PDV na Eletrobras (ELET6): Empresa pode gastar até R$ 750 milhões no 2º programa de demissão voluntária desde a privatização, mas prevê economia maior
O novo PDV da Eletrobras é considerado positivo pelo JP Morgan, mas a medida já era esperada e estava embutida em suas projeções para ELET6
A reestruturação da Eletrobras (ELET6) segue a todo vapor.
Pouco mais de seis meses depois do lançamento de um programa de demissão voluntária (PDV), em novembro do ano passado, a empresa anunciou nesta segunda-feira que vai continuar enxugando os quadros.
As inscrições para o segundo PDV da Eletrobras desde a privatização da companhia, que acaba de completar um ano, serão abertas na terça-feira (20). Os funcionários interessados no desligamento terão até 21 de julho para comunicar a empresa.
As compensações do novo PDV da Eletrobras serão similares às do programa de novembro de 2022, informou a empresa em comunicado divulgado na manhã desta segunda-feira.
Isso significa que os funcionários que aderirem ao plano contarão com 11 meses de salário extra, além das verbas rescisórias previstas em lei.
Eletrobras gasta agora para economizar depois
O PDV do ano passado contou com a adesão de 2.312 funcionários a um custo de aproximadamente R$ 1 bilhão.
Leia Também
Para o programa a ser iniciado amanhã, a Eletrobras estima um custo de R$ 450 milhões em R$ 750 milhões. Há 1.574 elegíveis para adesão ao PDV.
A empresa afirma estar gastando agora para economizar depois.
Segundo estimativas divulgadas pelo presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, os dois PDVs somados devem gerar uma economia anual de R$ 1,7 bilhão a R$ 1,9 bilhão aos cofres da empresa.
VEJA TAMBÉM — A NETFLIX REALMENTE PODE TE PROIBIR DE COMPARTILHAR SUA SENHA? VEJA SE VOCÊ PODE IMPEDIR A COBRANÇA
Novo PDV já era esperado pelo mercado
Embora o anúncio tenha ocorrido hoje, Wilson Ferreira Junior confirmou em maio que um segundo PDV estava em preparação.
O objetivo seria reduzir o quadro total a cerca de 7 mil funcionários, de mais de 10.500 na época da privatização.
Na avaliação do banco norte-americano JP Morgan, a notícia do novo PDV é positiva para ELET6.
No entanto, como já havia a expectativa de que ele fosse ocorrer, a possibilidade já estava embutida nas projeções do JP Morgan para o papel.
Os analistas também advertem que ainda não é possível quantas pessoas serão contratadas para preencher algumas posições, o que tende a reduzir o impacto da economia anunciada pela empresa.
O JP Morgan mantém recomendação de compra de ELET3 e ELET6, com preço-alvo de R$ 50,00 para a primeira e R$ 55,00 para a segunda.
Considerando os preços de fechamento desses ativos na última sexta-feira (R$ 38,98 e R$ 44,17), o JP Morgan espera uma alta de de 28,3% para ELET3 e de 24,5% para ELET6 até o fim de 2023.
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas