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Copel será transformada em corporação assim que a operação financeira que a privatizou for liquidada
Acabou a tensão! A Copel (CPLE3) derrubou no início desta semana as últimas contestações judiciais a sua privatização e anunciou nos últimos minutos da noite de terça-feira (8) o resultado da oferta pública que a tira do controle do governo do Estado do Paraná.
A oferta subsequente saiu a R$ 8,25 por CPLE3, 5,83% acima do preço registrado no dia do anúncio da operação. Ontem, a ação ordinária da Copel encerrou o pregão em alta de pouco mais de 1%, a R$ 8,30.
A Copel vendeu 549,17 milhões de ações, levantando pelo menos R$ 4,53 bilhões na oferta primária e secundária.
A maior parte do dinheiro (R$ 2,634 bilhões) irá para os cofres do Estado do Paraná. O restante reforçará o caixa da Copel.
O resultado da oferta da Copel ainda não considera o lote suplementar de 15%.
Caso ele seja colocado na íntegra, a operação vai alcançar R$ 5,21 bilhões, tornando-a a segunda maior oferta subsequente de 2023, atrás apenas do follow-on da BRF.
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A oferta foi coordenada pelos bancos BTG Pactual, Bradesco BBI, Itaú BBA, Morgan Stanley e UBS.
Com a diluição, o governo paranaense deixa de controlar a Copel. Assim que a operação for liquidada, a empresa passará a ser uma “corporação”.
Isso significa que ela será uma sociedade com capital disperso e sem acionista controlador, sendo formalmente privatizada.
Os administradores e o governo do estado do Paraná se comprometeram com uma cláusula de lock up de 180 dias.
les não poderão vender ações da Copel por um período de cerca de seis meses a partir da data de divulgação do anúncio de início da oferta.
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