Hypera (HYPE3) ganha mais R$ 1 bilhão na bolsa após lucro acima do esperado e já sobe 50% no ano — saiba por que HYPE3 virou a queridinha do momento
A maioria esmagadora das recomendações é de compra das ações da dona das marcas Dramin, Benegrip e Buscopan, com potencial de valorização que pode chegar a 20%
Não é de hoje que a estrela da Hypera (HYPE3) vem brilhando no mercado acionário. A farmacêutica dona de marcas como Dramin, Benegrip e Buscopan tem conseguido superar um ambiente de inflação e juro alto no qual poucas empresas estão se saindo bem — e o desempenho dos papéis chamam atenção da bolsa.
Nesta sexta-feira (29), as ações HYPE3 desfilaram entre as maiores altas do Ibovespa, chegando a subir quase 6% na máxima do dia — o que ajudou a Hypera a ganhar mais de R$ 1 bilhão em valor de mercado, indo a R$ 26,8 bilhões.
O desempenho de hoje está ligado aos números robustos que a empresa divulgou na quinta-feira (28), referentes ao balanço do segundo trimestre.
No entanto, a Hypera já está sob os holofotes há algum tempo. Para se ter uma ideia, as ações HYPE3 acumulam mais de 50% de ganhos no ano, a segunda maior alta do Ibovespa no período.
Por que comprar Hypera (HYPE3)?
A maioria esmagadora das recomendações para a Hypera (HYPE3) neste momento é para a compra.
De acordo com dados compilados pelo TradeMap, os papéis têm 12 recomendações de compra, uma neutra e nenhuma de venda.
Leia Também
Apesar do “hype” na bolsa, os analistas ainda veem potencial para as ações. O Bank of America (BofA), por exemplo, ainda vê um rico conjunto de oportunidades e baixa avaliação para a Hypera, apesar do desempenho considerável do preço das ações no acumulado do ano.
O BofA fixou o preço-alvo dos papéis HYPE3 em R$ 51, o que representa um potencial de valorização de 20% com relação ao fechamento desta sexta-feira (29).
As ações da Hypera subiram 5,46%, encerrando o dia em R$ 42,70.
Negociando a 13 vezes do preço/lucro (P/E) em 2023, o BTG Pactual diz que a Hypera é uma opção para investidores que buscam exposição a mais resiliência nos setores de consumo e varejo no curto prazo em meio a uma perspectiva ainda volátil de valorização das ações.
O BTG estabeleceu o preço-alvo para HYPE3 em R$ 43 em 12 meses, o que representa uma valorização de 19% em relação ao fechamento de hoje.
Para o UBS BB, apesar do acumulado de 50% de ganhos no ano, que o múltiplo atual de 13,5x P/E ainda é atraente à luz do sólido impulso e resiliência da Hypera no curto prazo, em meio a um ambiente macroeconômico incerto, juntamente com oportunidades atraentes para impulsionar o crescimento de longo prazo.
O banco, que recomenda a compra dos papéis, tem preço-alvo para HYPE3 em R$ 51 em 12 meses, o que representa uma valorização de 19% em relação ao fechamento de hoje.
Veja também: É hora de investir na bolsa?
O que o balanço da Hypera (HYPE3) mostrou
A Hypera (HYPE3) registrou lucro líquido das operações continuadas — que não considera as marcas que deixaram o portfólio — de R$ 455,5 milhões no segundo trimestre, o que representa uma redução de 5% em relação ao mesmo período de 2021.
Já o lucro antes de juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) das operações continuadas foi de R$ 683,3 milhões no 2T22, um avanço de 15,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
A receita líquida da Hypera somou R$ 1,895 bilhão no período, um crescimento de 25,8%em base anual.
Os números ficaram acima do esperado. A projeção Refinitiv era de um lucro de R$ 409 milhões e Ebitda de R$ 640 milhões, enquanto a estimativa para a receita era de R$ 1,86 bilhão.
Segundo o Goldman Sachs, o crescimento de dois dígitos da receita mostra que a Hypera segue pisando no acelerador, com um ritmo de expansão 6,5 pontos percentuais acima do mercado.
O Goldman engrossa a fila das recomendações de compra para HYPE3, com preço-alvo de R$ 47,20 — um potencial de valorização de 11% sobre o fechamento de hoje.
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas