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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

ATIVO DISPUTADO

Fundo imobiliário que trava disputa judicial com o Banco do Brasil (BBAS3) recebe nova proposta para vender imóvel alvo do imbróglio

O BBFI11 recebeu na última quarta-feira (12) uma proposta da Sod Capital pelo CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que era locado pelo banco

Larissa Vitória
Larissa Vitória
12 de outubro de 2023
15:58 - atualizado às 12:41
Banco do Brasil fachada | Dividendos bbas3
Fachada do Banco do Brasil - Imagem: Giovanni Nobile/Assessoria BB

A Cury (CURY3) ganhou uma competidora na disputa por um imóvel que está no portfólio do fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) e é alvo de uma disputa entre o Banco do Brasil (BBAS3) e o FII.

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O BBFI11 recebeu na última quarta-feira (12) uma proposta da Sod Capital pelo CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que era locado pelo banco. A gestora ofereceu R$ 55 milhões pelo ativo a serem pagos em 18 parcelas mensais de pouco mais de R$ 3 milhões.

A cifra é 10% superior ao valor apresentado pela Cury. A construtora enviou no final de setembro uma oferta de R$ 50 milhões, divididos em 12 parcelas iguais de R$ 4,16 milhões, pelo mesmo imóvel.

O BTG Pactual, administrador do fundo imobiliário, ainda não emitiu avaliações sobre nenhuma das propostas, mas afirma que "manterá os cotistas e o mercado informados dos próximos andamentos
de forma tempestiva".

A Sod condiciona a realização do negócio à viabilidade do desenvolvimento de um empreendimento imobiliario no local. Já a Cury exige a inexistência de qualquer impedimento jurídico e ambiental que inviabilize a transação.

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Entenda o impasse entre o Banco do Brasil e o fundo imobiliário

Vale destacar que a briga jurídica em questão não está ligada diretamente ao imóvel, mas sim ao contrato de locação entre o FII e o BB. Firmado em 2015, o acordo envolvia a ocupação de nove blocos do Carj e encerrou-se em outubro de 2020.

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Cinco meses antes do prazo final, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defendeu a renovação nos termos originais.

O processo ainda tramita na Justiça, mas o BBFI11 já sofre os efeitos negativos em suas finanças desde 2021, quando o Banco do Brasil alegou que, em seu entendimento, o índice de reajuste daquele ano não seria devido e passou a pagar um valor menor que o previsto.

O FII ajuizou um processo para receber os valores atrasados que, segundo o último relatório gerencial, somavam pouco mais de R$ 15 milhões, nos cálculos da administração.

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Uma decisão judicial proferida no início de julho determinou a citação na ação de execução e solicitou que o BB pagasse os aluguéis devidos. Mas a determinação não foi seguida pelo banco.

É importante relembrar que a inadimplência começou justamente após o Banco do Brasil dar um "ultimato" ao BBFI11. A instituição financeira decidiu em março que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo.

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De acordo com o BBFI11, a saída do banco representa um impacto de 55% em suas receitas e derruba de 60,9% para 14% a taxa de ocupação do portfólio, composto por dois empreendimentos. Os dividendos também sofrem com o impasse, que reduz a distribuição em R$ 28,24 por cota.

O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considera a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. "A administradora [do fundo] informa que fará todos os esforços para fazer jus aos valores inadimplidos parcialmente pelo locatário desde 05/10/2021 no âmbito da ação renovatória", assegurou o BTG em comunicado.

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Já o Banco do Brasil refutou, em nota enviada ao Seu Dinheiro, a informação de que exista inadimplência, "já que há um debate judicial em curso sobre o caso, inclusive com a realização da entrega das chaves em juízo.

"Cabe destacar que a saída do CARJ se trata de decisão administrativa rotineira na gestão imobiliária, que buscou saídas amigáveis ao longo de todo o processo, mas que culminou na necessidade de entrega judicial do imóvel, sem qualquer inadimplência por parte do banco", diz o BB.

FII recebeu proposta para venda de outro imóvel do portfólio

O outro imóvel que compõe o portfólio do BBFI11, um prédio em Brasília, também está parcialmente locado para o Banco do Brasil. E atraiu a atenção de outro potencial comprador.

BBFI11 comunicou ter recebido uma proposta para vender o Edifício Sede 1 para a PaulOOctavio Investimentos Imobiliários. A empresa ofereceu R$ 80 milhões pelo ativo.

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A briga entre o FII e o BB, aliás, foi mencionada na proposta e é uma das apostas da PaulOOctavio para concretizar a venda.

"Cabe ressaltar que o contrato de locação hoje em vigencia com o BB, expira em 08/01/2025 e acreditamos ser muito difícil a renovação, haja visto a demanda judicial que está em curso", diz o documento encaminhado ao fundo.

O BTG Pactual, afirma que irá apurar o conteúdo da proposta — incluindo um laudo de avaliação que estima que serão necessários gastos de R$ 96 milhões em benfeitorias no imóvel — e avaliará se o "valor está fundamentado".

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