O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Guerra na Ucrânia continua firme e forte, e Putin tem nova arma que pode atingir em cheio uma legião de pessoas
A Organização das Nações Unidas (ONU) já emitiu o aviso de risco grave: quase 50 milhões de pessoas podem ser afetadas pelo novo artifício de batalha da Rússia. De acordo com a organização, Putin está usando a comida como arma de guerra e pode deixar uma legião de pessoas passando fome.
As informações são do último alerta grave sobre a insegurança alimentar feito pela instituição. Nele, ressalta-se que o conflito provocado por Moscou tem impacto devastador na oferta e nos preços globais dos alimentos.
Isso acontece porque a Ucrânia, já descrita como celeiro mundial, sofre uma gigantesca pressão sobre a produção e a exportação de alimentos, o que atinge o mundo todo.
Só com o bloqueio russo aos portos do país, o planeta já sentiu o impacto, e o preço global dessas commodities subiu. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o preço global dos alimentos aumentou 17%, enquanto o dos grãos subiu 21%.
Segundo a ONU, isso é uma ameaça catastrófica que pode causar escassez de comida em várias partes do globo. O secretário-geral da Organização ainda destacou “A guerra, juntamente com outras crises, ameaça gerar uma onda sem precedentes de fome e miséria, deixando o caos social e econômico no seu rastro”.
De acordo com a FAO, até 30% das terras agrícolas da Ucrânia vão ficar sem novos plantios e colheitas em razão da guerra.
Leia Também
Isso porque as áreas usadas para a agricultura do país estão ocupadas pelos russos. Os dados apontam que cerca de 50% do território da região plantada com trigo no inverno e 40% da área com centeio estão tomadas pelo inimigo.
E tem mais: a batalha entre os países também gera falta de trabalhadores para a lavoura devido ao grande número de pessoas que fugiram do país ou estão envolvidas na guerra contra Putin.
Além de tudo isso, as sanções globais impostas à Rússia estão atingindo em cheio o fornecimento mundial de fertilizantes e produtos agrícolas.
Nem mesmo os grãos já colhidos se salvam da guerra. Autoridades ucranianas vêm acusando o país rival de roubar esses alimentos junto com outras commodities.
“A Rússia roubou cerca de 600 mil toneladas de grãos", disse o vice-presidente da União Publica do Conselho Agrário da Ucrânia, Denys Marchuk.
Ele destaca que o alimento foi roubado de regiões no sul do país e transportado para portos da Crimeia, onde é encaminhado para o Oriente Médio. Moscou nega as acusações, mas o líder da administração militar apoiada por Moscou para a região de Zaporizhzhia cantou vantagem de ter vagões cheio de grãos ucranianos partindo para a Crimeia.
A economia global está por um fio? Um grande crise deve estar chegando, descubra como protrger seu patrimônio do caos; receba insights diários de investimentos e análises decisivas para o seu patrimônio em nossa página do Instagram, clique aqui para nos seguir
Desde o começo do conflito, as acusações de que a Rússia vem usando comida como arma de guerra vêm aumentando. A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deixou claro: “a comida se tornou parte do arsenal do terror de Putin."
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável