney, após uma alta inesperada nos juros australianos.

As demais bolsas emplacaram alta no fechamento com o otimismo envolvendo a compra do First Republic Bank pelo JPMorgan. Isso ajudou a reduzir as tensões envolvendo o setor bancário norte-americano.

O índice Nikkei subiu 0,12%, enquanto o Hang Seng avançou 0,20%. O Kospi sul-coreano subiu 0,91% e o Taiex, de Taiwan, 0,37%.

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